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Guia de Estudo Bíblico “Sem Tabus” (Grátis)

                                         É DESSE JEITO!                                     

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                Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

                                              "Assim Diz o SENHOR"  


O Álcool e a Sociedade - "Advertências Divinas" (Parte 4/4)

                                           É DESSE JEITO!

   

                   Destronada a Razão na Festa de Belsazar   

   Em seu orgulho e arrogância, com um temerário senso de segurança, Belsazar "deu um grande banquete a mil dos seus grandes, e bebeu vinho na presença dos mil". (Daniel 5:1). Todas as atrações que a riqueza e o poder podem proporcionar, acrescentavam esplendor à cena. Belas mulheres com seus encantos estavam entre os hóspedes em atendimento ao banquete real. Homens de talento e educação estavam presentes. Príncipes e estadistas bebiam vinho como água, e se depreciavam sob sua enlouquecedora influência.

   A razão destronada pela despudorada intoxicação, os mais baixos impulsos e paixões agora em ascendência, o rei em pessoa tomou a dianteira na desbragada orgia. (Profetas e Reis).

   No próprio momento em que o festa se achava no apogeu, uma lívida mão apareceu, e traçou na parede do salão de banquete a condenação do rei e de seu reino. "Mene, Mene, Tequel, Ufarsim", foram as palavras escritas, e foram interpretadas por Daniel como significando: "Pesado foste na balança, e foste achado em falta. ... Dividido foi o teu reino, e deu-se aos medos e aos persas." (Daniel 5:25-27). E diz-nos o registro: "Naquela mesma noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus. E Dario, o medo, ocupou o reino." (Daniel 5:30 e 31).

   Mal pensava Belsazar que um Observador invisível contemplava sua orgia idólatra. Nada, porém, há dito ou feito que não seja registrado nos Livros do Céu. Os caracteres místicos traçados pela pálida mão testificam de que DEUS é testemunha de tudo quanto fazemos, e que é desonrado pelos desregrados banquetes. Nada podemos ocultar a DEUS. Não podemos escapar de nossa responsabilidade para com Ele. Estejamos onde estivermos e façamos o que fizermos, somos responsáveis para com Aquele a quem pertencemos pela Criação e pela Redenção. (Manuscrito 50, 1893).

                   Terrível Resultado da Dissipação de Herodes 

   Em muitas coisas havia Herodes reformado sua vida dissoluta. Mas o uso de comidas requintadas e bebidas estimulantes estavam constantemente enervando e amortecendo as faculdades morais e físicas, e combatendo contra os fervorosos apelos do ESPÍRITO de DEUS, que haviam infundido convicção ao coração de Herodes, despertando-lhe a consciência para afastar seus pecados. Herodias estava familiarizada com os pontos fracos do caráter de Herodes. Sabia que, em circunstâncias normais, enquanto sua inteligência o controlava, ela não podia obter a morte de João. ...

   Ocultou o melhor possível o seu ódio, aguardando o aniversário de Herodes, que ela sabia, havia de ser uma ocasião de glutonaria e intoxicação. O gosto de Herodes pelas comidas requintadas e o vinho lhe ofereceriam oportunidade de pegá-lo  desarmado. Ela o provocaria a condescender com o apetite, o que despertaria a paixão e diminuiria o tono do caráter mental e moral, tornando-lhe impossível, às sensibilidades amortecidas, ver claramente os fatos e os indícios, e tomar retas decisões. Ela fez os mais dispendiosos preparativos para a festa, e pecaminosa dissipação. Estava familiarizada com a influência desses banquetes intemperantes sobre o intelecto e a moral. Sabia que a condescendência de Herodes com o apetite, o prazer, os divertimentos lhe despertariam as paixões inferiores, e o tornariam incapaz para as mais nobres demandas do esforço e do dever.

   A alegria contrária à natureza que a intemperança dá à mente e ao humor diminui as sensibilidades ao aperfeiçoamento moral, tornando impossível aos santos impulsos atuarem no coração, e manterem o governo das paixões, quando a opinião pública e a moda as sustêm. Festividades e divertimentos, danças e o livre uso do vinho, embotam os sentidos, e removem o temor de DEUS. ...

   Enquanto Herodes e seus grandes se estavam banqueteando e bebendo no salão do prazer ou sala da festa, Herodias, degradada pelo crime e a paixão, mandou sua filha, vestida da maneira mais encantadora, à presença de Herodes e seus hóspedes reais. Salomé estava ornada pelas mais custosas grinaldas e flores. Enfeitava-se com joias cintilantes e vistosos braceletes. Com poucas vestes e menos modéstia, dançou ela para divertimento dos hóspedes do rei. Aos seus sentidos pervertidos, o encantador aparecimento dessa, para eles, visão de beleza e de graça, encantou-os. Em vez de serem regidos pela razão esclarecida, pelo gosto refinado ou consciência sensível, as qualidades inferiores da mente empunharam as rédeas. A virtude e os princípios não tiveram nenhum poder controlador.

