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História da Redenção - "CRISTO é traído"

                                       É DESSE JEITO! 

 

                                   "Assim Diz o SENHOR"

      Ora, o traidor lhes tinha dado este sinal: Aquele a quem eu beijar, é esse; prendei-o. E logo, aproximando-se de Jesus, lhe disse: Salve, Mestre! E o beijou. Jesus, porém, lhe disse: Amigo, para que vieste? Nisto, aproximando-se eles, deitaram as mãos em Jesus e o prenderam.

                   (Mateus 26:48-50/PALAVRA de DEUS

     A traição a JESUS CRISTO foi perpetrada por Judas Iscariotes, um dos doze apóstolos, que entregou o Mestre às autoridades religiosas por 30 moedas de prata. O evento ocorreu no jardim do Getsêmani após a Última Ceia, onde Judas identificou Jesus aos soldados com um beijo. Após o ato, Judas sentiu remorso e enforcou-se.

             

                                          "CRISTO é traído" 

   Na ocasião em que JESUS comeu a páscoa com os Seus Discípulos, Satanás tinha enganado Judas, e o havia levado a julgar ser ele um dos Verdadeiros Discípulos de CRISTO; seu coração, porém, sempre tinha sido carnal. Tinha visto as obras poderosas de JESUS, com Ele havia estado no decorrer de Seu Ministério, e deixara-se convencer pelas provas esmagadoras de que Ele era o MESSIAS; mas Judas era avaro e cobiçoso; amava o dinheiro. Com ira deplorou o uso do precioso unguento derramado sobre JESUS. 

   Maria amava a seu SENHOR. Havia-lhe perdoado os pecados, que eram muitos, e ressuscitara dos mortos seu irmão mui amado, e ela entendia que nada era demasiado caro para conferir a JESUS. Quanto mais precioso fosse o unguento, melhor poderia ela exprimir a gratidão para com seu SALVADOR, dedicando-o a Ele. 

   Judas, como desculpa de sua cobiça, insistia que o unguento poderia ter sido vendido, e dado aos pobres. Mas não era porque tivesse qualquer cuidado dos pobres: pois era egoísta e muitas vezes se apossava para seu próprio uso daquilo que era confiado ao seu cuidado para ser dado aos pobres. Judas fora desatencioso ao conforto de JESUS, e mesmo às Suas necessidades, e para desculpar sua cobiça muitas vezes se referia aos pobres. Este ato de generosidade da parte de Maria foi uma repreensão incisiva à sua disposição para a cobiça. O caminho estava preparado para a tentação de Satanás encontrar fácil recepção no coração de Judas. 

   Os sacerdotes e príncipes dos judeus odiavam a JESUS; mas multidões se juntavam para ouvir Suas palavras de sabedoria e testemunhar Suas poderosas obras. O povo se achava agitado pelo mais profundo interesse, e ansiosamente seguiam a JESUS a fim de ouvir as instruções deste maravilhoso MESTRE. Muitos dos príncipes creram nEle, mas não ousavam confessar sua fé para não acontecer que fossem expulsos da sinagoga. Os sacerdotes e anciãos decidiram que algo se deveria fazer para desviar de JESUS a atenção do povo. Temiam que todos os homens cressem nele. Não podiam ver segurança alguma para si. Haviam de perder sua posição, ou matar a JESUS. E, depois que O matassem, haveria ainda os que eram monumentos vivos de Seu poder. 

   JESUS tinha ressuscitado a Lázaro dentre os mortos, e receavam que, se O matassem, Lázaro testificaria de Seu grande poder. O povo estava se aglomerando para ver aquele que tinha sido ressuscitado dentre os mortos, e os príncipes resolveram matar Lázaro também, e abafar assim a excitação. Então teriam de novo influência sobre o povo e o fariam volver às tradições e doutrinas dos homens, para dizimarem a hortelã e o cominho. Convieram em prender JESUS quando Ele estivesse só; pois, se tentassem prendê-Lo em uma multidão quando a mente de todo o povo nEle estivesse interessada, seriam apedrejados. 

