ESPECIAL - Cristão e Política: Como Votar Sem Negociar os Princípios da BÍBLIA

                      É DESSE JEITO!                    

Em tempos de polarização, o cristão não precisa escolher entre a fé e a cidadania. A questão decisiva é outra: como participar da vida pública sem colocar partidos, candidatos ou ideologias acima da PALAVRA de DEUS?

Em ano eleitoral, algumas perguntas inevitavelmente voltam à discussão.

A Igreja deve falar de política?

O cristão deve votar?

Um adventista pode apoiar candidatos?

Como escolher quando praticamente todos os lados afirmam defender aquilo que é “melhor para o país”?

E talvez a pergunta mais importante de todas:

Qual deve ser o critério de um cristão na hora de votar?

Para quem deseja permanecer fiel a DEUS, a resposta não pode começar em um partido.

Não pode começar em um candidato.

Não pode começar em uma ideologia.

Precisa começar na BÍBLIA.

Porque governos mudam.

Partidos surgem e desaparecem.

Líderes conquistam poder e depois o perdem.

Mas a PALAVRA do SENHOR permanece.

A Verdadeira Esperança do cristão nunca esteve em Brasília, no Congresso, em tribunais, em presidentes ou em qualquer estrutura humana de poder.

Nossa esperança está em DEUS.

Isso, porém, não significa indiferença.

O cristão possui cidadania celestial, mas enquanto vive neste mundo também carrega responsabilidades civis.

A questão não é se devemos ter princípios na política.

A questão é:

quais princípios governarão nossas escolhas?

Nossa esperança não está nos governantes

O primeiro princípio precisa estar absolutamente claro.

Nenhum candidato é Salvador.

Nenhum partido é o Reino de DEUS.

Nenhum governo humano será capaz de resolver o problema fundamental da humanidade: o pecado.

A política pode melhorar instituições.

Pode criar leis justas.

Pode proteger direitos.

Pode administrar melhor ou pior os recursos públicos.

Pode favorecer ou prejudicar milhões de pessoas.

Por isso ela importa.

Mas não pode ocupar o lugar de DEUS.

O cristão que transforma um político em objeto de devoção perdeu o centro.

Da mesma maneira, aquele que coloca sua Esperança Final em uma ideologia humana está construindo sobre uma base que inevitavelmente passará.

A Verdadeira Segurança permanece no Soberano do Universo.

“É melhor buscar refúgio no SENHOR do que confiar no homem.”
Salmos 118:8 

Governantes precisam ser avaliados.

DEUS precisa ser Adorado.

Essa diferença jamais pode desaparecer.

A BÍBLIA deve estar acima da direita, da esquerda e de qualquer partido

O cristão não deve perguntar primeiro:

“Isso é de direita ou de esquerda?”

A primeira pergunta deveria ser:

“Isso está em Harmonia com os Princípios de DEUS?”

A razão humana é limitada.

As maiorias erram.

As elites erram.

Os partidos erram.

Os líderes religiosos também podem errar.

Por isso precisamos de uma referência superior às preferências humanas.

Paulo escreveu:

“Toda a ESCRITURA é inspirada por DEUS e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça.”
2 Timóteo 3:16

A BÍBLIA não é um manual de campanha eleitoral.

Ela não entrega ao cristão o número de um candidato.

Mas oferece princípios para avaliar caráter, justiça, verdade, responsabilidade, liberdade, dignidade humana e exercício do poder.

É por esses princípios que nossas escolhas devem passar.

O voto cristão exige discernimento

Uma eleição não deveria ser tratada como torcida organizada.

Nem como rivalidade esportiva.

Muito menos como guerra religiosa.

O voto é uma decisão de consciência.

E uma consciência cristã precisa ser educada pela PALAVRA de DEUS.

Isso exige algo cada vez mais raro:

discernimento.

Antes de escolher um candidato, o cristão deveria perguntar:

Quem é essa pessoa?

Qual é sua trajetória?

Como lida com dinheiro público?

Como exerce autoridade?

Respeita as instituições?

Defende a liberdade religiosa?

Apresenta capacidade administrativa?

Demonstra equilíbrio?

Cumpre aquilo que promete?

Como se posiciona diante da vida, da família, da justiça, da corrupção e da dignidade humana?

O voto responsável não nasce de um vídeo de trinta segundos.

Nem de uma mensagem encaminhada num grupo.

Nem de uma frase de efeito.

É resultado de avaliação.

Discrição: nem toda preferência precisa virar bandeira

Vivemos numa época em que muitas pessoas sentem necessidade de transformar toda opinião política em declaração pública.

A rede social vira palanque.

O grupo da família vira comitê eleitoral.

A igreja vira campo de batalha.

Irmãos que adoram juntos começam a se tratar como inimigos porque votam diferente.

Isso deveria nos preocupar.

A BÍBLIA valoriza a prudência:

“Para conservares a discrição, e os teus lábios guardarem o conhecimento.”
Provérbios 5:2 

Ellen G. White também aconselhou cautela diante de envolvimentos políticos que ameaçassem os princípios da fé e a unidade da Igreja.

Em diferentes contextos, advertiu contra preconceitos partidários, paixões políticas e manifestações capazes de produzir divisão entre os irmãos.

Há momentos em que realmente:

“o silêncio é eloquência.”

Isso não significa covardia.

Significa maturidade.

Nem tudo o que penso preciso publicar.

Nem todo candidato que escolho precisa se tornar parte da minha identidade.