   O falso encanto da cena deslumbrante pareceu tirar a razão e a dignidade de Herodes e de seus hóspedes, inflamados pelo vinho. A música e o vinho e a dança haviam afastado deles o temor e a reverência de DEUS. Coisa alguma parecia Sagrada aos pervertidos sentidos de Herodes. Estava desejoso de fazer uma ostentação que o exaltasse ainda mais perante os grandes homens de seu reino. E prometeu precipitadamente, e confirmou sua promessa com juramento, dar à filha de Herodias tudo quanto ela pedisse. ...

   De posse de tão maravilhosa promessa, ela correu para sua mãe, querendo saber que devia pedir. Pronta foi a resposta dessa mãe: A cabeça de João Batista em um prato. A princípio Salomé ficou chocada. Não compreendia a oculta vingança no coração de sua mãe. Recusou apresentar tão desumano pedido; mas a determinação daquela ímpia mãe prevaleceu. Além disso, ela pediu à filha que não se detivesse, mas se apressasse a apresentar sua petição antes que Herodes tivesse tempo de refletir, e mudar de ideia. Em harmonia com isso, Salomé voltou a Herodes com seu horrível pedido: "Dá-me aqui num prato a cabeça de João Batista. E o rei afligiu-se, mas, por causa do juramento, e dos que estavam à mesa com ele, ordenou que se lhe desse." (Mateus 14:8 e 9).

   Herodes ficou pasmo e confundido. Cessou sua tumultuosa alegria, e os hóspedes estremeceram de horror ante esse desumano pedido. As frivolidades e dissipações daquela noite custaram a vida a um dos mais eminentes Profetas que já deram uma Mensagem de DEUS aos homens. O copo intoxicante preparou o caminho para esse terrível crime. (Review and Herald, 11 de março de 1873).

                        Nem uma só voz Para Salvar a João 

   Por que não se fez ouvir nem uma só voz naquele grupo para impedir Herodes de cumprir seu estulto voto? Eles estavam intoxicados de vinho, e a seus sentidos obscurecidos nada havia a ser reverenciado. Se bem que os hóspedes reais tivessem virtualmente um convite para o desligar daquele voto, suas línguas pareciam paralisadas. O próprio Herodes se achava sob a ilusão de que, a fim de salvar a própria reputação, precisava manter um juramento feito sob a influência da intoxicação. O princípio moral, única salvaguarda da alma, foi paralisado. Herodes e seus hóspedes achavam-se escravos, presos à mais baixa servidão ao apetite animal. ...

   As faculdades mentais estavam enfraquecidas pelo prazer dos sentidos, os quais lhes perverteram as ideias de justiça e misericórdia. Satanás apoderou-se dessa oportunidade, na pessoa de Herodias, para levá-los a precipitarem-se em suas decisões que custaram a preciosa vida a um dos Profetas de DEUS. (Review and Herald, 8 de abril de 1873).            

     

                                   Advertências Divinas  

   O SENHOR não pode tolerar muito tempo mais uma geração intemperante e perversa. Há muitas advertências solenes nas ESCRITURAS contra o uso de bebidas intoxicantes. Nos dias da antiguidade, quando Moisés estava repetindo o desejo de DEUS para com Seu povo, foram proferidas contra os bebedores as seguintes palavras: "E aconteça que, ouvindo as palavras desta maldição, se abençoe no seu coração, dizendo: Terei paz, ainda que ande conforme ao bom parecer do meu coração; para acrescentar à sede a bebedice. O Senhor não lhe quererá perdoar; mas então fumegará a ira do Senhor e o Seu zelo sobre tal homem, e toda a maldição escrita neste livro jazerá sobre ele; e o Senhor apagará o seu nome de debaixo do céu." (Deuteronômio 29:19 e 20).

   Diz Salomão: "O vinho é escarnecedor, e a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio." (Provérbios 20:1). "Para quem são os ais? para quem os pesares? para quem as pelejas? para quem as queixas? para quem as feridas sem causa? e para quem os olhos vermelhos? Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada. Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo, e se escoa suavemente. No seu fim morderá como a cobra, e como o basilisco picará." (Provérbios 23:29-32).

