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As Bem-Aventuranças: O Caminho de JESUS para a Verdadeira Felicidade

                                          É DESSE JEITO! 

                  

As bem-aventuranças revelam que a verdadeira felicidade não nasce do poder, da riqueza ou da glória humana, mas de um coração transformado pelo Reino de Deus.

Mais de mil e quatrocentos anos antes do nascimento de Jesus em Belém, os filhos de Israel se reuniram no vale de Siquém. Ali, entre os montes Gerizim e Ebal, foram proclamadas bênçãos e maldições. A bênção viria pela obediência aos mandamentos do Senhor; a maldição, pela rejeição de Sua voz.

Mas não foi no monte Gerizim que as palavras mais profundas de bênção seriam pronunciadas ao mundo. Séculos depois, em uma montanha sem nome, próxima ao mar da Galileia, Jesus Se assentou diante de Seus discípulos e de uma grande multidão. Ali, Ele abriu os lábios e revelou os princípios do Seu Reino.

Aquele momento ficou conhecido como o Sermão do Monte.

E suas primeiras palavras, chamadas de bem-aventuranças, continuam ecoando até hoje como um convite de Deus para uma vida diferente: uma vida marcada pela humildade, pela pureza, pela misericórdia, pela justiça e pela paz.

Um povo que esperava o Messias de forma errada

Quando Jesus iniciou Seu ministério, muitos em Israel aguardavam um Messias poderoso segundo os padrões humanos. Esperavam um príncipe guerreiro, alguém que libertasse a nação do domínio romano e colocasse Israel acima de todos os povos.

Mas o coração do povo estava preso a uma visão terrena do Reino de Deus.

A verdadeira devoção havia sido sufocada por tradições vazias e cerimônias sem vida. Muitos interpretavam as profecias conforme seus próprios desejos de grandeza, orgulho e domínio. Esperavam um trono terreno, mas Jesus veio oferecer algo muito maior: libertação do pecado.

João Batista já havia apontado para Cristo dizendo que Ele era o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Mesmo assim, muitos não quiseram ouvir. Deus procurava conduzir o povo à compreensão das profecias sobre o sofrimento do Salvador, mas seus corações estavam fechados.

Eles queriam um rei que derrotasse Roma. Deus lhes enviou um Salvador para vencer o pecado.

Jesus revela a verdadeira natureza do Reino

A mensagem de Jesus era clara: “É chegado o reino dos céus” (Mateus 4:17).

Essa declaração despertou a atenção de todas as classes. Multidões começaram a seguir o Mestre. Pobres, enfermos, pescadores, camponeses, religiosos, curiosos e necessitados se aproximavam Dele em busca de cura, esperança e respostas.

Mas muitos ainda carregavam expectativas equivocadas. Imaginavam que Jesus logo estabeleceria um reino político, com Jerusalém como centro de uma glória mundial. Os pobres esperavam deixar suas cabanas humildes para receber mansões. Os oprimidos esperavam trocar sua miséria por riqueza. Os líderes religiosos sonhavam com poder e domínio.

Então Jesus subiu ao monte.

E, diante daquela multidão cheia de expectativas humanas, Ele revelou que o Reino de Deus não começa com coroas, palácios e conquistas militares. Começa no coração.

Antes de ensinar, Jesus orou

Antes de pronunciar o Sermão do Monte, Jesus passou a noite em oração.

Esse detalhe é profundamente significativo. O Salvador não escolheu Seus discípulos nem iniciou aquela grande instrução sem comunhão com o Pai. Ao amanhecer, chamou os doze para junto de Si, impôs-lhes as mãos e os separou para a obra do evangelho.

Eles ainda não compreendiam plenamente Sua missão. Também esperavam, em alguma medida, um reino terrestre. Ainda precisavam ser educados, corrigidos e preparados.

Mas Jesus viu neles algo que eles mesmos ainda não enxergavam. Viu homens que poderiam ser transformados por Sua graça e usados para levar a mensagem do Reino ao mundo.

Isso nos ensina que Deus não chama pessoas prontas. Ele chama pessoas dispostas a permanecer com Cristo, aprender com Ele e ser moldadas por Sua Palavra.