Nem todo irmão que vota diferente precisa ser tratado como adversário espiritual.

A Igreja não foi chamada para ser extensão de partido político.

Foi chamada para Anunciar JESUS CRISTO.

Examine o candidato, não apenas sua propaganda                         

Campanha eleitoral foi feita para convencer.

Por isso, propaganda nunca deve substituir investigação.

Observe o histórico.

Procure saber como o candidato agiu antes de pedir seu voto.

Avalie se existe coerência entre discurso e vida pública.

Uma pessoa pode produzir excelentes vídeos e péssimos resultados.

Pode falar em moralidade e agir de modo contrário.

Pode defender os pobres durante a campanha e esquecê-los depois da eleição.

Pode discursar sobre responsabilidade fiscal e administrar de forma irresponsável.

Pode falar de liberdade e trabalhar contra ela.

Por isso, Caráter importa.

Competência importa.

Histórico importa.

Analise também as propostas

Não basta gostar da personalidade do candidato.

Política pública produz consequências reais.

Por isso, pergunte:

As propostas favorecem a sociedade ou apenas grupos particulares?

Há preocupação séria com educação?

Saúde?

Segurança?

Saneamento?

Emprego?

Desenvolvimento econômico?

Responsabilidade com os recursos públicos?

Proteção à liberdade de consciência e religiosa?

Combate à corrupção?

Respeito à dignidade humana?

O cristão não deveria votar apenas porque “gosta” de alguém.

Deve considerar aquilo que essa pessoa pretende fazer com o poder que receberá.

O partido também importa

No sistema político brasileiro, um candidato não atua completamente isolado.

Existe uma legenda.

Existem alianças.

Existem compromissos.

Existem programas partidários.

Existem bancadas.

Existem votações coletivas.

Por isso, avaliar apenas o indivíduo pode não ser suficiente.

É necessário conhecer também o ambiente político no qual ele está inserido.

Isso não significa transformar siglas em inimigos religiosos.

Significa compreender que escolhas eleitorais possuem consequências institucionais.

Cuidado com mentiras políticas

Talvez nunca tenha sido tão fácil produzir desinformação.

Uma imagem manipulada.

Uma frase fora de contexto.

Um vídeo cortado.

Um áudio sem origem.

Uma manchete falsa.

Uma pesquisa inventada.

Uma acusação sem prova.

Tudo pode circular por milhares de celulares em poucos minutos.

E existe um problema especialmente sério quando cristãos ajudam a espalhar aquilo que não verificaram.

A mentira não deixa de ser mentira porque favorece o nosso candidato.

Falso testemunho continua sendo pecado mesmo quando prejudica alguém de quem discordamos politicamente.

JESUS declarou sobre Satanás:

“Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.”
João 8:44

O cristão não pode combater aquilo que considera errado usando as armas do pai da mentira.

Antes de compartilhar:

verifique.

Compare fontes.

Procure a origem.

Leia além do título.

Desconfie daquilo que parece criado exclusivamente para produzir indignação.

A Verdade não precisa de falsidade para vencer.

Não transforme indignação em ódio

A corrupção deve nos indignar.

A injustiça deve nos incomodar.

O abuso de poder precisa ser denunciado.

Mas existe uma diferença entre indignação moral e ódio.

O cristão não recebe autorização para desumanizar adversários.

Nem para celebrar violência.

Nem para mentir.

Nem para desejar o mal.

Nem para abandonar o Caráter de JESUS CRISTO durante uma eleição.

A política pode revelar aquilo que está escondido no coração.

Se uma discussão eleitoral consegue destruir nossa mansidão, nossa honestidade, nosso domínio próprio e nosso amor pelo próximo, talvez o maior problema não esteja no candidato.

Talvez esteja em nós.

Ore antes de votar                      

Existe um princípio frequentemente esquecido:

oração também faz parte da cidadania cristã.

Escolher pessoas para ocupar posições de poder não é uma decisão pequena.

Por isso, não deveria acontecer apenas depois de assistir debates, consultar pesquisas e analisar propostas.

O cristão também precisa ajoelhar-se.

A igreja primitiva compreendeu o Poder da Oração em momentos de enorme pressão política.

Quando Herodes Agripa perseguiu a Igreja e Pedro foi preso, os irmãos oraram intensamente.

“Mas havia oração incessante a DEUS por parte da igreja a favor dele.”
Atos 12:5 

A Oração não significa passividade diante do mal.

Significa reconhecer que, acima das estruturas humanas, existe um DEUS soberano.

Ore pelo país.

Ore pelas autoridades.

Ore pelos candidatos.

Ore por sabedoria.

Ore para que paixões pessoais não dominem sua consciência.

E Ore para ter coragem de escolher de acordo com princípios — mesmo quando essa decisão for impopular.

O voto é secreto, mas a responsabilidade é pessoal

O voto pertence à consciência do eleitor.

Ninguém deveria transformar o púlpito em cabine eleitoral.

Nenhuma liderança religiosa deveria controlar a consciência política de seus membros.

Nenhum irmão deveria pressionar outro a votar em determinado candidato apenas para provar fidelidade religiosa.

O exercício do voto envolve liberdade.

Mas liberdade não significa ausência de responsabilidade.

Na urna, cada cidadão responde por sua própria escolha.

E o cristão deve perguntar diante de DEUS:

Estou votando por princípio ou por paixão?

Por convicção ou por pressão?

Estou avaliando caráter ou apenas repetindo propaganda?

Estou pensando no bem comum ou somente no meu interesse?