   O uso do vinho entre os israelitas foi uma das causas que deram em resultado seu cativeiro. Disse-lhes o SENHOR por intermédio do Profeta Amós: "Ai dos que repousam em Sião. ... Vós, que dilatais o dia mau, e vos chegais ao lugar de violência; que dormis em camas de marfim, e vos estendeis sobre os vossos leitos, e comeis os cordeiros do rebanho, e os bezerros do meio da manada; que cantais ao som do alaúde, e inventais para vós instrumentos músicos, como Davi: que bebeis vinho em taças e vos ungis com o mais excelente óleo: mas não vos afligis pela quebra de José. Eis que agora ireis em cativeiro entre os primeiros que forem cativos, e cessarão os festins dos regalados." (Amós 6:1 e 3-7).

   "Ai de ti, ó terra, cujo rei é criança, e cujos príncipes comem de manhã. Bem-aventurada tu, ó terra, cujo rei é filho dos nobres, e cujos príncipes comem a tempo, para refazerem as forças, e não para bebedice." (Eclesiastes 10:16 e 17). "Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte. Para que não bebam, e se esqueçam do estatuto, e pervertam o juízo de todos os aflitos." (Provérbios 31:4 e 5).

   Estas palavras de advertência e ordem são incisivas e positivas. Deem ouvidos os que ocupam posições de confiança pública, para que, mediante a bebida forte, não esqueçam a lei, e pervertam o juízo. Governadores e juízes devem estar sempre em condições de cumprir a instrução do SENHOR: "A nenhuma viúva nem órfão afligireis. Se de alguma maneira os afligirdes, e eles clamarem a Mim, Eu certamente ouvirei o seu clamor, e a Minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos." (Êxodo 22:22 e 23).

   O SENHOR DEUS do Céu Reina. Ele unicamente está acima de toda autoridade, acima de todos os reis e governadores. O SENHOR deu instruções especiais em Sua Palavra com referência ao uso do vinho e da bebida forte. Proibiu seu uso, e reforçou Suas proibições com fortes advertências e ameaças. Mas o proibir Ele o uso de bebidas intoxicantes não é exercício de arbitrária autoridade. Procura restringir os homens a fim de poderem escapar aos maus resultados da condescendência com o vinho e a bebida forte. Degradação, crueldade, miséria e contenda seguem-se como resultado natural da intemperança. DEUS indicou as consequências de seguir essa má conduta. Isso fez Ele para que não haja perversão de Suas Leis, e para que os homens sejam poupados à vasta miséria resultante da conduta de homens malignos que, por amor do ganho, vendem intoxicantes enlouquecedores. (Drunkenness and Crime, págs. 4-6).

                                 
          Especial - O Álcool e a Sociedade (Parte ¼) 
     

       O Álcool e a Sociedade - "Um Problema de Saúde Pública" (Parte 2/4)

        

       O Álcool e a Sociedade - "Lições BÍBLICAS" (Parte 3/4)




                                                


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O Álcool e a Sociedade - "Lições BÍBLICAS" (Parte 3/4)

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                             Lições do Caso de Nadabe e Abiú 

   Nadabe e Abiú, os filhos de Arão, os quais ministravam no santo ofício do sacerdócio, usaram abundantemente vinho e, como era seu costume, foram oficiar perante o SENHOR. Requeria-se dos sacerdotes que queimavam incenso perante o SENHOR usarem o fogo ateado por DEUS, o qual ardia dia e noite, e nunca se extinguia. DEUS dera explícitas orientações quanto à maneira por que cada parte do Seu serviço devia ser efetuada, para que tudo que se relacionasse com Seu Sagrado Culto estivesse em harmonia com Seu Caráter Santo. E qualquer desvio das expressas ordens de DEUS em ligação com Seu Santo Serviço era punível com a morte. Nenhum sacrifício era aceitável a DEUS se não fosse salgado nem temperado com Fogo Divino, que representava a comunicação entre DEUS e o homem que era aberta unicamente por meio de JESUS CRISTO. O Fogo Santo, que devia ser posto sobre o incensário, era conservado sempre a arder. E enquanto o povo de DEUS estava do lado de fora, orando fervorosamente, o incenso ateado pelo Fogo Sagrado devia subir perante DEUS de mistura com suas orações. Esse incenso era um símbolo da Mediação de CRISTO.

   Os filhos de Arão tomaram do fogo comum que DEUS não aceitava, e insultaram o infinito DEUS apresentando este fogo estranho diante dEle. DEUS os consumiu por fogo por causa de sua positiva desconsideração às expressas direções que Ele havia dado. Todas as suas obras eram como a oferta de Caim. Nelas não estava representado o SALVADOR. Houvessem esses filhos de Arão estado no pleno domínio de suas faculdades de raciocínio, e haveriam discernido a diferença entre o fogo comum e o Sagrado. A satisfação do apetite depreciou-lhes as faculdades, e embotou-lhes o intelecto de maneira que sua capacidade de discernimento desapareceu. Eles compreendiam plenamente o Caráter Sagrado do serviço típico, e a tremenda solenidade e responsabilidade assumida de se apresentarem perante DEUS para Ministrar em Serviço Sagrado.