Uma multidão à procura de cura e esperança

Naquela manhã, pessoas de várias regiões se reuniram para ouvir Jesus. Vieram da Galileia, da Judeia, de Jerusalém, da Pereia, de Decápolis, da Idumeia, de Tiro e Sidom.

Alguns vieram porque estavam enfermos. Outros, porque tinham ouvido falar dos milagres. Muitos buscavam alívio para dores físicas e espirituais. A Bíblia declara que saía virtude de Jesus, e Ele curava a todos.

Mas Cristo desejava fazer mais do que curar corpos. Ele queria curar a alma. Queria revelar ao povo que a verdadeira bênção não estava em dominar outros, mas em ser dominado pela vontade de Deus.

Então, sentado sobre a relva, com Seus discípulos perto e a multidão ao redor, Jesus começou a ensinar.

As bem-aventuranças: o retrato do caráter cristão

As bem-aventuranças não são apenas frases bonitas. Elas são o retrato do caráter daqueles que pertencem ao Reino de Deus.

Jesus chamou de felizes os pobres em espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os pacificadores e os perseguidos por causa da justiça.

A multidão talvez esperasse palavras sobre poder, libertação política e glória nacional. Mas Jesus falou sobre humildade, arrependimento, mansidão, misericórdia e pureza.

Essa foi uma virada espiritual poderosa.

O mundo chama de felizes os fortes, os ricos, os influentes e os admirados. Jesus chama de felizes aqueles que reconhecem sua necessidade de Deus.

O mundo exalta quem domina. Cristo exalta quem se rende ao Pai.

O mundo valoriza aparência. Jesus valoriza o coração.

                          

A verdadeira felicidade começa na humildade

A primeira bem-aventurança declara: “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3).

Ser pobre em espírito não significa viver sem valor, sem alegria ou sem esperança. Significa reconhecer a própria dependência de Deus. É admitir que não podemos salvar a nós mesmos, que nossa justiça é insuficiente e que precisamos completamente da graça de Cristo.

Essa é a porta de entrada do Reino.

Enquanto os líderes religiosos se sentiam ricos em conhecimento e méritos, Jesus abençoou os humildes. Enquanto muitos esperavam grandeza exterior, Ele revelou que a verdadeira grandeza começa com um coração quebrantado.

A felicidade que Jesus oferece não depende das circunstâncias. Ela nasce da comunhão com Deus.

O Sermão do Monte continua falando hoje

O cenário mudou, mas a necessidade humana continua a mesma.

Ainda hoje, muitos procuram felicidade em conquistas, reconhecimento, dinheiro, segurança e poder. Outros esperam que Deus apenas resolva problemas externos, sem tocar nas profundezas do coração.

Mas Jesus continua nos chamando para algo maior.

Ele não veio apenas melhorar nossa vida por fora. Veio transformar nosso ser por dentro. Ele não veio apenas aliviar dores temporárias. Veio nos conduzir ao Reino eterno.

O Sermão do Monte nos mostra que a vida cristã não é aparência religiosa. É transformação real. É viver sob os princípios do céu enquanto ainda caminhamos na Terra.

Conclusão: o Reino começa no coração

Naquela montanha junto ao mar da Galileia, Jesus desfez falsas expectativas e apresentou a verdadeira essência do Reino de Deus.

Ele mostrou que a felicidade não está no orgulho, mas na humildade. Não está na vingança, mas na misericórdia. Não está na aparência, mas na pureza. Não está no domínio humano, mas na submissão à vontade do Pai.

As bem-aventuranças são convites de Cristo para uma vida que reflete o caráter do céu.

Hoje, o mesmo Jesus que ensinou à multidão também nos chama a sentar aos Seus pés, ouvir Sua voz e permitir que Seus princípios moldem nossa vida.

A pergunta é: estamos buscando o Reino como o povo esperava, com ambições terrenas, ou como Jesus ensinou, com um coração humilde e transformado?

Que a nossa oração seja: Senhor, ensina-me a viver as bem-aventuranças. Forma em mim o caráter do Teu Reino. E que a minha vida seja edificada sobre um claro: Assim diz o Senhor.

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Especial - "Que o Sangue dEle caia sobre nós e sobre nossos filhos"

                                                É DESSE JEITO!   

               

     Numa voz que se podia ouvir até longe, Pilatos perguntou: “Devo crucificar o rei de vocês?" Mas de profanos e blasfemos lábios partiram as palavras: "Não temos rei, senão a César." (João 19:15).