São perguntas desconfortáveis.

Mas necessárias.

Ellen G. White e a responsabilidade do voto

No século 19, os adventistas também enfrentaram questões políticas e sociais profundamente relevantes.

Uma delas envolvia o comércio de bebidas alcoólicas.

Ellen G. White advertiu contra o uso irresponsável do direito de voto e contra apoiar, por meio dele, estruturas que ampliavam males sociais.

Ela escreveu:

“Quantos desmerecem sua prerrogativa como cidadãos de uma república — comprados por um copo de uísque para dar seu voto a algum candidato infame!”

E afirmou ainda que aqueles que, por meio do voto, sancionassem o comércio de bebidas intoxicantes teriam responsabilidade pelas consequências desse mal.

A questão central permanece atual.

O voto não é moralmente neutro.

Escolhas produzem consequências.

Por isso, o cristão deve procurar usar sua cidadania em favor daquilo que promove:

a Verdade;

a Vida;

a Justiça;

a Paz;

a Liberdade;

a Integridade;

o Bem Comum.

A Igreja não deve se transformar em partido

Existe uma distinção essencial entre:

cristãos participando responsavelmente da vida pública

e

a Igreja institucional tornando-se instrumento eleitoral.

São coisas diferentes.

A Missão da Igreja não é eleger presidentes.

Não é formar bancadas partidárias.

Não é transformar culto em comício.

Não é criar fidelidade a uma legenda.

A Missão dada por JESUS CRISTO é muito maior.

“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.”
Marcos 16:15

Quando uma Igreja passa a ser identificada mais com um político do que com CRISTO, existe alguma coisa fora do lugar.

Governos passam.

O EVANGELHO permanece.

Isso significa que o cristão deve ser omisso?

Não.

Separação institucional não significa irresponsabilidade individual.

O cristão continua sendo cidadão.

Pode votar.

Pode acompanhar seus representantes.

Pode cobrar transparência.

Pode denunciar injustiças dentro da lei.

Pode participar de debates respeitosamente.

Pode trabalhar no serviço público.

Pode candidatar-se, se sua consciência e vocação o conduzirem a isso.

Pode defender valores.

Pode contribuir para a sociedade.

O que não deve fazer é transformar o Reino de DEUS em extensão de um projeto político terreno.

Cidadãos do Céu vivendo na Terra

Paulo escreveu aos filipenses:

“Exerçam a sua cidadania de maneira digna do evangelho de CRISTO.”
Filipenses 1:27

Essa expressão resume bem nossa responsabilidade.

O cristão pertence a uma pátria superior.

Mas ainda vive aqui.

Ainda tem vizinhos.

Ainda utiliza hospitais.

Ainda depende de escolas, estradas, segurança, saneamento e serviços públicos.

Ainda sofre as consequências de governos bons ou ruins.

Portanto, não precisa escolher entre Cidadania Celestial e responsabilidade terrena.

A Cidadania Celestial deve melhorar nossa maneira de exercer a terrena.

Sal e luz também em tempos eleitorais

JESUS disse:

“Vós sois o sal da terra.”

E:

“Vós sois a luz do mundo.”
Mateus 5:13-14 

Essa Missão não fica suspensa durante a campanha eleitoral.

Muito pelo contrário.

É justamente na polarização que o caráter cristão fica mais visível.

Quando todos gritam, podemos falar com equilíbrio.

Quando todos atacam, podemos discordar com respeito.

Quando circulam mentiras, podemos insistir na Verdade.

Quando partidos exigem fidelidade absoluta, podemos responder que nossa fidelidade suprema pertence a DEUS.

Quando o ódio se torna socialmente aceitável, podemos demonstrar o Amor de CRISTO.

É assim que fazemos diferença.

O cristão pode discordar sem transformar o outro em inimigo                     

Talvez esse seja um dos maiores desafios da atualidade.

Duas pessoas podem:

amar JESUS;

estudar a BÍBLIA;

buscar viver honestamente;

e chegar a conclusões políticas diferentes.

Isso não significa que toda posição política seja igualmente correta.

Existem propostas moralmente melhores ou piores.

Existem candidatos honestos e corruptos.

Existem decisões que podem e devem ser julgadas segundo princípios.

Mas nossa discordância nunca deve destruir nossa humanidade.

Se a política consegue separar irmãos que se ajoelham diante do mesmo SENHOR, alguma coisa recebeu importância maior do que deveria.

Nenhum político morreu por nós.

Nenhum partido derramou sangue para nos salvar.

Nossa identidade principal não é eleitoral.

É Espiritual.

Quatro princípios para o cristão antes de votar

Antes de chegar à urna, coloque sua decisão diante de quatro filtros:

1. Discrição

Não transforme preferência política em identidade espiritual.

Evite divisões desnecessárias.

Proteja a comunhão.

2. Avaliação

Pesquise caráter, histórico, propostas, competência, alianças e consequências possíveis.

Não vote baseado apenas em propaganda.

3. Oração

Peça ao SENHOR sabedoria e discernimento.

Não confie apenas na própria percepção.

4. Escolha responsável

Vote segundo consciência, Princípios Bíblicos e preocupação com o bem comum.

Não venda sua convicção por interesses pessoais.

Aplicação Espiritual: antes de perguntar “em quem votar?”, pergunte “quem governa meu coração?”

Esta talvez seja a pergunta mais importante deste artigo.

Porque alguém pode escolher um ótimo candidato e continuar espiritualmente perdido.