                            Eles Eram Responsáveis 

   Talvez alguns indaguem: Como podiam os filhos de Arão ser responsáveis quando seu intelecto se achava tão paralisado pela intoxicação que eles não podiam discernir a diferença entre o Fogo Sagrado e o comum? Foi quando eles levaram aos lábios o copo, que se tornaram responsáveis por todos os atos que cometessem enquanto se achassem sob o efeito do vinho. A condescendência com o apetite custou àqueles sacerdotes a vida. DEUS proibiu expressamente o uso do vinho que exerceria a influência embotadora do intelecto.

"E falou o SENHOR a Arão, dizendo: Vinho nem bebida forte tu e teus filhos contigo não bebereis, quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações; e para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo; e para ensinar aos filhos de Israel todos os estatutos que o SENHOR lhes tem falado pela mão de Moisés." (Levítico 10:9-11/PALAVRA de DEUS). ...

   Temos aí as mais claras direções de DEUS, e Suas razões para proibir o uso do vinho; para que sua capacidade de discriminação e discernimento fosse clara, e de maneira alguma confusa; e seu juízo fosse correto, e eles fossem sempre capazes de discernir entre o limpo e o imundo. Outra razão de ponderável importância por que eles se deviam abster de qualquer coisa que intoxicasse é dada também. Exigiria o pleno uso de uma razão não obscurecida o apresentar aos filhos de Israel todos os estatutos que DEUS lhes falara.

                      Requisitos Para os Líderes Espirituais 

   Seja o que for no comer ou beber que incapacite as faculdades mentais para exercício ativo e saudável é ofensivo pecado aos Olhos de DEUS. Isso se verifica em especial no que respeita aos que servem nas coisas sagradas, os quais devem ser em todo tempo exemplos para o povo, e estar em condições de instruí-los devidamente. ...

   Pastores que ocupam o Púlpito Sagrado, com boca e lábios contaminados, ousam tomar nos poluídos lábios a Sagrada Palavra de DEUS. Pensam que Ele não lhes observa a pecaminosa condescendência. "Visto como se não executa logo o juízo sobre a má obra, por isso o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal." (Eclesiastes 8:11). DEUS não mais receberá um sacrifício das mãos dos que se poluem assim, e oferecem com seu serviço o incenso do fumo e da bebida alcoólica, do que aceitaria a oferta dos filhos de Arão, que ofereceram incenso com fogo estranho.

   DEUS não mudou. É tão escrupuloso e exato em Seus pedidos agora como era nos dias de Moisés. Mas nos santuários de culto em nossos dias, juntamente com os hinos de louvor, as orações, e o ensino do púlpito, não há apenas fogo estranho, mas positiva contaminação. Em vez de a Verdade ser pregada com Santa Unção de DEUS, é por vezes proferida sob a influência do fumo e da bebida. 

                                  Fogo estranho na Verdade 

   A Verdade e Santidade Bíblicas são apresentadas ao povo, e orações dirigidas a DEUS de mistura com o mau odor do álcool! Tal incenso é o mais agradável a Satanás! Terrível engano é este! Que ofensa aos olhos de DEUS! Que insulto Àquele que é Santo, que habita na Luz Inacessível!

   Caso as faculdades da mente estivessem no vigor da saúde, os professos cristãos discerniriam a incoerência de tal culto. Como Nadabe e Abiú, suas sensibilidades se acham tão embotadas, que não fazem diferença entre o Sagrado e o profano. As coisas Santas e Sagradas são rebaixadas ao nível de seu hálito de álcool, seu cérebro obscurecido e sua alma poluída pela condescendência com o apetite e a paixão. Cristãos professos comem e bebem, fumam e mascam fumo, e tornam-se gulosos e bebedores para satisfazer o apetite, e ainda falam em vencer como CRISTO Venceu! (Redemption or Temptation of Christ).

                       

                           Necessidade de Julgadores Lúcidos 

   Como é quanto a nossos legisladores, e aos homens de nossos tribunais de justiça? Se era necessário que os que oficiavam no Ministério Sagrado tivessem mente clara e pleno controle de sua razão, não é também importante que os que fazem e executam as leis de nosso país tenham mente saudável? Que diremos dos juízes e jurados, em cujas mãos repousa a sorte de vidas humanas, e cujas decisões podem condenar o inocente, ou devolver o criminoso à sociedade? Não necessitam eles ter inteiro domínio de suas faculdades mentais? São eles temperantes em seus hábitos? Caso o não sejam, não se acham aptos para posições de tanta responsabilidade. Quando os apetites se acham pervertidos, as faculdades mentais encontram-se debilitadas, e há risco de que os homens não julguem com justiça. É a condescendência com aquilo que obscurece a mente menos perigosa hoje do que quando DEUS impôs restrições àqueles que ministravam no ofício sagrado? (Christian Temperance and Bible Hygiene).