   Escolhendo assim um governo pagão, apartara-se a nação judaica da Teocracia. Rejeitara a DEUS como Rei. Não tinha, daí em diante, mais libertador. Não tinha rei senão a César. A isso os sacerdotes e doutores levaram o povo. Por isso, bem como pelos terríveis resultados que se seguiram, eram eles responsáveis. O pecado de uma nação e sua ruína eram devidos aos guias religiosos.

    Quando Pilatos se declarou inocente do Sangue de CRISTO, Caifás respondeu desafiadoramente: "Que o sangue dEle caia sobre nós e sobre nossos filhos." (Mateus 27:25). As tremendas palavras foram repetidas pelos sacerdotes e príncipes; e ecoadas pela turba, num bramir não humano de vozes. Toda a multidão respondeu, dizendo: "Seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos."

   O povo de Israel fizera sua escolha. Apontando a JESUS, dissera: "Fora daqui com Este, e solta-nos Barrabás", ladrão e homicida, que representava Satanás. CRISTO era o representante de DEUS. CRISTO fora rejeitado; Barrabás, preferido. Barrabás teriam eles. Fazendo sua escolha, aceitaram aquele que desde o princípio fora mentiroso e homicida. Satanás era seu guia. Como nação, seguiriam suas ordens. Fariam suas obras. Teriam de suportar lhe o domínio. O povo que escolheu Barrabás, em vez de CRISTO, haveria de sentir a crueldade de Barrabás enquanto o tempo durasse.      

   Olhando ao ferido Cordeiro de DEUS, os judeus exclamaram: "Que o sangue dEle caia sobre nós e sobre nossos filhos." (Mateus 27:25). Aquele espantoso brado subiu ao Trono de DEUS. Aquela sentença pronunciada contra si mesmos foi Escrita no Céu. Foi ouvida aquela súplica. O Sangue do FILHO de DEUS tornou-se perpétua maldição sobre seus filhos e os filhos de seus filhos.

   Terrivelmente se cumpriu isso na destruição de Jerusalém. Terrivelmente se tem manifestado na condição do povo judeu durante todos estes séculos - um ramo cortado da videira, um morto e estéril ramo para ser colhido e lançado no fogo. De terra para terra através do mundo, de século em século mortos, mortos em ofensas e pecados!

   Terrivelmente será aquela súplica atendida no Grande Dia do Juízo. Quando CRISTO vier de novo à Terra, não como preso rodeado pela plebe, os homens hão de vê-Lo. Hão de vê-Lo então como o Rei do Céu. CRISTO virá em Sua própria Glória, na Glória do PAI e na dos Santos Anjos. Milhares de milhares de Anjos, os belos e triunfantes Filhos de DEUS, possuindo extrema Formosura e Glória, hão de acompanhá-Lo. Então Se assentará no Trono de Sua Glória, e diante dEle se congregarão as nações. Então todo olho O verá, e também os que o traspassaram. Em lugar de uma coroa de espinhos, terá uma de Glória - uma Coroa dentro de outra. Em lugar do velho vestido real de púrpura, trajará vestes do mais puro branco, "tais como nenhum lavandeiro no mundo seria capaz de branqueá-las". (Marcos 9:3). E nas vestes e na Sua coxa estará escrito um nome: "Rei dos reis e Senhor dos senhores."(Apocalipse 19:16). Os que dEle zombaram e O feriram, ali estarão. Os sacerdotes e príncipes contemplarão novamente a cena do tribunal. Cada circunstância há de aparecer diante deles, como se escrita com Letras de Fogo. Então os que rogaram: "Que o sangue dEle caia sobre nós e sobre nossos filhos" (Mateus 27:25) receberão a resposta a sua súplica. Então o mundo inteiro saberá e compreenderá. Perceberão a quem eles, pobres, fracos e finitos seres humanos estiveram a combater. Em terrível agonia e horror clamarão às montanhas e às rochas: "Caiam sobre nós e escondam-nos da face dAquele que está assentado no Trono e da Ira do Cordeiro! Pois chegou o Grande Dia da Ira deles; e quem poderá suportar?" (Apocalipse 6:16 e 17).


                                                  



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Especial - "A BÍBLIA e o Carnaval"

                                     É DESSE JEITO! 

