Assim Diz o SENHOR: "Para Nossa Geração" (Preceito por Preceito/Especial: O Livro de Daniel) Google+






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Preceito por Preceito (Livro de Daniel)
   
                                      [É DESSE JEITO! Introdução+]      

                                                                     * Autor


                              O Nome Daniel significa "DEUS é meu Juiz". Esse é também um Tema Importante do Livro. Ainda jovem, ele foi levado cativo para a Babilônia em 605 a.C., quando este reino dominou a nação de Judá. Leais a DEUS, Daniel e seus amigos judeus foram abençoados com Sabedoria Especial para que ocupassem posições elevadas no governo babilônico. Ele continuou a ser um grande administrador no início do domínio medo-persa, depois da conquista de Babilônia em 539 a.C.

                           
                             Diversas vezes, Daniel refere-se a si mesmo na primeira pessoa. Isso indica que ele registrou as próprias experiências (7: 15; 8: 15, 27; 9: 2; 10: 2, 7; 12: 5). É provável que tenha terminado a obra na década de 530 a.C., durante o reinado de Ciro (Comparar com 1: 21; 10: 1; ver mas detalhes a seguir no tópico "Data"). JESUS se Refere a Daniel como o Autor do Livro (Mateus 24: 15, em referência a Daniel 9: 27; comparar com 11: 31; 12: 11).

                                          * Conteúdo, Temas e Estrutura Literária


                              O SENHOR usou Daniel, seus amigos e os milagres a eles associados para impressionar vários reis com o fato de que ele sempre está no controle, e os soberanos lhe devem prestar contas. Um Tema Central do Livro é a Soberania Divina sobre as nações, mesmo quando seu povo é oprimido. Por fim, ELE sempre livra aqueles que lhe são leais. Este Tema é Apresentado de modo muito claro em 2: 20-23 e enfatizado nos capítulos 4 e 5 por meio da repetição do seguinte conceito: "O ALTÍSSIMO tem o Domínio sobre o reino dos homens" (4: 17; comparar com os V. 25, 32; 5: 21). Os Cap. 4 e 5 formam o centro de uma Estrutura Simétrica (quiástica):

                                        A. Problema: O Templo de DEUS e o povo são conquistados (Cap. 1).
                                         B.Nabucodonosor sonha com quatro reinos (Cap. 2).
                                          C. Os amigos de Daniel são livrados da fornalha ardente (Cap. 3).
                                           D.Nabucodonosor é humilhado por uma Sentença Divina; Belsazar é humilhado por uma Sentença Divina (Cap. 4 e 5).
                                         C'. Daniel é livrado da cova dos leões (Cap. 6).
                                        B'. Daniel tem uma visão de quatro reinos (Cap. 7).
                                       A'. Solução: O Templo de DEUS é Restaurado, e o povo, Livrado (Cap. 8-12).

                               Os Capítulos 1: 1-2: 4a  e 8-12 foram escritos em hebraico. Entretanto, os Capítulos 2: 4b -7: 28 estão em aramaico, usado desde o momento em que se diz: "Os caldeus disseram ao rei em aramaico" (2: 4). Nabucodonosor pertencia ao povo caldeu, do sul da Mesopotâmia (Atual Iraque), que havia conquistado Babilônia. O aramaico havia se tornado um idioma internacional. Ao usá-lo, Daniel revela que a Mensagem de 2: 4-7: 28 se dirigia tanto aos gentios quanto aos judeus (Comparar com Jeremias 10: 11, único versículo de outro Profeta também em aramaico).


                                De outro ângulo, o Livro de Daniel pode ser dividido em duas partes: Narrativas (Cap. 1-6) e Visões (Cap. 7-12). A Estrutura vista anteriormente mostra que existe uma forte relação temática entre as partes: ambas demonstram a Soberania do SENHOR, exercida em favor de SEU Povo Fiel e contra os opressores. Assim como DEUS humilhou governantes e Livrou Daniel e seus amigos na Babilônia antiga (Narrativas), ELE humilhará os poderes humanos e Livrará SEU povo futuramente na História (Visões). Essa Mensagem é um Incentivo Maravilhoso para as pessoas Leais a DEUS quando enfrentam dificuldades.