                    Quando os Governantes Traem seu Encargo 

   Os homens que fazem as leis para reger o povo devem, mais que quaisquer outros, ser obedientes às leis mais altas que servem de fundamento a toda regra nas nações e nas famílias. Quão importante é que os homens que têm o poder de controlar sintam que se encontram, eles próprios, sob mais alto domínio. Nunca se sentirão assim enquanto sua mente estiver enfraquecida pela condescendência com os narcóticos e as bebidas fortes. Aqueles a quem é confiado fazer e executar leis, devem possuir todas as suas faculdades em vigorosa ação. Eles, mediante o exercício da temperança, em todas as coisas, podem conservar a clara discriminação entre o Sagrado e o comum, e terem sabedoria para tratar com aquela justiça e integridade que DEUS recomendou ao antigo Israel..

   Muitos que são elevados às mais altas posições de confiança no serviço público são o oposto disso. Servem-se a si mesmos, e condescendem geralmente com o uso de narcóticos, e vinho, e bebida forte. Advogados, jurados, senadores, juízes e homens representativos têm esquecido que não podem formar, sonhando, um caráter. Eles estão estragando suas faculdades mediante pecaminosas satisfações. Descem de sua elevada posição ao contaminarem-se com a intemperança, a licenciosidade, e toda forma de mal. Suas faculdades, prostituídas pelo vício, abrem o caminho para todo mal. ...

   Homens intemperantes não devem ser colocados em posições de confiança pelo voto do povo. Sua influência corrompe a outros, e acham-se envolvidas sérias responsabilidades. Tendo o cérebro e os nervos narcotizados pelo álcool e outros estimulantes, fazem uma lei segundo sua natureza, e uma vez dissipada a imediata influência dos mesmos, há um colapso. Acham-se frequentemente em jogo vidas humanas; da decisão de homens nessas posições de confiança dependem vida e liberdade, ou servidão e desespero. Quão necessário que todos quantos tomam parte nessas transações sejam homens provados, homens de cultura, homens honestos e verazes, de sólida integridade, que rejeitam um suborno e não consintam que seu juízo ou convicções do direito sejam desviados por parcialidade ou preconceito. Assim diz o SENHOR: "Não perverterás o direito do pobre na sua demanda. De palavras de falsidade te afastarás, e não matarás o inocente e o justo, porque não justificarei o ímpio. Também presente não tomarás, porque o presente cega os que têm vista, e perverte as palavras do justo." (Êxodo 23:6-8/PALAVRA de DEUS). 

   Unicamente homens estritamente temperantes e íntegros devem ser admitidos em nossas assembleias legislativas e escolhidos para presidir nossas cortes de justiça. As propriedades, a reputação e a própria vida se acham inseguras quando deixadas ao juízo de homens intemperantes e imorais.

   Quantos inocentes foram condenados à morte, como tantos mais foram roubados de todas as suas propriedades terrenas pela injustiça de jurados, advogados, testemunhas e mesmo juízes dados à bebida (Signs of the Times, 11 de fevereiro de 1886).

               Se Todos os Homens de Responsabilidade Fossem Temperantes 

   Fossem os homens representativos observadores dos caminhos do SENHOR, e indicariam aos homens uma norma Elevada e Santa. Os que ocupam posições de confiança seriam estritamente temperantes. Magistrados, senadores e juízes teriam clara compreensão, e seu discernimento seria são, isento de perversões. O temor do SENHOR estaria sempre presente, e dependeriam de uma sabedoria superior à sua. O MESTRE Celestial os tornaria sábios no conselho, e fortes para agir firmemente em oposição a todo erro, e promover o direito, o justo e verdadeiro. A PALAVRA de DEUS seria seu guia, e afastariam toda opressão. Os legisladores e os que governam ficariam ao lado de toda lei justa e boa, ensinando sempre o caminho do SENHOR para fazerem justiça e juízo. DEUS é a cabeça de todos os governos e leis bons e justos. Aqueles a quem é confiada responsabilidade de administrar qualquer parte da lei, são responsáveis perante DEUS como mordomos de Seus bens. (Review and Herald, 1º de outubro de 1895).

                                                                                                                            Continua...