   Conheça algumas reflexões sobre como essa festividade pode impactar cristãos que adotam princípios defendidos na BÍBLIA

                

   A BÍBLIA traz uma série de orientações sobre a postura do cristão e sua relação quanto a temas específicos. Várias são as tentativas de explicar a origem do Carnaval e isso sugere que é muito difícil saber com certeza sua história e, mais provavelmente, que a festa celebrada atualmente seja herdeira de múltiplas tradições. Na história ocidental, no entanto, é possível que sua origem esteja ligada misticamente ao deus grego Dioniso.

   Abandonada na ilha de Naxos por Teseu, Ariadne não teve muito tempo para lamentar sua solidão, pois a chegada de Dioniso despertou sua paixão imediatamente. Com o casamento, passam a celebrar sua alegria no litoral da Grécia. Em cada local que paravam, seu barco, cheio de vinho e flores, era colocado sobre um carro e puxada por bois, transitando sobre a cidade levando música, dança, vinho e sensualidade para a multidão que os acompanhava. Mais tarde, em Roma, essa festa passou a ser conhecida como carrum navalis.

                         Realidade brasileira  

   No Brasil, o Carnaval como conhecemos foi herdado da festividade portuguesa chamada “entrudo”, que mesmo com sua origem pagã, já havia sido incorporada no calendário cristão, marcando o início da quaresma. A quaresma é um período litúrgico que antecede a Páscoa e costuma ser celebrado por algumas religiões como as igrejas Católica, Ortodoxa, Anglicana e Luterana. Assim, apesar de fazer parte da identidade brasileira, o Carnaval é uma importação de festivais religiosos e culturais bastante antigos.

                    Sobre o ambiente carnavalesco 

   Considerar o Carnaval apenas como uma manifestação cultural não é suficiente para avaliar sua influência para um cristão que se pauta pela BÍBLIA. As iniciativas de órgãos públicos de criar campanhas de conscientização específicos para o Carnaval sobre infecções sexualmente transmissíveis, acidentes de trânsito, uso moderado de álcool, violência contra mulheres e crianças, possuem uma indicação clara. 

   Evidenciam que o ambiente carnavalesco é caracterizado pela exibição sensual, prática de sexo casual, uso e abuso de álcool e drogas, entre outras coisas. Será este um ambiente adequado dentro de uma cosmovisão cristã?

                

                                     O que a BÍBLIA diz?  

   “Ai dos que se levantam pela manhã e seguem a bebedice e continuam até alta noite, até que o vinho os esquenta” (Isaías 5:11). Apesar do texto parecer se encaixar na experiência dos foliões, nenhuma passagem bíblica adverte sobre o Carnaval propriamente dito. Alguns princípios, contudo, podem ajudar a nortear os cristãos a respeito da festividade. 

   A Bíblia alerta de maneira decisiva contra o uso de bebidas alcóolicas (por exemplo Provérbios 20:1; 23:29-32; Oseias 4:11; Lucas 21:34; 1 Coríntios 6:9,10; Gálatas 5:19-21). Apesar da crença de alguns de que a BÍBLIA não condena o uso moderado de álcool, mas apenas a embriaguez, não é certo que existam níveis seguros de consumo alcóolico, sendo a abstinência total um caminho mais acertado.

   Além disso, decisiva é também a norma bíblica quanto à pureza moral e sexual (Mateus 5:27, 28; Efésios 5:3 ,4; Gálatas 5:19-21; 1Tessalonicenses 4:3-8). É muito difícil imaginar um cenário em que tais recomendações poderiam ser observadas durante o Carnaval. Essas duas áreas são apenas exemplos que sugerem que essa festa não se mostra como um ambiente próprio para o cristão. 

                                O que DEUS espera de nós? 

   A ignorância têm cegado o entendimento e a lucidez da mente das pessoas, porém DEUS declara com muita rigidez em SUA PALAVRA as advertências:

                                   "Assim Diz o SENHOR"

   "O Senhor é longânimo e grande em misericórdia, que perdoa a iniquidade e a transgressão, que o culpado não tem por inocente, e visita a iniquidade dos pais sobre os filhos até à terceira e quarta geração". (Números 14:18)

   "Os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz". (Romanos 8: 5-8, 12-14)

  "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade par dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências". (Gálatas 5:13,24)

   "Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna". (Gálatas 6:8)

   Todos os que se inclinam para as coisas da carne se constituem inimigos de DEUS. “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra DEUS, pois não é sujeita à Lei de DEUS, nem em verdade o pode ser; e os que estão na carne não podem agradar a DEUS.”

