É DESSE JEITO!
Quando a Voz do Santo cessou, “o povo estava de longe, em pé; Moisés, porém, se chegou à nuvem escura onde DEUS estava”. Segue-se um breve diálogo no qual DEUS entrega a Moisés uma série de preceitos, os quais, como uma amostra dos estatutos dados por seu intermédio, podem ser classificados da seguinte forma: preceitos cerimoniais, que apontavam para as coisas por vir; preceitos legais, direcionados ao governo civil da nação; e preceitos morais, declarando, de outras formas, os Dez Mandamentos. Nesse breve diálogo, o Sábado não é esquecido: “Seis dias farás a tua obra, mas, ao Sétimo Dia, descansarás; para que descanse o teu boi e o teu jumento; e para que tome alento o filho da tua serva e o forasteiro.”
Esse Texto Bíblico fornece uma evidência implícita de que
o Sábado foi feito para a humanidade e para as criaturas que compartilham dos
labores humanos. O estrangeiro e o forasteiro deveriam guardá-lo, e o Sábado
serviria para o alento deles. Mas as mesmas pessoas não poderiam participar da
Páscoa até que se tornassem membros da igreja hebraica por meio da circuncisão.
Quando Moisés voltou para junto do povo, ele repetiu
todas as Palavras do SENHOR. A uma voz, os israelitas exclamaram: “Tudo o que
falou o SENHOR faremos”. Então Moisés escreveu todas as Palavras do SENHOR. “E
tomou o livro da aliança e o leu ao povo; e eles disseram: Tudo o que falou o
SENHOR faremos e obedeceremos”. Então “tomou Moisés aquele sangue, e o aspergiu
sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o SENHOR fez convosco”.
Dessa maneira, DEUS preparou o caminho para derramar um segundo sinal de honra sobre Sua Lei: “Então, disse o SENHOR a Moisés: Sobe a mim, ao monte, e fica lá; dar-te-ei tábuas de pedra, e a Lei, e os Mandamentos que escrevi, para os ensinares. [...] Tendo Moisés subido, uma nuvem cobriu o monte. E a glória do SENHOR pousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu por seis dias; ao Sétimo Dia, do meio da nuvem chamou o SENHOR a Moisés. O aspecto da glória do SENHOR era como um fogo consumidor no cimo do monte, aos olhos dos filhos de Israel. E Moisés, entrando pelo meio da nuvem, subiu ao monte; e lá permaneceu quarenta dias e quarenta noites.”
Durante esses quarenta dias, DEUS mostrou a Moisés um modelo da Arca dentro da qual seria colocada a Lei que Ele havia Escrito em pedra, do Propiciatório que ficaria em cima da Lei, e do Santuário no qual a Arca seria depositada. Também ordenou o Sacerdócio, cujos membros ministrariam no Santuário diante da Arca. Depois que essas coisas foram ordenadas, quando o Legislador estava prestes a confiar a Lei Escrita por Si mesmo às mãos de Moisés, Ele mais uma vez ordenou que o Sábado fosse guardado: “Disse mais o SENHOR a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os Meus Sábados; pois é Sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que EU SOU o SENHOR, que vos Santifica. Portanto, guardareis o Sábado, porque é Santo para vós outros; aquele que o profanar morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, porém o Sétimo Dia é o Sábado do repouso solene, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do Sábado fizer alguma obra morrerá. Pelo que os filhos de Israel guardarão o Sábado, celebrando-o por Aliança Perpétua nas suas gerações. Entre Mim e os filhos de Israel é Sinal para sempre; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao Sétimo Dia, descansou, e tomou alento. E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, Escritas pelo Dedo de DEUS.”
Essa passagem deve ser comparada com o testemunho de Ezequiel, dado em nome de DEUS: “Dei-lhes os Meus estatutos e lhes fiz conhecer os Meus juízos, os quais, cumprindo-os o homem, viverá por eles. Também lhes dei os Meus Sábados, para servirem de Sinal entre Mim e eles, para que soubessem que EU SOU o SENHOR que os santifica. [...] EU SOU o SENHOR, vosso DEUS; andai nos Meus estatutos, e guardai os Meus juízos, e praticai-os; santificai os Meus Sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que EU SOU o SENHOR, vosso DEUS.”