                                                


            Especial - O Álcool e a Sociedade (Parte ¼)       

       O Álcool e a Sociedade - "Um Problema de Saúde Pública" (Parte 2/4)

                                             


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Especial - "As Mensagens dos Três Anjos"

                                        É DESSE JEITO!                      

         

                   INTRODUÇÃO HISTÓRICA E TEOLÓGICA 

    As Mensagens dos Três Anjos que se encontram em Apocalipse 14 são centrais nos ensinos e conselhos de Ellen G. White. Para ela, não são teorias especulativas. Ela viveu-as. A sua vida estava “entrelaçada” com elas. Ela experimentou cada mensagem historicamente, quando ela e os seus companheiros Adventistas passaram da expectativa ao desapontamento e, depois, à descoberta mais profunda. 

   As declarações reunidas nesta compilação apoiam-se no quadro das palavras das ESCRITURAS - especificamente Apocalipse 14:6-16 e 18:1-5. O Livro de Apocalipse é de grande importância para aqueles que vivem nos últimos dias da história humana. Ele revela o grande conflito cósmico-histórico entre CRISTO e Satanás desde o seu começo, nas esferas celestiais, o seu desenvolvimento ao longo da história humana (Apocalipse 12) e o triunfo final de CRISTO e dos Seus seguidores. Ellen G. White refere-se a este livro crucial como sendo o lugar onde as Profecias de Daniel são “descerradas” e onde “todos os Livros da BÍBLIA se encontram e se cumprem” Ela enfatizou que “as solenes Mensagens que foram dadas, na sua ordem, no Apocalipse, devem ocupar o primeiro lugar no espírito do povo de DEUS”

   Dentro do Livro de Apocalipse, as Mensagens dos Três Anjos de Apocalipse 14:6-12 proclamam os últimos avisos a um mundo impenitente em preparação para a Gloriosa Segunda Vinda de CRISTO (versículos 14-20). A Primeira Mensagem Proclama o Evangelho Eterno de DEUS no contexto da hora do Seu Juízo, chamando o povo a “adorar aquele que fez o céu e a terra, o mar e as fontes das águas” (versículo 7). A Segunda Mensagem anuncia a queda de todos os falsos sistemas e ideologias religiosos (versículo 8). E a Terceira Mensagem descreve a polarização final da Humanidade entre “os que Guardam os Mandamentos de DEUS e a fé de JESUS” e aqueles que seguem os ensinos da besta e da sua imagem (versículo 12)

   Eventos importantes do século XVIII - especialmente o terremoto de Lisboa, de 1755, e o aprisionamento do Papa Pio VI, em 1798 -, geraram um interesse renovado na Profecia Bíblica, com ênfase nos livros de Daniel e Apocalipse. Diversos expositores Protestantes contemporâneos associaram os Três Anjos de Apocalipse 14 com Martinho Lutero, João Calvino e a Igreja de Inglaterra. No entanto, em 1813, o expositor escocês da Profecia Bíblica William Cuninghame (c. 1775-1849) reconheceu que esses Reformadores “nem sequer pregaram em toda a Europa cristã” e, assim, não cumpriram o âmbito mundial da Mensagem do Primeiro Anjo. Embora acreditasse que o Primeiro Anjo tinha começado a sua missão através das recém-estabelecidas Sociedades Bíblicas, via as Mensagens do Segundo e do Terceiro Anjos como estando ainda no futuro.

   Numa altura em que o mundo se debatia com a falta de liberdade religiosa, a América do Norte proporcionou um porto seguro para o cumprimento e para a proclamação escatológicos das Mensagens dos Três Anjos. Guilherme Miller (1782-1849) e outros crentes na vinda de JESUS em breve, antes de 1844, viram a Mensagem do Primeiro Anjo como aplicando-se à proclamação mundial do Evangelho, a começar em 1798, no fim dos 1260 dias/anos (Apocalipse11:3; 12:6; 13:5). A Mensagem do Segundo Anjo e a queda de Babilónia eram aplicadas ao Papado. O Terceiro Anjo, escreveu Miller, era “o mesmo que ‘o clamor da meia-noite, dando ao mundo a devida notícia da proximidade do Dia do Juízo”, em 1843 ou 1844. 

   No verão de 1843, surgiu uma divisão de compreensão entre os Milleritas, quando Charles Fitch (1805-1844) apresentou o seu sermão, intitulado “Sai dela, povo meu” Fitch aplicava tanto a Mensagem do Segundo Anjo de Apocalipse 14:8 como do Anjo que “clamou fortemente” de Apocalipse 18 não só ao Papado, mas também às Igrejas Protestantes que tinham rejeitado a Volta de JESUS em breve. Durante este período, muitos Milleritas foram expulsos das suas igrejas Protestantes ou deixaram-nas. Miller e alguns dos que lhe estavam associados opuseram-se fortemente à ideia de Fitch de incluir quaisquer Igrejas Protestantes como parte de Babilónia.