   Que DEUS no conceda a força do SEU ESPÍRITO SANTO para vivermos de acordo com a Sua vontade e não conforme os ditames da carne.

                                       Para onde ir? 

   Nos últimos anos, algumas igrejas têm adotado a iniciativa de realizar uma espécie de projeto evangelístico em que um grupo de membros tenta chamar a atenção dos carnavalescos com cartazes com dizeres como “Jesus te ama”. A iniciativa parece ter uma boa intenção, mas é válido refletir sobre a eficácia de uma ação que pode ser de pouco significado para quem está festejando em contraste com a exposição ao ambiente já citado. 

   Como alternativa, outras aproveitam esse momento para retiros espirituais de verão, oferecendo oportunidade para crescimento espiritual e comunhão com DEUS e a comunidade.  

   Esse período, portanto, suscita reflexões sobre o estilo de vida cristão e o comprometimento que cada crente individual tem com a fé que professa. Os lugares que frequentamos, os ambientes que escolhemos, nossas ações do dia a dia destacam, em grande medida, se vivemos, “acima de tudo, por modo digno do EVANGELHO de CRISTO” (Filipenses 1:27)

                               


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Especial de Fim de Ano - "O Natal" (Mensagem+)

                                             É DESSE JEITO!  

                                     "O Natal"                          

                                O Natal Como Dia de Festa 

   "Aproxima-se o Natal", eis a nota que soa através do mundo, de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Para os jovens, de idade imatura, e mesmo para os de mais idade, é este um período de alegria geral, de grande regozijo. Mas o que é o Natal, que assim exige tão grande atenção? ...

   O dia 25 de dezembro é supostamente o dia do nascimento de JESUS CRISTO, e sua observância tem-se tornado costumeira e popular. Entretanto não há certeza de que se esteja guardando o verdadeiro dia do nascimento de nosso SALVADOR. A História não nos dá certeza absoluta disto. A BÍBLIA não nos informa a data precisa. Se o SENHOR tivesse considerado este conhecimento essencial para a nossa Salvação, Ele Se teria pronunciado através de Seus Profetas e Apóstolos, para que pudéssemos saber tudo a respeito do assunto. Mas o silêncio das ESCRITURAS sobre este ponto dá-nos a evidência de que ele nos foi ocultado por razões as mais sábias.

   Em Sua sabedoria o SENHOR ocultou o lugar onde sepultou Moisés. DEUS o sepultou e DEUS o ressuscitou e o levou para o Céu. Este procedimento visava prevenir a idolatria. Aquele contra quem se haviam rebelado quando estava em serviço ativo, a quem haviam provocado quase além dos limites da resistência humana, era quase adorado como DEUS depois de separado deles pela morte. Pela mesma razão é que Ele ocultou o dia preciso do nascimento de CRISTO, para que o dia não recebesse a honra que devia ser dada a CRISTO como REDENTOR do mundo - Aquele que deve ser recebido, em quem se deve crer e confiar como Aquele que pode Salvar perfeitamente todos os que a Ele vêm. A adoração da alma deve ser prestada a JESUS como o FILHO do infinito DEUS. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.

                 O Dia não Deve Ser Passado por Alto 

   Sendo que o dia 25 de dezembro é observado em comemoração do nascimento de CRISTO, e sendo que as crianças têm sido instruídas por preceito e exemplo que este foi indubitavelmente um dia de alegria e regozijo, será difícil passar por alto este período sem lhe dar alguma atenção. Ele pode ser utilizado para um bom propósito.

     A juventude deve ser tratada com muito cuidado. Não devem ser deixados no Natal a buscar seus próprios divertimentos em prazeres vãos, em diversões que lhes rebaixarão a espiritualidade. Os pais podem controlar esta questão voltando a mente e as ofertas dos filhos para DEUS e Sua Causa e a Salvação de almas.