   Judas sabia quão ansiosos estavam para obterem JESUS, e ofereceu-se para traí-Lo aos príncipes dos sacerdotes e anciãos, por algumas moedas de prata. Seu amor ao dinheiro levou-o a consentir em trair seu SENHOR às mãos de seus piores inimigos. Satanás estava operando diretamente por intermédio de Judas, e, em meio da cena impressionante da última ceia, o traidor estava imaginando planos para entregar seu SENHOR. JESUS tristemente disse a Seus Discípulos que todos eles naquela noite se escandalizariam nEle. Mas Pedro ardorosamente afirmou que, ainda que todos os outros se escandalizassem, ele não se escandalizaria. JESUS disse-lhe: “Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo. Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos.” Lucas 22:31, 32.

                                            No jardim 

   Eis JESUS no horto com Seus discípulos. Com profunda tristeza mandou-os que vigiassem e orassem, para que não caíssem em tentação. Sabia que sua fé deveria ser provada, e suas esperanças iludidas, e que necessitariam de toda força que pudessem obter por um atento vigiar e fervorosa oração. Com fortes brados e pranto, JESUS orou: “Pai, se queres, passa de Mim este cálice; contudo, não se faça a Minha vontade, e, sim, a Tua.” Lucas 22: 42. O FILHO de DEUS orava com agonia. Grandes gotas de sangue juntavam-se em Seu rosto e caíam ao chão. Anjos pairavam no local, testemunhando aquela cena, mas apenas um foi comissionado para ir fortalecer ao FILHO de DEUS em Sua agonia. Não havia alegria no Céu. Os Anjos lançaram de si suas coroas e harpas, e com o mais profundo interesse observavam silenciosamente a JESUS. Desejavam cercar o FILHO de DEUS, mas o Anjo comandante não lhes permitiu, para que não acontecesse, ao contemplarem eles Sua traição, que O livrassem; pois o plano tinha sido formulado e deveria cumprir-se. 

   Depois que JESUS orou, veio a Seus discípulos; eles, porém, estavam a dormir. Naquela hora terrível Ele não tinha a simpatia e oração nem mesmo de Seus discípulos. Pedro, tão zeloso fora algum tempo antes, estava carregado de sono. JESUS lembrou-lhe suas positivas declarações, dizendo-lhe: “Então nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?” Mateus 26:40. Três vezes o FILHO de DEUS orou com agonia.

                

                                            Judas trai a JESUS 

   Então apareceu Judas, com seu grupo de homens armados. Aproximou-se de seu MESTRE como de costume, para O saudar. O grupo rodeou a JESUS; mas ali manifestou Ele o Seu poder Divino, quando disse: “A quem buscais?” “Sou Eu.” Eles caíram para trás, por terra. Jesus fez esta pergunta para que pudessem testemunhar o Seu poder, e ter provas de que Ele poderia livrar-Se de suas mãos se o quisesse. 

   Os Discípulos começaram a ter esperanças, ao verem a multidão com seus varapaus e espadas cair tão rapidamente. Levantando-se e de novo cercando o FILHO de DEUS, Pedro arrancou a espada e feriu um servo do sumo sacerdote, cortando-lhe uma orelha. JESUS mandou-o que pusesse a espada em seu lugar, dizendo: “Acaso pensas que não posso rogar a Meu Pai, e Ele Me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos?” Ao serem faladas estas palavras, os rostos dos Anjos se animaram com esperança. Desejavam naquele momento, ali mesmo, rodear seu Comandante e dispersar a turba irosa. Mas, de novo a tristeza caiu sobre eles, quando JESUS acrescentou: “Como, pois, se cumpririam as ESCRITURAS, segundo as quais assim deve suceder?” Mateus 26:53, 54. O coração dos discípulos também caiu em desespero e amargo desapontamento, ao deixar-se JESUS ser levado pelos Seus inimigos. 