   Durante os primeiros anos depois do desapontamento de 22 de outubro de 1844, os Adventistas guardadores do Sábado, que, mais  tarde, se tornaram nos Adventistas do Sétimo Dia, mantiveram a perspectiva millerita com a posição de Fitch de que os dois primeiros Anjos de Apocalipse 14 se aplicavam à proclamação do Segundo Advento, levando a 1844, mas que parte, ou a totalidade, do Terceiro Anjo se aplicava ao período posterior a 1844, com a proclamação do Sábado nos “Mandamentos de DEUS” e da “fé ou testemunho de JESUS”.     

              

   The Seventh-day Sabbath, a Perpetuai Sign, de Joseph Bates (1847), foi o primeiro a relacionar o ministério de JESUS no Santuário Celestial, no Lugar Santíssimo, com o Sábado, baseado em Apocalipse 11:19 e 14:12, dando ao Sábado importância escatológica. A visão do “Halo do Sábado”, confirmadora e enriquecedora, confirmou esta compreensão e acrescentou uma ênfase missionária evangelística ao Sábado. Ela escreveu: “ao sairmos para proclamar o Sábado mais amplamente”.   

   A relação do Terceiro Anjo e da marca da besta com os Estados Unidos da América, representada na imagem da besta semelhante a um cordeiro (Apocalipse 13:11-18), foi mencionada pela primeira vez, em material impresso, por G. W. Holt, em 1850. Fazendo alusão a uma imagem Protestante da besta papal, ele escreveu: “Ela [a besta semelhante a um cordeiro] assume o caráter de um cordeiro (protestante e republicana), mas tem um coração de dragão”. Em 1851, J. N. Andrews apresentou uma exposição mais completa sobre o futuro papel dos Estados Unidos da América como a besta semelhante a um cordeiro que produz a união da Igreja e do Estado, ao impor a observância do domingo.   

   Estes desenvolvimentos prepararam o caminho para um avanço dramático na compreensão. Durante 1857 e 1858, os Adventistas guardadores do Sábado conseguiram ver as Três Mensagens de Apocalipse 14:6-12 e a do Anjo de Apocalipse 18 como sendo proclamadas desde 1844. Elon Everts cunhou a frase juízo investigativo numa carta em que se referia à Mensagem do Primeiro Anjo: 

   “A pergunta que faço a mim mesmo é: Onde estamos? Respondo: Mais de doze anos depois da proclamação ‘vinda é a hora do Seu Juízo’ Apocalipse 14:6 e 7. Estamos há esse mesmo tempo na Purificação do Santuário. Daniel 8:14. ... 

... “Parece que a ordem é que os justos mortos têm estado sob juízo investigativo desde 1844”.

   Tiago White escreveu um artigo alargado a concordar com a ideia de Evert. “Pensamos que é clara a evidência de que, desde essa altura [1844], tem estado a decorrer o julgamento daqueles que morreram na Graça de DEUS.” Tiago White apresentou uma descrição tocante daqueles que morreram na fé: “JESUS sorri; e, inclinando-se no regaço do seu SALVADOR, o santo expira ali suavemente a sua vida. O seu tempo de graça terminou, e o seu caso fica parado até que a sua vida seja aberta, e o seu caso passe em revista no julgamento”. Esta descrição baseada na Graça é seguida por uma referência a um futuro julgamento dos vivos: “O Julgamento está em andamento! Muito em breve, os nossos nomes serão ou confessados por JESUS CRISTO diante do SEU PAI, ou apagados do Livro da Vida”.  

   Uma perspectiva correta do estado inconsciente dos mortos era, portanto, encarada como estando intimamente relacionada com o Conceito Bíblico de um Juízo pré-Advento, já que as Recompensas Eternas não são concedidas no momento da morte, mas no Fim do Tempo. “Eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra” (Apocalipse22:12). “Porque todos devemos comparecer perante o Tribunal de CRISTO, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal” (2 Coríntios 5:10). 

   Ellen G. White descreveu as Mensagens dos Três Anjos como três passos de acesso à sólida plataforma da Verdade Presente, para dois grupos distintos. O primeiro grupo foram aqueles que passaram pela experiência millerita e da observância inicial Adventista do Sábado, e que aceitaram as Mensagens como foram pregadas originalmente. O segundo grupo consistia naqueles que vieram depois da proclamação original das Mensagens. Embora as Mensagens dos Três Anjos fossem proclamadas originalmente numa ordem sequencial, as três deviam continuar a ser pregadas simultaneamente: “A Primeira e a Segunda Mensagens foram dadas em 1843 e 1844, e estamos agora sob a proclamação da Terceira; mas todas as Três Mensagens devem continuar a ser proclamadas”.