   O desejo de divertimentos, em vez de ser contido e arbitrariamente sufocado, deve ser controlado e dirigido mediante paciente esforço da parte dos pais. Seu desejo de dar presentes deve ser levado através de puros e santos canais e feitos resultar em bênção ao nosso próximo graças à manutenção do tesouro na grande e ampla obra para a qual CRISTO veio ao mundo. Abnegação e espírito de sacrifício assinalaram Sua conduta. Seja isto também o que assinale os que professam amar a JESUS, porque nEle está centralizada nossa esperança de Vida Eterna. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.

                  Troca de Presentes Como Sinais de Afeição 

   As festas estão chegando rapidamente com sua troca de presentes, e jovens e idosos estão estudando intensamente o que poderão dar a seus amigos como sinal de afetuosa lembrança. É agradável receber um presente, mesmo simples, daqueles a quem amamos. É uma afirmação de que não estamos esquecidos, e parece ligar-nos a eles mais intimamente.

   Está certo concedermos a outros demonstrações de amor e afeto, se em assim fazendo não esquecemos a DEUS, nosso melhor amigo. Devemos dar nossos presentes de tal maneira que se provem um real benefício ao que recebe. Eu recomendaria determinados livros que fossem um auxílio na compreensão da PALAVRA de DEUS ou que aumentem nosso amor por seus preceitos. Review and Herald, 26 de dezembro de 1882.

              Recomenda-se Dar aos Filhos Livros Como Presentes 

   Há muitos que não têm livros e publicações sobre a Verdade Presente. Aqui está um grande campo onde o dinheiro pode ser investido com segurança. As pequenas quantias gastas em guloseimas e brinquedos inúteis podem ser acumuladas e com isto comprar livros. ...

   Os que desejarem fazer caros presentes a seus filhos, netos, sobrinhos, procurem para eles os livros da CPB (Recomendado pelo nosso BLOG). Para os jovens a Vida de José Bates é um tesouro; também os três volumes de O Espírito de Profecia e tantos outros. Esses volumes podem ser levados a cada família na Terra. DEUS está dando a luz do Céu, e nenhuma família deve ficar sem ela. Sejam os presentes que façais, da espécie que espalhe raios de luz sobre o caminho que conduz ao Céu. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.

                       

                                JESUS não Deve Ser Esquecido 

   Irmãos e irmãs, enquanto estais planejando dar presentes uns aos outros, desejo lembrar-vos nosso Amigo celestial, para que não passeis por alto Suas reivindicações. Ele Se agradará se mostrarmos que não O esquecemos. JESUS, o Príncipe da Vida, deu tudo a fim de pôr a Salvação ao nosso alcance. ... Ele sofreu mesmo até à morte, para que nos pudesse dar a Vida Eterna.

   É por meio de CRISTO que recebemos todas as bênçãos. ... Não deve nosso Benfeitor celestial participar das provas de nossa gratidão e amor? Vinde, irmãos e irmãs, vinde com vossos filhos, mesmo os bebês em vossos braços, e trazei ofertas a DEUS, segundo vossas possibilidades. Cantai ao SENHOR em vosso coração, e esteja em vossos lábios o Seu louvor. Review and Herald, 26 de dezembro de 1882.

                        Natal - Ocasião Para Honrar a DEUS 

   Pelo mundo os feriados são passados em frivolidades e extravagância, glutonaria e ostentação. ... Milhares de dólares serão gastos de modo pior do que se fossem lançados fora, no próximo Natal e Ano Novo, em condescendências desnecessárias. Mas temos o privilégio de afastar-nos dos costumes e práticas desta época degenerada; e em vez de gastar meios meramente na satisfação do apetite, ou com ornamentos desnecessários ou artigos de vestuário, podemos tornar as festividades vindouras uma ocasião para honrar e glorificar a DEUS. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.

   CRISTO deve ser o objetivo supremo; mas da maneira em que o Natal tem sido observado, a glória é desviada dEle para o homem mortal, cujo caráter pecaminoso e defeituoso tornou necessário que Ele viesse ao nosso mundo.

   JESUS, a Majestade do Céu, o nobre Rei do Céu, pôs de lado Sua realeza, deixou Seu Trono de Glória, Sua alta posição, e veio ao nosso mundo para trazer ao homem caído, debilitado nas faculdades morais e corrompido pelo pecado, Auxílio Divino. ...