   Os discípulos temeram pela própria vida, e todos eles O abandonaram e fugiram. JESUS foi deixado só nas mãos da turba assassina. Oh, que triunfo então houve para Satanás! E que tristeza e pesar entre os Anjos de DEUS! Muitos grupos de Santos Anjos, cada qual com um alto Anjo comandante à sua frente, foram enviados para testemunhar a cena. Deveriam registrar todo o insulto e crueldade impostos ao FILHO de DEUS, e todo o transe de angústia que JESUS sofresse; pois os mesmos homens que se uniram nesta cena terrível devem vê-la toda outra vez, em vívidos caracteres.


                                    É DESSE JEITO! "Áudio+" 

         


               
                      

História da Redenção - "O SANTUÁRIO" (Mensagem+)    


História da Redenção - "Os Espias e seu relatório" (Mensagem+)

História da Redenção - "O pecado de Moisés" (Mensagem+)   







 

 História da Redenção - "O Primeiro Advento de CRISTO" 


 História da Redenção - "O Ministério de CRISTO"  



               

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     TEOLOGIA - "O Crescimento da IGREJA" (Estudo 009/1ª Temporada)



                                        


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                                       "Assim Diz o SENHOR"  


História da Redenção - "O Ministério de CRISTO"

                                    É DESSE JEITO! 


                              "Assim Diz o SENHOR"   

          O Tempo está cumprido, e o Reino de DEUS está próximo; arrependei-vos e crede no Evangelho.

                           (Marcos 1: 15/PALAVRA de DEUS

                         

                     

   Depois que Satanás terminara suas tentações, afastara-se de JESUS por algum tempo, e os Anjos Lhe prepararam alimento no deserto e O fortaleceram; e a Bênção de Seu PAI repousou sobre Ele. Satanás fracassara em suas mais atrozes tentações, contudo aguardava o período do Ministério de JESUS, em que deveria em diferentes ocasiões experimentar sua astúcia contra Ele. Esperava também prevalecer contra Ele, estimulando aqueles que não receberiam a JESUS a odiá-Lo e procurar destruí-Lo. Satanás realizou um conselho especial com os seus anjos. Estavam desapontados e enraivecidos de que em nada tivessem prevalecido contra o FILHO de DEUS. Resolveram ser mais astuciosos, e empregar o mais que fosse possível o seu poder a fim de inspirar incredulidade no espírito dos de Sua própria nação quanto a ser Ele o SALVADOR do mundo, e desta maneira desanimar a JESUS em Sua Missão. Por mais exatos que pudessem ser os judeus em suas cerimônias e sacrifícios, se fossem conservados com os olhos fechados, quanto às Profecias, e levados a crer que o MESSIAS deveria aparecer como um poderoso rei mundano, poderiam eles ser conduzidos a desprezar e rejeitar a JESUS. 

   Foi-me mostrado que Satanás e seus anjos estiveram muito ocupados durante o Ministério de CRISTO, inspirando aos homens incredulidade, ódio e escárnio. Muitas vezes, quando JESUS proferia alguma Verdade incisiva, reprovando seus pecados, o povo  se tornava enraivecido. Satanás e seus anjos compeliam-nos a tirarem a vida do FILHO de DEUS. Mais de uma vez apanharam pedras para atirar-Lhe, porém Anjos Celestiais O guardaram e O afastaram da multidão irada para um lugar de segurança. Outra vez, quando as Claras Verdades caíam de Seus santos lábios, a multidão lançou mão dEle, e O levou ao cimo de uma colina, com o intuito de O lançar abaixo. Surgiu entre eles uma contenda, quanto ao que deveriam fazer com Ele, quando de novo os Anjos O ocultaram às vistas da multidão, e JESUS passando pelo meio, retirou-Se. 

   Satanás ainda esperava que o grande Plano da Salvação fracassasse. Exerceu todo o seu poder para endurecer o coração do povo e tornar hostis os seus sentimentos contra JESUS. Esperava que tão poucos O recebessem como o FILHO de DEUS, que Ele consideraria Seus sofrimentos e sacrifício demasiado grandes para serem feitos em prol de um grupo tão pequeno. Mas, se tivesse havido apenas duas pessoas que aceitassem a JESUS como o FILHO de DEUS, e nEle cressem para a Salvação de suas almas, Ele teria levado a efeito o Plano.