Deve-se observar que nenhum desses Textos Bíblicos ensina
que o Sábado foi feito para Israel, nem que ele foi criado depois que os
hebreus saíram do Egito. Nenhum detalhe desses versos nem sequer parece
contradizer os textos que afirmam que o Sábado foi instituído na Criação; ao
contrário, constatamos: (1) que foi o Ato Divino de dar o Sábado aos hebreus
que o transformou em um Sinal entre Ele e o povo. “Também lhes dei os Meus
sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles”. O Ato Divino de lhes confiar
o Sábado já foi discutido; (2) que seria um Sinal entre DEUS e os hebreus “para
que soubessem que EU SOU o SENHOR que os Santifica”. No Antigo Testamento, toda
vez que a palavra SENHOR tem todas as suas letras maiúsculas [“Senhor”], como
nos textos em análise, o original hebraico é Yahweh [Javé, Jeová]. Portanto, o Sábado, como Sinal, significava que foi Jeová, isto é, o DEUS infinito e
autoexistente, que o havia santificado. Santificar é separar ou destinar a um
fim santo, sagrado ou religioso. Já era suficientemente evidente que a nação
hebraica fora separada de toda a humanidade de modo surpreendente. Mas quem é
que os havia separado, dessa forma, de todos os outros povos? Em graciosa
resposta a essa importante pergunta, DEUS concedeu aos hebreus Seu próprio dia
sagrado de descanso. Mas como o grande Memorial do Criador seria a resposta
categórica a essa pergunta? Ouça as palavras do ALTÍSSINO: “Certamente,
guardareis os Meus Sábados”, isto é, Meus dias de descanso, “pois é sinal entre
Mim e vós. [...] Entre Mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque,
em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao Sétimo Dia, descansou, e
tomou alento”. O Sábado, como sinal entre DEUS e Israel, era um Testemunho Perpétuo de que, Aquele que os havia separado de toda a humanidade como Seu
tesouro peculiar na Terra, era o mesmo Ser que havia criado os céus e a terra
em seis dias e descansado no sétimo. Tratava-se, portanto, da mais forte
certeza possível de que Aquele que os santificava era, de fato, JEOVÁ.
Desde os dias de Abraão, DEUS havia separado os hebreus.
Aquele que, até então, nunca havia usado nome local, nacional ou familiar,
desde aquela época até o fim de Seu relacionamento de aliança com a raça
hebraica, assumiu títulos que pareciam mostrar que Ele era DEUS apenas dos
israelitas. Da escolha de Abraão – e sua família – em diante, Ele Se designa
DEUS de Abraão, de Isaque e de Jacó,
DEUS dos hebreus e DEUS de Israel. Ele tirou os hebreus do Egito para ser o seu
DEUS e, no Sinai, uniu-Se a eles em solene aliança. Dessa forma, Ele separou –
ou santificou – os hebreus para Si, porque todas as outras nações haviam se
entregado à idolatria. Assim, o DEUS do céu e da terra condescendeu em Se
entregar a uma só raça e separá-la de toda a humanidade. Deve-se observar que
não foi o Sábado que separou Israel de todas as outras nações, mas, sim, a
idolatria destas nações que levou o SENHOR a separar os hebreus para Si, e que
DEUS deu a Israel o Sábado, que Ele santificara para a raça humana na Criação,
como o Sinal mais expressivo de que Aquele que os havia santificado era, de
fato, o DEUS Vivo.
Foi o Ato Divino de dar o Sábado para os israelitas que o
transformou em um Sinal entre Ele e o povo. Mas a existência do Sábado não
resultou do fato de ele ter sido dado, dessa maneira, aos hebreus; pois o que
eles receberam foi o antigo Sábado do SENHOR e, conforme vimos, ele não foi
dado como um novo mandamento. Pelo contrário, baseou-se, na época, em uma
obrigação já existente. Mas foi a providência de DEUS em favor dos hebreus,
primeiro lhes resgatando da escravidão abjeta e depois lhes enviando pão do céu
por seis dias e preservando-o para o Sábado, que transformou esse dia em um
presente para o povo. Note a importância da maneira como esse dom foi
concedido, em uma demonstração de quem os santificava. Ele se tornou um
presente aos hebreus pela providência maravilhosa do maná – um milagre que
continuou a declarar abertamente o Sábado a cada semana durante o período de
quarenta anos, mostrando invariavelmente que Aquele que os conduzia era o Autor
do Sábado e, portanto, o CRIADOR do céu e da terra. O fato do Sábado, que foi
feito para a humanidade, ter sido entregue aos hebreus dessa forma, certamente
não é mais notável do que o fato do DEUS de toda a Terra ter confiado Seus
oráculos, e a Si próprio, a esse povo. O ALTÍSSIMO, Sua Lei e o Sábado não se
tornaram judeus; mas os hebreus se tornaram depositários honrados da Verdade Divina, e o conhecimento de DEUS e de Seus Mandamentos foi preservado na Terra.
O motivo sobre o qual esse Sinal se baseia aponta inequivocamente para a verdadeira origem do Sábado. Ele não se originou da queda do maná durante seis dias e de sua interrupção ao sétimo, pois isso aconteceu porque o Sábado já existia. Sua origem se deve ao fato de que “em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao Sétimo Dia, descansou, e tomou alento”. Assim fica demonstrado que o Sábado teve origem no descanso e alento do CRIADOR, e não na queda do maná. Como instituição, o Sábado declarava que seu Autor era o CRIADOR dos céus e da terra. Como sinal entre DEUS e Israel, anunciava que quem os havia separado era, de fato, JEOVÁ.