   Os pais deviam trazer essas coisas ao conhecimento de seus filhos e instruí-los Mandamento sobre Mandamento, regra sobre regra, em suas obrigações para com DEUS - não suas obrigações de uns para com os outros, de honrarem-se e glorificarem-se uns aos outros por presentes e dádivas. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.

             Volver os Pensamentos dos Filhos Para um Novo Canal 

   Há muita coisa que pode ser planejada com gosto e muito menos dispêndio do que os desnecessários presentes que são tão frequentemente oferecidos a nossos filhos e parentes, podendo assim ser mostrada cortesia e a felicidade ser levada ao lar.

   Podeis ensinar uma lição a vossos filhos enquanto lhes explicais a razão por que tendes feito uma mudança no valor de seus presentes, dizendo-lhes que estais convencidos de que tendes até então considerado o prazer deles mais que a Glória de DEUS. Dizei-lhes que tendes pensado mais em vosso próprio prazer e satisfação deles e de manter-vos em harmonia com os costumes e tradições do mundo, em dar presentes aos que deles não necessitam, do que em ajudar ao progresso da causa de DEUS. Como os magos do passado, podeis oferecer a DEUS vossos melhores dons e mostrar por vossas ofertas a Ele que apreciais Seu dom por um mundo pecaminoso. Levai os pensamentos de vossos filhos através de um canal novo, altruístico, incitando-os a apresentar ofertas a DEUS pelo dom do Seu Unigênito Filho. Review and Herald, 13 de novembro de 1894.

                  


                     "Devemos Armar uma Árvore de Natal?" 

   DEUS muito Se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvores de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente. Não há particular pecado em selecionar um fragrante pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore.

   A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai isto a DEUS como vosso presente de Natal. Sejam vossas doações santificadas pela oração. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.

   As festividades de Natal e Ano Novo podem e devem ser celebradas em favor dos necessitados. DEUS é glorificado quando ajudamos os necessitados que têm família grande para sustentar. Manuscrito 13, 1896.

                Árvore de Natal com Ofertas Missionárias não é Pecado 

   Não devem os pais adotar a posição de que uma árvore de Natal posta na igreja para alegrar os alunos da Escola Sabatina seja pecado, pois pode ela ser uma grande bênção. Ponde-lhes diante do espírito objetos benevolentes. Em nenhum caso o mero divertimento deve ser o objetivo dessas reuniões. Conquanto possa haver alguns que transformarão essas reuniões em ocasiões de descuidada leviandade, e cujo espírito não recebeu as Impressões Divinas, outros espíritos e caracteres há para quem essas reuniões serão altamente benéficas. Estou plenamente convicta de que inocentes substitutos podem ser providos para muitas reuniões que desmoralizam. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.

                Providenciar Recreação Inocente Para o Dia 

   Não vos levantaríeis, meus irmãos e irmãs cristãos, cingindo-vos a vós mesmos para o dever no temor do SENHOR, procurando arranjar este assunto de tal maneira que não seja árido e desinteressante, mas repleto de inocente prazer que leve o sinete do Céu? Eu sei que a classe pobre responderá a estas sugestões. Os mais ricos também devem mostrar interesse e apresentar seus donativos e ofertas proporcionalmente aos meios que DEUS lhes confiou. Que se registrem nos livros do Céu um Natal como jamais houve em virtude dos donativos que forem dados para o sustento da obra de DEUS e o reerguimento do Seu Reino. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.                           

                                                    Fonte: O Lar Adventista (Ellen G. White)



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                  Os Grandes Temas da BÍBLIA - "Nova Terra"


                    Os Grandes Temas da BÍBLIA - "MILÊNIO"


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "SEGUNDA VINDA" (Parte 2/2)


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "SEGUNDA VINDA" (Parte 1/2)


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "RESSURREIÇÃO"


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "INFERNO" (Parte 2/2)


  Os Grandes Temas da BÍBLIA - "INFERNO" (Parte 1/2)

Os Grandes Temas da BÍBLIA - "SAÚDE" (Parte 2/2)  


 Os Grandes Temas da BÍBLIA – “SAÚDE” (Parte 1/2)


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "MORDOMIA"


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "DONS ESPIRITUAIS"


   Os Grandes Temas da BÍBLIA - "Ceia do SENHOR"





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    Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

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