Pode fazer uma análise política brilhante e ainda possuir um coração cheio de ódio.

Pode combater corrupção pública enquanto tolera desonestidade na própria vida.

Pode exigir integridade dos governantes enquanto vive sem integridade diante de DEUS.

O EVANGELHO começa dentro de nós.

Antes de reformar o país, JESUS CRISTO quer transformar o coração.

Antes de cobrar verdade dos políticos, precisamos amar a Verdade.

Antes de exigir justiça, precisamos viver justamente.

Antes de pedir governantes melhores, precisamos nos tornar cidadãos melhores.                         

Conclusão: nosso voto é terreno, nossa Esperança é Celestial

O cristão não precisa fugir da responsabilidade política.

Mas também não pode ser engolido por ela.

Pode votar.

Pode avaliar.

Pode participar.

Pode cobrar.

Pode denunciar aquilo que é errado.

Pode apoiar aquilo que é justo.

Mas jamais deveria entregar a um homem, partido ou ideologia aquilo que pertence exclusivamente a DEUS.

Nossa esperança não está nas urnas.

Nossa salvação não vem de Brasília.

Nosso futuro não está nas mãos de um presidente.

Nossa verdadeira Pátria permanece acima.

Enquanto aguardamos o Reino que não terá corrupção, mentira, injustiça nem abuso de poder, somos chamados a exercer nossa cidadania terrestre com responsabilidade.

Sem idolatria política.

Sem fanatismo.

Sem mentira.

Sem ódio.

Sem vender a consciência.

E diante de cada escolha, devemos voltar ao mesmo fundamento que orienta todo o projeto É DESSE JEITO!:

Não “assim diz meu partido”.

Não “assim diz meu candidato”.

Não “assim diz minha ideologia”.

Mas:

Assim Diz o SENHOR.

Compartilhe esta Mensagem

Em tempos de eleições, a igreja não precisa de mais fanatismo político.

Precisa de cristãos com discernimento, coragem, equilíbrio e fidelidade às ESCRITURAS.

Compartilhe este estudo com alguém que precisa lembrar que o cristão pode exercer plenamente sua cidadania sem transformar políticos em salvadores nem partidos em religião.

Que nossas escolhas revelem não apenas nossas opiniões.

Que revelem nossos princípios.

É DESSE JEITO! — Assim Diz o SENHOR.                             


                                igrejas.adventistas.org 

      #NovoTempo 
                                                 
                                                 

                                          Blog É DESSE JEITO!        

                                           
  

                    Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

                                       "Assim Diz o SENHOR"  


O SÁBADO Durante o Ministério dos Apóstolos: A Igreja Primitiva Mudou o Dia de Guarda?

                                     É DESSE JEITO!                                 

Depois da Cruz, da Ressurreição e do Chamado dos gentios, o Livro de Atos ainda registra apóstolos, judeus e gentios reunindo-se no SÁBADO. A Grande Pergunta é inevitável: onde as ESCRITURAS ordenam a mudança do Sétimo para o primeiro dia da semana?

A Morte e a Ressurreição de JESUS CRISTO inauguraram uma nova e extraordinária etapa na História da Redenção.

O Evangelho deveria agora ultrapassar as fronteiras de Israel.

Gentios seriam chamados.

Novas Igrejas nasceriam.

O ESPÍRITO SANTO impulsionaria a Missão.

Os Apóstolos atravessariam cidades, províncias e continentes anunciando que JESUS CRISTO é o MESSIAS.

Era uma nova fase da história.

Mas isso levanta uma pergunta decisiva:

A Nova Aliança também estabeleceu um novo Dia de Guarda?

Se o SÁBADO do Quarto Mandamento foi abolido, modificado ou transferido para o domingo, o período apostólico seria exatamente o lugar onde esperaríamos encontrar uma ordem clara sobre essa mudança.

É justamente essa questão que examinamos: a relação entre a Nova Aliança, a Lei de DEUS, o Ministério Apostólico, o SÁBADO e os textos frequentemente apresentados como evidência da santidade do primeiro dia da semana. 

E quando seguimos o Testemunho Bíblico de Atos, das Epístolas e do Apocalipse, surge uma história que merece ser examinada sem pressupostos.

A Nova Aliança não apaga a Lei de DEUS — ela a coloca no coração

Uma das Primeiras Verdades apresentadas aqui é fundamental.

A Nova Aliança não é descrita como uma Aliança sem Lei.

Pelo contrário.

A Promessa de Jeremias é:

“Porei a Minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração.”
Jeremias 31:33

Há duas grandes ações de DEUS nessa Promessa:

Ele perdoa os pecados.

E coloca Sua Lei no coração.

Isso muda completamente a perspectiva.

O problema que a Nova Aliança resolve não é a existência da Lei.

O problema é o pecado.

A Lei revela o padrão de DEUS; a Graça oferece perdão ao transgressor e transforma seu coração.

Assim, na linha defendida aqui, a Nova Aliança não elimina a Lei Divina: ela internaliza aquilo que antes podia ser conhecido apenas externamente. 

A Lei no coração e a Graça no centro

Isso é importante porque frequentemente se cria uma oposição artificial entre Lei e Graça.

Mas Paulo pergunta:

“Anulamos, pois, a lei pela fé?”

E responde imediatamente:

“Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei.”
Romanos 3:31

A Graça não transforma pecado em obediência.

Ela perdoa o pecador e o reconcilia com DEUS.