                                Aliviando o sofrimento 

   JESUS iniciou a Sua Obra quebrando o poder de Satanás sobre os que sofriam. Restabeleceu os doentes à saúde, deu vista aos cegos e curou os coxos, fazendo-os saltar de alegria e glorificar a DEUS. Restabeleceu à saúde os que tinham sido enfermos, e por muitos anos presos pelo poder cruel de Satanás. Com palavras cheias de graça consolava os fracos, os receosos, os desanimados. Aos fracos e sofredores, a quem Satanás retinha com triunfo, JESUS arrancou de suas garras, dando-lhes vigor de corpo e grande alegria e felicidade. Ressuscitou os mortos à vida, e estes glorificaram a DEUS pela  poderosa manifestação de Seu Poder. De maneira poderosa operou por todos os que nEle criam. 

   A Vida de CRISTO estava repleta de palavras e atos de benevolência, simpatia e amor. Ele estava sempre atento para escutar e aliviar as misérias daqueles que a Ele vinham. Em seus corpos restaurados à saúde, multidões levavam a prova de Seu Poder Divino. Contudo, depois que a obra fora cumprida, muitos se envergonhavam do humilde mas poderoso Ensinador. Porque os príncipes não cressem em JESUS, o povo não estava disposto a aceitá-Lo. Ele foi um homem de dores e familiarizado com trabalhos. Não podiam suportar o serem governados por Sua vida sóbria, abnegada. Desejavam gozar da honra que o mundo confere. Todavia, muitos seguiam o FILHO de DEUS e escutavam as Suas instruções, banqueteando-se com as palavras que tão graciosamente caíam de Seus lábios. Suas Palavras eram repletas de significação, e contudo, tão claras que os mais ignorantes as poderiam compreender.

                                   Oposição ineficaz

   Satanás e seus anjos cegaram os olhos e obscureceram o entendimento dos judeus, e instigaram os principais do povo e os governadores para tirarem a vida do SALVADOR. Enviaram-se oficiais a fim de lhes levarem a JESUS; ao chegarem, porém, perto de onde Ele Se achava, ficaram grandemente estupefatos. Viram-nO cheio de simpatia e compaixão, ao testemunhar Ele as desgraças humanas. Ouviram-nO falar com amor e ternura aos fracos e aflitos, animando-os. Ouviram-nO também, com voz de autoridade, repreender o poder de Satanás, e libertar seus cativos. Ouviram as Palavras de Sabedoria, que caíam de Seus lábios, e deixaram-se cativar por elas; não puderam lançar mão dEle. Voltaram aos sacerdotes e anciãos sem JESUS. Quando interrogados: “Por que não O trouxestes?” relataram o que haviam testemunhado de Seus milagres, e as Santas Palavras de Sabedoria, amor e conhecimento que tinham ouvido, e disseram: “Jamais alguém falou como este Homem.” Os principais dos sacerdotes os acusaram de ser também enganados e alguns dos oficiais ficaram envergonhados de não O haverem prendido. Os sacerdotes inquiriram, de maneira escarnecedora, se alguns dos príncipes haviam crido nEle. Muitos dos magistrados e anciãos creram em JESUS; mas Satanás os impediu de o confessar; temiam o opróbrio do povo mais do que temiam a DEUS.

   Até aí a astúcia e ódio de Satanás não tinham destruído o Plano da Salvação. O tempo para o cumprimento do objetivo pelo qual JESUS veio ao mundo, estava se aproximando. Satanás e seus anjos consultaram-se, e decidiram inspirar a própria nação de CRISTO a clamar avidamente por Seu sangue, e acumular sobre Ele crueldade e escárnio. Esperavam que JESUS Se ressentisse de tal tratamento, e deixasse de manter Sua humildade e mansidão. Enquanto Satanás formulava seus planos, JESUS estava cuidadosamente a revelar a Seus discípulos os sofrimentos pelos quais deveria passar, a saber, que Ele seria crucificado, e que Ressuscitaria no terceiro dia. Mas o entendimento deles parecia embotado, e não podiam compreender o que Ele lhes dizia.