                                As Narrativas e Visões de Daniel também se unificam pelo seguinte fato: o sonho de Nabucodonosor e sua Interpretação Profética por Daniel, na Narrativa do Cap. 2, estabelecem as bases para suas visões. Nabucodonosor teve um vislumbre do futuro desde seus dias até a Segunda Vinda de CRISTO. As Visões de Daniel e suas interpretações nos Cap. 7, 8-9 e 10-12 abrangem repetidas vezes o mesmo escopo temporal (embora os Cap. 8 e 10 comecem com a Medo-Pérsia), a fim de acrescentar progressivamente informações adicionais.
                               As Narrativas dos seis primeiros Capítulos fornecem muitas informações contextuais para as Visões: Daniel, muitos de seu povo e até mesmo os utensílios do templo de Jerusalém haviam sido levados para a Babilônia. DEUS Abençoara Daniel e seus amigos. Salvara a vida deles. Mesmo assim, eles ainda precisavam de libertação de Babilônia, e o templo necessitava ser restaurado. Portanto, as narrativas oferecem um panorama da situação de vida da época, revelando problemas para os quais as visões apresentam soluções de longo prazo.
                               Outros Profetas, como Isaías, Jeremias, Ezequiel e Zacarias também transmitiram Mensagens de DEUS, enxergaram além de seu contexto imediato no tempo e no espaço, predisseram o destino de nações e receberam algumas visões simbólicas que exigiam interpretação. No entanto, Daniel viu sistemas elaborados de símbolos que retratavam a sucessão dos poderes humanos desde seus dias, passando pela Primeira Vinda de CRISTO até chegar à Segunda Vinda, quando o Reino Eterno de DEUS será estabelecido sobre a Terra. Ele também teve visões de grandes períodos de tempo envolvidos na História da Salvação, inclusive a data precisa do Ministério Terreno de CRISTO. A Estrutura Narrativa analisada anteriormente e a necessidade de seres celestiais explicarem a Daniel suas visões salientam os contrastes entre o que acontece aqui e agora e aquilo que ainda ocorrerá. Seu Livro predizia acontecimentos em um futuro tão distante que suas Profecias só Seriam Compreendidas de Maneira Adequada muito tempo depois, Confirmando que DEUS Conhece o Futuro e Controla o Destino da humanidade.
                                 Uma visão abrangente da História Futura até a Restauração Mundial que será Realizada por CRISTO no Fim dos Tempos caracteriza de modo similar um Livro bastante simbólico do NT: o Apocalipse. Esse nome é extraído da palavra grega apokalupsis (Ap 1: 1), que significa "Revelação". O Livro de Daniel, assim como o de Apocalipse, é Caracterizado pelos eruditos como "apocalíptico", ou seja, Apresenta Revelações Divinas. Na Bíblia hebraica, Daniel não fica junto dos outros Livros Proféticos. Em vez disso, é situado na seção de Escritos, ao lado dos Livros de Sabedoria e História a respeito da época do exílio babilônico e do período posterior. É provável que essa organização resulte da natureza incomum do Livro de Daniel e do contexto de sua narrativa: Daniel era um sábio em Babilônia durante o exílio (Dn 2: 48).

                                                              * Data

                                    Muitos eruditos supõem que o Livro foi escrito em nome de Daniel por alguém que viveu muito tempo depois. Pensam que a obra foi composta no 2° século a.C. em resposta à perseguição dos judeus pelo rei selêucida (grego) Antíoco IV Epifânio, que reinou de 175 a.C a 164 a.C. Esses eruditos consideram o símbolo do "chifre pequeno" de Daniel 7 e 8 uma referência a Antíoco. Tal ideia já havia sido sugerida pelo livro apócrifo de 1 macabeus, que usa o vocabulário de Daniel, predizendo um ato do "chifre pequeno" (Dn 9: 27; 11: 31; 12: 11), para descrever o que Antíoco fez ( 1 macabeus 1: 54). Aqueles que aceitam a autoria tardia de Daniel creem que as predições precisas no Livro eram, na verdade, eventos históricos narrados depois de acontecidos como se fossem profecias, a fim de que os judeus do 2° século a.C, cressem que o autor havia recebido as mensagens de DEUS. Dessa forma, os eruditos tentam evitar o Ensino BÍBLICO de que o SENHOR Conhece o Futuro distante e o Revelou para os seres humanos nas ESCRITURAS. Também evitam Identificar o poder maligno do "chifre pequeno" com Roma, que veio após o império grego/macedônico, o qual sucedeu a Medo-Pérsia, precedida, por sua vez, por Babilônia (Ver Notas sobre Dn 2: 7-8).
                                   Essa teoria influente coloca em cheque a credibilidade do Livro de Daniel como um Relato Autêntico e Preciso de Revelações Divinas. Todavia, as Evidências a Seguir Apoiam a Datação Anterior de Daniel e Mostram que a teoria do 2° século está equivocada.