E se pecado é Transgressão da Lei, então a existência da Graça pressupõe a existência de um padrão moral que foi violado.

O Evangelho não elimina a necessidade da Lei.

Ele oferece aquilo que a Lei, por si mesma, não poderia oferecer:

perdão, justificação e transformação através de JESUS CRISTO.

O Santuário Celestial e a Arca da Aliança

 Também podemos conectar a Nova Aliança ao Ministério de JESUS CRISTO no Santuário Celestial.

O santuário terrestre possuía:

uma Arca;

um Propiciatório;

a Lei de DEUS;

um Sacerdócio;

Sacrifícios.

Tudo isso apontava para uma realidade superior.

Hebreus apresenta JESUS CRISTO como o Grande SUMO SACERDOTE que Ministra no Verdadeiro Santuário, “que o SENHOR erigiu, não o homem”.

E o Apocalipse declara:

“Abriu-se no céu o templo de DEUS, e a arca da Sua aliança foi vista no Seu templo.”
Apocalipse 11:19

 Há uma profunda relação entre a Lei, o pecado, a Expiação e o Ministério de JESUS CRISTO: a morte do Salvador não existe porque a Lei deixou de importar, mas justamente porque a transgressão é real e precisava de Verdadeira Expiação. 

Não era necessária uma nova lei, mas uma Verdadeira Expiação

O santuário terrestre possuía sacrifícios.

Mas esses sacrifícios eram símbolos.

“É impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados.”
Hebreus 10:4

O que o ser humano necessitava não era de outra definição de certo e errado.

Necessitava de um SALVADOR.

O sistema antigo apontava para JESUS CRISTO.

Quando Ele veio, ofereceu a Verdadeira Expiação.

Por isso, o Novo Testamento não precisa apresentar uma “segunda edição” da Lei Moral.

O que ele apresenta é algo infinitamente maior:

o CORDEIRO que morreu pela transgressão e o SUMO SACERDOTE que intercede pelo pecador.

Judeus e gentios debaixo do mesmo Padrão Moral

Paulo mostra em Romanos que tanto judeus quanto gentios necessitam da Graça.

O judeu possuía a Lei Escrita.

O gentio não possuía os mesmos privilégios históricos, mas ainda tinha Consciência Moral.

Então Paulo chega à conclusão de que:

“Todo o mundo seja culpável perante DEUS.”
Romanos 3:19

Se todos podem ser considerados culpados, existe um padrão diante do qual essa culpa é medida.

E depois de apresentar a justificação pela fé, Paulo não conclui:

“Portanto, a lei desapareceu.”

Ele declara:

“Antes, confirmamos a lei.”
Romanos 3:31

O Evangelho alcança todas as nações.

E justamente por isso, todos são chamados à mesma Fidelidade ao SENHOR.

 O BLOG É DESSE JEITO! Apresenta essa universalidade da Lei como Fundamento para a compreensão Apostólica da Obediência. 

A Oliveira: os gentios não receberam outra raiz

Romanos 11 oferece uma imagem poderosa.

Paulo compara o povo de DEUS a uma oliveira.

Alguns ramos naturais foram quebrados por causa da incredulidade.

Gentios foram enxertados.

Mas perceba:

DEUS não arrancou a antiga oliveira para plantar uma árvore completamente diferente.

Os gentios foram enxertados na mesma árvore.

Passaram a participar da mesma raiz.

Da mesma seiva.

Das mesmas promessas.

Isso significa que a entrada dos gentios no povo de DEUS não representa a criação de uma religião sem conexão com aquilo que o SENHOR havia revelado anteriormente.

A história continua.

A promessa se amplia.

O Evangelho alcança o mundo.

Mas o DEUS continua sendo o mesmo.

E então chegamos ao SÁBADO Apostólico

Se o SÁBADO tivesse sido abolido ou mudado, o Livro de Atos deveria oferecer evidências claras dessa transformação.

Atos acompanha décadas da história da Igreja.

Mostra judeus.

Gentios.

Missionários.

Concílios.

Conflitos doutrinários.

Viagens.

Fundação de igrejas.

É exatamente aqui que precisamos procurar.

E a primeira grande cena ocorre em Antioquia da Pisídia.

Paulo em Antioquia da Pisídia

Lucas registra:

“Eles, atravessando de Perge para a Antioquia da Pisídia, indo num sábado à sinagoga, assentaram-se.”
Atos 13:14 

Paulo foi convidado a falar.

Então apresentou uma poderosa mensagem mostrando que JESUS era o CRISTO.

Ao concluir, algo muito importante aconteceu.

Os gentios pediram que a mesma mensagem fosse anunciada:

“no sábado seguinte”.

E Lucas continua:

“No sábado seguinte, ajuntou-se quase toda a cidade a ouvir a Palavra de DEUS.”
Atos 13:44

Aqui já não estamos falando apenas de uma pequena reunião judaica.

Quase toda a cidade aparece para ouvir.

Atenção para o fato de que essa passagem ocorre anos depois da Ressurreição e ainda utiliza normalmente o termo SÁBADO, sem registrar qualquer orientação Apostólica para substituí-lo pelo primeiro dia. 

Por que Paulo não disse: “Voltem amanhã”?

Esta é uma pergunta que merece reflexão.

Os gentios pediram:

“Pregue novamente no próximo SÁBADO.”

Se o domingo já tivesse sido instituído como novo dia sagrado cristão, aquela seria uma oportunidade extraordinária para Paulo esclarecer:

“Não precisam esperar até o próximo SÁBADO. Amanhã é o novo dia cristão.”