          

                                        A Transfiguração

    A fé dos discípulos ficou grandemente fortalecida na transfiguração, quando lhes foi permitido contemplar a Glória de CRISTO e ouvir a Voz do Céu testificando do Seu Caráter Divino. DEUS desejou dar aos seguidores de JESUS forte prova de que Ele era o prometido MESSIAS, a fim de que em seu amargo desapontamento e tristeza quando da crucifixão, não perdessem por completo sua confiança. Por ocasião da Transfiguração o SENHOR enviou Moisés e Elias para falarem com JESUS sobre Seus sofrimentos e morte. Em vez de escolher Anjos para falar com Seu Filho, DEUS escolheu os que tinham por si mesmos experimentado as provações da Terra. Elias havia andado com DEUS. Sua obra tinha sido penosa e probante, pois o SENHOR por intermédio dele, havia reprovado os pecados de Israel. Elias fora um Profeta de DEUS, todavia vira-se compelido a fugir de um lugar para outro a fim de salvar a vida. Sua própria nação caçara-o como um animal feroz a fim de destruí-lo. Mas DEUS trasladara Elias. Anjos levaram-no para o Céu em Glória e Triunfo.

   Moisés foi maior do que qualquer que haja vivido antes dele. Foi altamente honrado por DEUS, tendo tido o privilégio de falar com o SENHOR face a face, como um homem fala a seu amigo. Foi-lhe permitido ver a luz resplandecente e excelente glória que rodeava o PAI. O SENHOR, por meio de Moisés, libertou os filhos de Israel do cativeiro egípcio. Moisés foi um mediador para o seu povo, ficando muitas vezes entre eles e a ira de DEUS. Quando a ira do SENHOR grandemente se acendeu contra Israel pela sua incredulidade, suas murmurações e seus ofensivos pecados, o amor de Moisés por eles foi provado. DEUS Se propusera a destruí-los, e fazer dele uma poderosa nação. Moisés mostrou seu amor para com Israel, por meio do fervoroso rogo que fez em favor deles. Em sua angústia orou a DEUS para que se desviasse Sua ardente ira e perdoasse a Israel, ou apagasse seu próprio nome de Seu livro. Moisés passou pela morte, mas CRISTO desceu e lhe deu vida antes que seu corpo visse a corrupção. Satanás procurou reter o corpo, pretendendo-o como seu; mas Miguel ressuscitou Moisés e levou-o ao Céu. Satanás maldisse amargamente a DEUS, acusando-O de injusto por permitir que sua presa lhe fosse tirada; CRISTO, porém, não repreendeu a Seu adversário, embora fosse por sua tentação que o servo de DEUS houvesse caído. Mansamente remeteu-o a Seu PAI, dizendo: “O SENHOR te repreenda.” (Judas 9).

   JESUS tinha dito a Seus discípulos que alguns havia com Ele que não provariam a morte antes que vissem o Reino de DEUS vir com poder. Na transfiguração esta promessa se cumpriu. Transformou-se ali o rosto de JESUS, e resplandeceu como o Sol. Suas vestes se tornaram brancas e luzentes. Moisés estava presente para representar os que serão Ressuscitados dentre os mortos, por ocasião do Segundo Advento de JESUS. E Elias, que fora trasladado sem ver a morte, representava os que serão transformados à imortalidade por ocasião da Segunda Vinda de CRISTO, e serão trasladados para o Céu sem ver a morte. Os discípulos contemplaram com temor e espanto a excelente Majestade de JESUS e a nuvem que os cobriu e ouviram a Voz de DEUS com terrível Majestade, Dizendo: “Este é o Meu Filho, o Meu Eleito: a Ele ouvi.”

                                                                                                                                  Continua...


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