                                   Em Daniel 7, o "chifre pequeno" surge de um quarto grande império, que Deve Ser Identificado como Roma. Antíoco governou uma parte do império grego (um terço) antes de Roma assumir o controle. Portanto, ele não poderia ser o "chifre pequeno". A fim de superar essa dificuldade, os eruditos afirmam que os quatro impérios de Daniel 2 e 7 são Babilônia, Média, Pérsia e Grécia/Macedônica. Entretanto, Ciro já havia unido a Média e a Pérsia na época em que conquistara Babilônia. Isso Explica por que Daniel se refere a um só reino medo-persa (Dn 5: 28; 6: 8, 12, 15; 8: 20; comparar com Et 1: 3, 14, 18, 19; 10: 2). De maneira semelhante, o documento babilônico conhecido como "Profecia Dinástica" lista o domínio de Babilônia por Elão (isto é, Pérsia), mas não cita o governo da Média em separado. Os quatro impérios de Daniel só podem ser Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia/Macedônia e Roma.


                                  Os 1080 dias da perseguição de Antíoco e da profanação do Templo de Jerusalém, seguidos da dedicação do templo pelos judeus, pouco depois, não se encaixam em nenhum dos períodos de Tempo Profético Apresentados por Daniel. Os eruditos tentam adequar a Mensagem, dizendo que os 2.300 dias (literalmente "tarde manhã") de Daniel 8: 14 se referem a 1.150 dias literais, durante os quais 2.300 holocaustos seriam normalmente oferecidos pela manhã e pela tarde. No entanto, mesmo se o número 2.300 se referisse a holocaustos oferecidos no Templo de Jerusalém, o que não é o caso (ver nota sobre Dn 8: 14 --- 2.300 dias completos, não metade de dias), esses sacrifícios eram oferecidos pela manhã e pela tarde (Êx 29: 38-42; Nm 28: 1-8), não de tarde e depois de manhã.
                                 Os livros de macabeus exaltam os macabeus, que lideraram os judeus na vitória sobre Antíoco e deram início a uma linhagem de governantes. Pegar emprestada a linguagem usada por Daniel a respeito do "chifre pequeno" para descrever o que Antíoco fizera no altar do templo de Jerusalém (Instituiu a "Abominação da Desolação";  1 macabeus 1: 54; comparar com Dn 9: 27; 11: 31; 12: 11) era uma forma inteligente de exaltar os macabeus ao fazer o inimigo derrotado parecer muito maior do que realmente era. Isso não quer dizer que Antíoco foi de fato o cumprimento do símbolo do "chifre pequeno".

                                Mesmo se o Livro de Daniel tivesse sido escrito no 2° século a.C, ainda continuaria predizendo com exatidão acontecimentos muito posteriores a essa época, Inclusive a Data Precisa da Vinda do MESSIAS (JESUS; ver notas sobre Dn 9: 25-27). Isso reforça o fato de que DEUS é Capaz de Ver o Futuro distante e Revelar o que irá ocorrer.


                                O aramaico de Daniel 2: 4 -7: 28 pertence à fase imperial do idioma, quando era o meio de comunicação oficial de todo o império medo-persa. Na época de Antíoco, durante o período grego, já haviam acontecidos mudanças perceptíveis no aramaico.

                                Textos cuneiformes descobertos por arqueólogos revelaram que Belsazar governou junto do pai, Nabonido, na fase final do império babilônico. Isso confirma a Veracidade de Daniel 5, que aponta Belsazar como último rei de Babilônia. Os historiadores gregos registram apenas o reinado de Nabonido, sem mencionar o papel de Belsazar. Portanto, Daniel parece haver preservado o conhecimento de uma informação que pode ter se perdido na história posterior e que um escritor do 2° século a.C. talvez não tivesse (sobre uma compreensão das várias formas que os estudiosos das ESCRITURAS compreendem as Profecias Bíblicas, ver a Introdução a Apocalipse, "Abordagens de Interpretação").

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                  * Fiquem com DEUS e se ELE permitir no Próximo Santo Dia, têm +É DESSE JEITO !  (Preceito por Preceito/Especial: O Livro de Daniel 1/ 12 )