Mas isso não acontece.

O relato simplesmente diz:

“No SÁBADO seguinte...”

E quase toda a cidade se reuniu.

Não podemos transformar o silêncio em mandamento.

Mas também não devemos ignorar aquilo que o texto efetivamente registra.

O Concílio de Jerusalém: qual era a verdadeira discussão?

Em Atos 15 surgiu uma séria controvérsia.

Alguns ensinavam aos gentios:

“Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos.”

A questão foi levada aos Apóstolos em Jerusalém.

Esse episódio é importante porque revela os assuntos que realmente estavam causando conflito entre judeus e gentios.

A principal questão era a circuncisão e determinadas exigências cerimoniais.

Não o Quarto Mandamento.

Tiago concluiu que os gentios não deveriam ser sobrecarregados com esse jugo e recomendou instruções específicas relacionadas à idolatria, imoralidade sexual, sangue e animais sufocados.

Então acrescentou:

“Porque Moisés tem, em cada cidade, desde tempos antigos, os que o pregam nas sinagogas, onde é lido todos os sábados.”
Atos 15:21

O SÁBADO aparece na própria decisão conciliar como uma instituição existente, enquanto a controvérsia central estava ligada à circuncisão e aos regulamentos cerimoniais. 

Filipos: uma Igreja que nasceu no SÁBADO

Depois, Paulo recebeu a visão do homem macedônio.

A Missão Avançou para a Europa.

Ele chegou a Filipos.

E Lucas registra:

“No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração.”
Atos 16:13

Ali encontraram mulheres reunidas.

Entre elas estava Lídia.

O SENHOR abriu seu coração para receber a Mensagem Anunciada por Paulo.

Ela foi Batizada.

Sua casa também.

E assim começa uma das comunidades cristãs mais queridas pelo Apóstolo.

A Igreja de Filipos, que mais tarde receberia uma das cartas mais afetuosas do Novo Testamento, teve seu início registrado em uma Reunião de Oração no SÁBADO. 

Tessalônica: “Segundo o Costume” de Paulo

Depois, Paulo chegou a Tessalônica.

Assim Diz o SENHOR:

“Paulo, segundo o seu costume, foi procurá-los e, por três sábados, arrazoou com eles acerca das ESCRITURAS.”
Atos 17:2

Observe novamente a expressão:

“segundo o seu costume.”

Ela lembra diretamente o que Lucas havia escrito sobre JESUS em Nazaré.

JESUS entrou na sinagoga no SÁBADO “segundo o Seu costume”.

Paulo, décadas depois, faz o mesmo.

Durante três SÁBADOS, ele argumenta com base nas ESCRITURAS que era necessário que o CRISTO padecesse e ressuscitasse.

Resultado?

Judeus creram.

Gentios também.

Mulheres de destaque aceitaram o Evangelho.

E nasceu a Igreja de Tessalônica. 

Corinto: todos os SÁBADOS                              

Depois, Paulo foi para Corinto.

Ali conheceu Áquila e Priscila.

Trabalhava durante a semana fazendo tendas.

Mas Lucas registra:

“E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos.”
Atos 18:4 

Não diz:

“Alguns SÁBADOS.”

Diz:

“todos os sábados.”

E novamente encontramos:

judeus;

gregos;

pregação;

SÁBADO.

As Igrejas de Filipos, Tessalônica e Corinto surgem dentro desse ambiente de Evangelização Sabática registrado por Lucas. 

E 1 Coríntios 16? Paulo ordenou culto no domingo?

Uma passagem frequentemente apresentada como evidência de reunião cristã dominical é:

“No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade...”
1 Coríntios 16:2 

Mas é importante ler exatamente o que Paulo ordena.

O assunto é uma coleta destinada aos santos necessitados.

E a orientação é que cada pessoa separe antecipadamente sua contribuição para que, quando Paulo chegasse, não fosse necessário começar uma arrecadação naquele momento.

O texto não diz:

“Reúnam-se para adorar.”

Não declara:

“O primeiro dia é santo.”

Não chama o primeiro dia de SÁBADO.

Não transfere para ele o Quarto Mandamento.

A expressão aponta para uma separação individual dos recursos — “em casa” — e não para uma coleta litúrgica pública. 

Um versículo pode mudar um Mandamento?

Essa é uma regra importante de interpretação.

Quanto maior a mudança doutrinária, mais clara deveria ser a revelação.

Para substituir:

“O Sétimo Dia é o SÁBADO do SENHOR”

por

“o primeiro dia é agora o dia santo do SENHOR”,

seria razoável esperar uma ordem inequívoca.

Uma declaração.

Uma bênção.

Uma santificação.

Um mandamento.

Mas 1 Coríntios 16 fala de organização financeira.

Isso não pode receber um peso que o próprio texto não lhe dá.

Paulo em Trôade: e o primeiro dia da semana?

Atos 20 é outra passagem importante.

Paulo estava em Trôade.

Lucas conta que os discípulos estavam reunidos para partir o pão no primeiro dia da semana.

Paulo falou até meia-noite.

Êutico adormeceu.

Caiu do terceiro andar.

Foi restaurado à vida.

E Paulo continuou falando até o amanhecer.

Essa passagem é frequentemente apresentada como prova de culto dominical.

Mas há detalhes importantes.

Era uma reunião noturna.

Havia muitas lâmpadas.

Paulo seguiria viagem na manhã seguinte.