O último ato do Legislador, nesse diálogo memorável, foi
colocar nas mãos de Moisés “as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, Escritas
pelo Dedo de DEUS”. Ele então revelou a Moisés a triste apostasia do povo de
Israel, apressando-o para que descesse a encontrá-los.
“E, voltando-se, desceu Moisés do monte com as duas
tábuas do Testemunho nas mãos, tábuas escritas de ambos os lados; de um e de
outro lado estavam escritas. As tábuas eram obra de DEUS; também a escritura
era a mesma escritura de DEUS, esculpida nas tábuas. [...] Logo que se
aproximou do arraial, viu ele o bezerro e as danças; então, acendendo-se-lhe a
ira, arrojou das mãos as tábuas e quebrou-as ao pé do monte.”
Então Moisés infligiu o castigo sobre os idólatras “e
caíram do povo, naquele dia, uns três mil homens”. Moisés se voltou para DEUS e
intercedeu em favor do povo. Então o SENHOR prometeu que Seu Anjo iria com os
israelitas, mas Ele próprio não andaria no meio deles, para que não os
consumisse. Em seguida, Moisés apresentou uma fervorosa súplica ao ALTÍSSIMO para que pudesse ver Sua Glória. Tal pedido foi atendido, com exceção de que a Face de DEUS não poderia ser vista.
Mas antes de Moisés subir para contemplar a Majestade do Legislador infinito, o SENHOR lhe disse: “Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e Eu escreverei nelas as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas, que quebraste. [...] Lavrou, pois, Moisés duas tábuas de pedra, como as primeiras; e, levantando-se pela manhã de madrugada, subiu ao monte Sinai, como o SENHOR lhe ordenara, levando nas mãos as duas tábuas de pedra. Tendo o SENHOR descido na nuvem, ali esteve junto dele e proclamou o nome do SENHOR. E, [passou] o SENHOR por diante dele, [...].”
Moisés, então, contemplou a Glória do SENHOR e,
“imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, o adorou”. Esse encontro durou
quarenta dias e quarenta noites, assim como o primeiro. Ao que tudo indica, o tempo foi gasto em
intercessão, da parte de Moisés, para que DEUS não destruísse o povo por causa
do seu pecado. O relato acerca desse período é muito breve, mas o Sábado é
mencionado. “Seis dias trabalharás, mas, ao Sétimo Dia, descansarás, quer na
aradura, quer na sega”. Assim o povo foi admoestado a não se esquecer do Sábado
do SENHOR, nem mesmo nos períodos mais ocupados.
Esse segundo período de quarenta dias terminou como o
primeiro, com o Ato de DEUS de depositar as tábuas de pedra nas mãos de Moisés.
“E, ali, esteve com o SENHOR quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão,
nem bebeu água; e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as dez palavras”.
Portanto, parece que as tábuas do testemunho eram duas tábuas de pedra nas
quais os Mandamentos foram Escritos pelo Dedo de DEUS. Demonstra-se, então, que
o Testemunho de DEUS corresponde aos Dez Mandamentos. A escrita feita nas
segundas tábuas foi uma cópia exata da que foi feita nas primeiras. DEUS disse:
“Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e Eu escreverei nelas as mesmas
palavras que estavam nas primeiras tábuas, que quebraste”. Acerca das primeiras
tábuas, Moisés disse: “Então, vos anunciou Ele a Sua aliança, que vos
prescreveu, os Dez Mandamentos, e os escreveu em duas tábuas de pedra”.
Foi assim que DEUS confiou a Seu povo os Dez Mandamentos.
Sem interferência humana ou angélica, Ele mesmo os proclamou. Não delegando a
Seu honrado servo Moisés e nem mesmo a um Anjo vindo de Sua presença, Ele mesmo
os escreveu com o Próprio Dedo. “Lembra-te do dia de Sábado, para o Santificar”
é uma das dez prescrições que assim foram exaltadas pelo ALTÍSSIMO. Essas duas
elevadas honras não foram as únicas que Ele conferiu a esse preceito. Ao passo
que o Mandamento do Sábado as compartilha com os outros nove Mandamentos, o
quarto se destaca dentre eles por ter sido estabelecido pelo exemplo do próprio
Legislador. Estes Mandamentos, escritos nas duas tábuas de pedra, fazem
evidente referencia à natureza dupla da Lei Divina: o amor supremo a DEUS e o
amor ao próximo como a nós mesmos. O Mandamento do Sábado, colocado no fim da primeira tábua, forma o elo de ouro
que une as duas partes da Lei Moral. Ele protege e faz vigorar o dia que DEUS reivindica como Seu. Ele acompanha os seres humanos ao longo dos seis dias que
DEUS lhes deu para serem usados de maneira apropriada nas várias relações da
vida, abrangendo, dessa forma, a vida humana em sua totalidade e deixando
implícito que cabe ao homem, ao fazer “toda a sua obra” nos “seis dias” que lhe
foram emprestados, cumprir todos os deveres da segunda tábua, embora o Mandamento em si pertença à primeira Tábua da Lei.