   A compreensão do Juízo Investigativo Celestial depois de 1844 levou a um estudo mais profundo do “Forte Clamor” do Anjo de Apocalipse 18. Elon Everts e Tiago White escreveram sobre a sua importância, e Ellen G. White confirmou que este chamado final a sair de Babilónia estava ligado à Mensagem do Segundo Anjo de Apocalipse 14:8.   

   Depois da ênfase da Assembleia da Conferência Geral de 1888 acerca da justificação pela fé e dos desenvolvimentos nos Estados Unidos da América relativamente à lei dominical nacional, muitos Adventistas do Sétimo Dia esperavam a rápida proclamação do “forte clamor” à medida que o Evangelho se espalhava por todo o mundo. Contudo, Ellen G. White teve o cuidado de nunca declarar que o julgamento dos vivos tinha começado, ou que a marca da besta estava a ser aplicada. Durante muitos anos, ela escreveu: “Em breve, ninguém sabe quando, ela [a obra do juízo] passará aos casos dos vivos” Na sua edição de 1911 d’O Grande Conflito, Ellen G. White esboçou a sua explicação mais completa dos Eventos do Tempo do Fim nas Mensagens dos Três Anjos e no “Forte Clamor”

   Os Adventistas guardadores do Sábado viam a Proclamação das Mensagens dos Três Anjos como revelando um sistema completo de Verdade Presente. Embora cada Mensagem seja diferente, Ellen G. White e os seus contemporâneos referiam-se frequentemente às Verdades das Três Mensagens usando a frase geral “a Mensagem do Terceiro Anjo”. No início do movimento, duas expressões destas Mensagens receberam atenção especial. Uma foi “é vinda a hora do Seu Juízo” (Apocalipse 14:7), que era considerada uma alusão à fase pós-1844 do ministério sacerdotal de CRISTO no Santuário Celestial (Daniel 7:9-14; 8:14). A outra expressão foi “os Mandamentos de DEUS” (Apocalipse 14:12), com ênfase na Natureza Eterna do Decálogo e do Sábado do Sétimo Dia. Esta perspectiva baseava-se na convicção de que a fé salvadora não invalida a Lei de DEUS (Romanos 3:31)

   Os Adventistas do Sétimo Dia consideravam-se como sendo aqueles que João descreveu como os que “Guardam os Mandamentos de DEUS e a fé de JESUS” (Apocalipse 14:12). Até relacionaram várias das suas crenças com esta base doutrinária. Por exemplo, depois da visão que Ellen G. White teve, em 1863, sobre a reforma da saúde,  os princípios básicos da saúde foram encarados como expressões dos Mandamentos de DEUS. Após a Conferência Geral de 1888, em Minneapolis, a doutrina da justificação pela fé foi vista como parte crucial da “fé de JESUS”. Esta percepção promoveu uma pregação do Evangelho centrada em CRISTO, no contexto da “hora do seu juízo” (versículo 7). De fato, a Mensagem dos Três Anjos começa com “o Evangelho Eterno” e termina com a “fé de JESUS” (versículos 6, 12)

   Mais recentemente, autores e pregadores Adventistas puseram um foco renovado na ênfase da Criação da Mensagem do Primeiro Anjo (Apocalipse 14:7). Os estudiosos da BÍBLIA reconheceram que a expressão “e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (versículo 7) deriva não do relato da Criação em Gênesis, mas do Quarto Mandamento do Decálogo, que diz: “os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êxodo 20:11). Também é dada atenção especial ao tema da adoração, evidente no contraste entre os que adoram DEUS e Guardam os Seus Mandamentos (Apocalipse 14:7, 12) e aqueles que adoram a besta e a sua imagem e recebem o seu sinal (versículos 9, 11)

   As Mensagens dos Três Anjos de Apocalipse 14 podem realmente ser o conjunto mais rico e mais abrangente de Verdades no Livro de Apocalipse, senão em toda a BÍBLIA. Não admira que Ellen G. White descreva estas Mensagens como “as mais Solenes Verdades já confiadas a mortais” e a sua proclamação como “um trabalho da mais solene importância”. Enfatizando a sua permanente relevância, ela declarou: “A Primeira e a Segunda Mensagens foram dadas em 1843 e 1844, e encontramo-nos agora sob a proclamação da Terceira; mas todas as Três Mensagens devem ser ainda proclamadas. É simplesmente tão essencial agora como antes que elas sejam repetidas aos que estão à procura da Verdade. Pela pena e pela palavra devemos fazer soar a proclamação”


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