Além disso, o partir do pão não era exclusivo de nenhum dia semanal. Atos registra que os cristãos chegaram a partir o pão diariamente.

Na leitura cronológica adotada, considerando a contagem Bíblica do dia de uma tarde à outra, essa reunião teria começado após o pôr do sol que encerrava o SÁBADO, enquanto Paulo partiu em viagem na manhã seguinte. 

Romanos 14 permite escolher qualquer dia?

Outra passagem bastante utilizada é:

“Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.”
Romanos 14:5 

À primeira vista, alguém poderia concluir:

“Então qualquer dia pode substituir o SÁBADO.”

Mas precisamos observar o assunto que Paulo está discutindo.

O capítulo trata de disputas sobre:

comer;

não comer;

alimentos;

práticas individuais;

dias associados a essas observâncias.

O texto não menciona:

o SÁBADO;

o Quarto Mandamento;

o Sétimo Dia.

O princípio de Paulo é impedir que cristãos se destruam mutuamente por questões de consciência relacionadas a práticas disputáveis.

Transformar isso numa revogação de um dos Dez Mandamentos exige colocar no texto aquilo que ele não diz.

Defendemos justamente essa leitura, relacionando os “dias” de Romanos 14 às controvérsias cerimoniais e alimentares do contexto, e não ao SÁBADO semanal. 

A fuga da Judeia e a Oração de JESUS

Anos antes, JESUS havia dito:

“Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado.”
Mateus 24:20 

A destruição de Jerusalém ocorreu décadas depois da cruz.

Relacionamos a fuga dos cristãos da Judeia a essa orientação e entendemos que a preocupação de JESUS com o SÁBADO continuou presente na memória da Igreja até aquele período. 

A Importância disso é clara:

o próprio JESUS havia projetado a questão do SÁBADO para além de Sua crucifixão e Ressurreição.

E chegamos ao fim do primeiro século

Por volta do fim do primeiro século, João estava exilado na ilha de Patmos.

Então escreveu:

“Achei-me em espírito, no dia do SENHOR.”
Apocalipse 1:10 

Aqui surge outra questão decisiva:

Qual é o Dia do SENHOR?

Muitos cristãos posteriormente aplicaram essa expressão ao domingo.

Mas Apocalipse 1:10, isoladamente, não identifica qual dia da semana João tinha em mente.

Portanto, precisamos permitir que as próprias ESCRITURAS definam a expressão.

Qual dia DEUS chama de “Meu Santo Dia”?

Na criação:

“Abençoou DEUS o dia sétimo e o santificou.”
Gênesis 2:3 

No deserto:

“Amanhã é repouso, o santo SÁBADO do SENHOR.”
Êxodo 16:23 

No Quarto Mandamento:

“O sétimo dia é o SÁBADO do SENHOR, teu DEUS.”
Êxodo 20:10 

Em Isaías:

“Se desviares o pé de profanar o SÁBADO e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia...”
Isaías 58:13 

E JESUS declarou:

“O FILHO DO HOMEM é SENHOR também do sábado.”
Marcos 2:28 

Esses textos fornecem uma identificação Bíblica explícita entre o SENHOR e o SÁBADO.

Por isso, na interpretação apresentada, o “Dia do SENHOR” mencionado por João em Patmos é identificado com o SÁBADO Bíblico, e não com o primeiro dia da semana. 

Do Gênesis ao Apocalipse                          

Existe algo extraordinário nessa trajetória.

No início da BÍBLIA:

“Abençoou DEUS o dia sétimo e o santificou.”

No Sinai:

“O sétimo dia é o SÁBADO do SENHOR.”

Nos Profetas:

“Meu santo dia.”

Nos Evangelhos:

“O SÁBADO foi estabelecido por causa do homem.”

E:

“O FILHO DO HOMEM é SENHOR também do SÁBADO.”

No período Apostólico:

Paulo prega no SÁBADO.

Gentios ouvem no SÁBADO.

Filipos nasce em uma reunião no SÁBADO.

Tessalônica recebe o Evangelho durante SÁBADOS sucessivos.

Corinto ouve Paulo “todos os SÁBADOS”.

E no final do primeiro século, João ainda escreve sobre:

“o Dia do SENHOR.”

O BLOG É DESSE JEITO! encerra precisamente com essa associação entre o SÁBADO que DEUS chama de Seu Santo Dia e a expressão utilizada por João em Apocalipse. 

Onde está o mandamento da mudança?

Talvez esta seja a pergunta mais importante de todo este estudo.

Não estamos perguntando:

“Em que dia JESUS ressuscitou?”

A resposta é conhecida:

no primeiro dia da semana.

A pergunta é:

onde DEUS ordenou que a Santidade do Sétimo Dia fosse transferida para o primeiro?

Onde está:

“DEUS abençoou o primeiro dia”?

Onde está:

“DEUS santificou o primeiro dia”?

Onde está:

“Lembra-te do primeiro dia para o santificar”?

Onde JESUS disse:

“Depois de Minha ressurreição, guardem o domingo”?

Onde os Apóstolos ensinaram:

“O SÁBADO foi transferido”?

Uma doutrina dessa magnitude necessita de Fundamento Bíblico claro.

Não de inferências.

Não de tradição posterior.

Não de acontecimentos aos quais posteriormente atribuímos um significado que os Autores Bíblicos não declararam.

Nossa Base precisa continuar sendo:

Assim Diz o SENHOR.

Aplicação Espiritual: tradição ou PALAVRA?

Este estudo não deve produzir orgulho religioso.