A linguagem do Legislador, ao chamar Moisés para subir o monte e receber os Dez Mandamentos, comprova que eles formam um código moral completo. “Sobe a Mim, ao monte, e fica lá; dar-te-ei tábuas de pedra, e a Lei, e os Mandamentos que escrevi”. Essa Lei composta de Mandamentos era o Testemunho de DEUS gravado em pedra. O mesmo fato grandioso é apresentado por Moisés na bênção que pronunciou sobre Israel: “Disse, pois: O SENHOR veio do Sinai e lhes alvoreceu de Seir, resplandeceu desde o monte Parã; e veio das miríades de santos; à Sua [mão] direita, havia para eles o fogo da Lei” [ou como diz a KJV: “de Sua destra, veio para eles uma Lei ardente”.]. Não pode haver dúvida de que, por meio dessas palavras, o ALTÍSSIMO é descrito como estando pessoalmente presente com miríades de Seus Santos, ou de Anjos. E o que Ele escreveu com a própria mão direita é chamado por Moisés de “fogo da Lei”. Agora o homem de DEUS completa seu encargo sagrado. E assim ele relata o que DEUS fez ao lhe confiar a Lei, e o que ele mesmo fez para que a Lei chegasse à sua posição final: “Então, escreveu o SENHOR nas tábuas, segundo a primeira escritura, os Dez Mandamentos que Ele vos falara no dia da congregação, no monte, no meio do fogo; e o SENHOR mas deu a mim. Virei-me, e desci do monte, e pus as tábuas na arca que eu fizera; e ali estão, como o SENHOR me ordenou”. Assim a Lei de DEUS foi depositada dentro da Arca, embaixo do propiciatório. Este capítulo também não poderia terminar sem destacar a importante relação do Quarto Mandamento com a expiação.
A tampa da arca era chamada de propiciatório porque,
todos aqueles que haviam transgredido a Lei contida embaixo dele, dentro da Arca, poderiam encontrar perdão por meio da aspersão, sobre o propiciatório, do
sangue da expiação.
A Lei dentro da Arca era a que exigia a expiação; a lei
cerimonial que ordenava o sacerdócio levítico e os sacrifícios pelo pecado era
a lei que ensinava aos seres humanos como a expiação poderia ser efetuada. A Lei transgredida se encontrava embaixo do propiciatório; o sangue da oferta
pelo pecado era aspergido em cima dele, e o perdão era estendido ao pecador
penitente. Havia um pecado autêntico e, portanto, uma Lei autêntica que o ser
humano havia quebrado; mas não havia uma expiação autêntica, e daí a
necessidade do grande antítipo dos sacrifícios levíticos. A Expiação Autêntica,
quando fosse realizada, deveria estar ligada à Lei a respeito da qual a
expiação havia sido prefigurada. Em outras palavras, a expiação típica [ou
simbólica], que era “sombra dos bens
vindouros” (Hebreus 10:1), estava relacionada à Lei guardada na Arca e indicava
que uma Expiação Autêntica era exigida por aquela lei. Era necessário que a Lei
que exige a Expiação, a fim de poupar aquele que a transgredira, fosse perfeita
em si mesma; caso contrário, a culpa recairia, pelo menos em parte, sobre o
Legislador, e não totalmente sobre o pecador. Logo, a expiação efetuada não
elimina a Lei transgredida, uma vez que ela é perfeita, mas tem o claro
propósito de eliminar a culpa do transgressor. Devemos lembrar que o Quarto Mandamento é um dos Dez Preceitos da Lei quebrada, um dos princípios Santos e Imutáveis que tornou necessária a morte do FILHO Unigênito de DEUS antes que o
perdão pudesse ser estendido ao homem culpado. Com esses fatos em mente, não é
estranho que o Legislador tenha reservado para Si a tarefa de Proclamar a Lei,
não confiando a nenhum ser criado a responsabilidade de escrever a Lei que
exigiria, como meio de Expiação, a morte do FILHO de DEUS.
Continua...
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Especial - "A História do Sábado" (Parte 1/28)
A História do Sábado - "A Criação" (Parte 2/28)
A História do Sábado - "A Instituição do Sábado" (Parte 3/28)
A História do Sábado - "O Quarto Mandamento" (Parte 5/28)
"Assim Diz o SENHOR"
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