A Verdade Bíblica nunca foi dada para alimentar superioridade espiritual.

Ela foi dada para produzir Obediência.

A pergunta, portanto, não é:

“Qual grupo religioso está certo?”

A Pergunta é:

O que DEUS realmente disse?

Se descobrimos que determinada tradição não possui Fundamento Claro nas ESCRITURAS, precisamos ter humildade para colocar a PALAVRA DE DEUS acima da tradição.

Mas existe também outro perigo.

Alguém pode defender corretamente o SÁBADO e ainda viver longe do SENHOR do SÁBADO.

Pode conhecer o dia certo e possuir o coração errado.

Pode descansar fisicamente e continuar espiritualmente distante.

O objetivo final do SÁBADO não é produzir uma discussão.

É conduzir-nos ao CRIADOR.

Ao REDENTOR.

À Comunhão.

À Santidade.

À Misericórdia.

À Confiança em JESUS CRISTO.

Conclusão: a Igreja Apostólica e o SÁBADO

O período apostólico é decisivo porque nele encontramos a expansão do Evangelho para o mundo gentílico.

Se uma mudança do SÁBADO para o domingo tivesse ocorrido, deveríamos esperar encontrá-la aqui com clareza.

Mas o registro que encontramos é outro.

O SÁBADO continua aparecendo.

Paulo prega nele.

Gentios se reúnem nele.

Igrejas nascem dentro desse ambiente.

O Concílio de Jerusalém não registra qualquer debate sobre sua abolição.

1 Coríntios 16 não chama o domingo de santo.

Atos 20 não estabelece um novo mandamento.

Romanos 14 não menciona o Quarto Mandamento.

E João, no fim do primeiro século, ainda fala de um “Dia do SENHOR”.

O argumento é, portanto, direto:

não existe nas ESCRITURAS uma Ordem Apostólica transferindo a Santidade do SÁBADO para o primeiro dia da semana.

A Nova Aliança não apaga a Lei.

Ela a escreve no coração.

O Evangelho não destrói a Obediência.

Ele transforma o pecador para que viva em fidelidade.

E o SÁBADO continua apontando para o mesmo DEUS que Criou, Santificou, Redimiu e Chama Seu povo para descansar Nele.

Do Éden aos Apóstolos.

Do Sinai ao Evangelho.

Do CRIADOR ao REDENTOR.

Permanece a pergunta:

Está Escrito?

E a nossa resposta precisa permanecer firmada em uma Base Verdadeira:

Assim Diz o SENHOR.

Compartilhe esta Mensagem

Se este estudo ajudou você a compreender melhor o SÁBADO durante o Ministério dos Apóstolos, compartilhe com alguém que deseja examinar esse assunto diretamente na BÍBLIA.

Não peça que a pessoa simplesmente aceite uma tradição.

Convide-a a Abrir as ESCRITURAS.

A Ler Atos.

A Analisar as Epístolas.

A Comparar Texto com Texto.

Porque quando a PALAVRA fala claramente, nossa segurança não está no que homens decidiram posteriormente.

Está no que DEUS Revelou.

 É DESSE JEITO! -- Assim Diz o SENHOR.


                                          VÍDEO+ 

                   


                   



  O SÁBADO no Antigo Testamento: O Dia Esquecido, Profanado e Defendido por DEUS      




                                                     

                                           igrejas.adventistas.org 

      #NovoTempo 

                                                         


                                             Blog É DESSE JEITO!        


                                           


                 Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

                                  "Assim Diz o SENHOR"  


Curso Bíblico - Contagem Regressiva/O Amanhecer de um Novo Tempo

                 É DESSE JEITO! 

            

    As Profecias Bíblicas parecem difíceis de entender?

Símbolos, acontecimentos, conflitos, juízo, sofrimento e eventos finais. Temas que podem parecer complexos começam a fazer sentido quando você entende como tudo se conecta.

No Curso Bíblico Contagem Regressiva, você vai aprofundar seus conhecimentos sobre as Profecias Bíblicas, compreender o porquê de cada acontecimento e descobrir o que a BÍBLIA revela para o nosso tempo.

Avance no seu ritmo, com o livro, videoaulas, quizzes, atividades e acompanhamento pelo WhatsApp.

📖 COMO PARTICIPAR?

Clique na imagem do livro para ser redirecionado à página de preenchimento dos seus dados. Assim, você poderá receber este incrível ESTUDO BÍBLICO, TOTALMENTE GRÁTIS, pelos Correios, no conforto do seu lar, além de ter acesso a todos os bônus oferecidos.

Bons estudos!                      

🎁 BÔNUS

Aulas on-line no portal

Você receberá, por e-mail, o acesso às aulas do curso em nosso portal, sem custo adicional.

Ganhe também acesso ao estudo pelo WhatsApp!

Ao solicitar o livro, você receberá acesso exclusivo ao Curso Bíblico Contagem Regressiva pelo WhatsApp.

Assim que fizer seu pedido, você já poderá começar uma jornada digital para aprofundar seus conhecimentos sobre as Profecias Bíblicas, compreender o porquê de cada acontecimento e descobrir o que a BÍBLIA revela para o nosso tempo, diretamente pelo celular e no seu ritmo.

É GRÁTIS e não é necessário instalar nada!

                                           

                                           
                                 igrejas.adventistas.org 

      #NovoTempo 
                     

                                             Blog É DESSE JEITO!        

  
                           
         Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

                                    "Assim Diz o SENHOR"