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                                     Evidências 

   Não importa se você é ateu, agnóstico ou religioso. Refletir sobre o propósito da existência, realidades metafísicas e dilemas humanos é um exercício mental poderoso e libertador. O Curso contém 14 Lições e foi preparado pelo Dr. Rodrigo Silva, um renomado arqueólogo e apresentador do programa de TV Evidências.

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   Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

                                       "Assim Diz o SENHOR"


História da Redenção -"Sete e Enoque" (Mensagem+)

    Sete tinha um caráter digno, e devia tomar o lugar de Abel em reto proceder. Contudo era filho de Adão, como o pecaminoso Caim, e não herdou da natureza de Adão mais bondade natural do que Caim herdara. Nasceu em pecado, mas pela Graça de DEUS, e recebendo os fiéis ensinamentos de seu pai Adão, honrou a DEUS, fazendo SUA Vontade. Separou-se dos corruptos descendentes de Caim e lutou como teria feito Abel caso vivesse, para volver a mente dos homens pecadores à Reverência e Obediência a DEUS.

   Enoque era um santo homem. Servia a DEUS com singeleza de coração. Compreendeu a corrupção da família humana e separou-se dos descendentes de Caim, reprovando-os por sua grande maldade. Existiam na Terra aqueles que reconheciam a DEUS, e O temiam e adoravam. Mas o justo Enoque era tão afligido pelo crescente mal da impiedade, que não se associava com eles diariamente, temendo ser afetado por sua infidelidade e que seus pensamentos não considerassem a DEUS com a santa reverência que era devida ao Seu exaltado caráter. Sua alma se agitava ao testemunhar diariamente como pisavam a Autoridade de DEUS. Decidiu separar-se deles e gastar muito de seu tempo em solidão, a qual devotava à reflexão e oração. Ele esperava diante do SENHOR e orava para conhecer SUA vontade mais perfeitamente, para poder realizá-la. DEUS comunicava-Se com Enoque mediante SEUS Anjos, dando-lhe instrução Divina. Fez-lhe saber que não suportaria para sempre a rebelião do homem — que Seu propósito era destruir a raça pecadora trazendo um dilúvio de água sobre a Terra.

   O puro e amável Jardim do Éden, de onde nossos primeiros pais foram expulsos, permaneceu até que DEUS Se propôs destruir a Terra pelo dilúvio. DEUS plantara o jardim e o abençoara especialmente, e em SUA maravilhosa providência removeu-o da Terra, e o fará voltar outra vez a Terra, mais gloriosamente adornado do que antes de ser removido. DEUS Se propôs preservar um espécime de SUA perfeita obra criadora livre da maldição com que amaldiçoara a Terra.

   O Senhor abriu mais amplamente para Enoque o Plano da Salvação, e pelo ESPÍRITO de Profecia transportou-o através das gerações que viveriam depois do dilúvio, e mostrou-lhe os grandes eventos relacionados com o Segundo Advento de CRISTO e o Fim do Mundo (Judas 14/PALAVRA de DEUS).

    Enoque estivera perturbado com respeito aos mortos. Parecia-lhe que os justos e os ímpios iriam para o pó juntamente, e que este seria o seu fim. Não podia ver claramente a vida do justo além da sepultura. Em visão profética foi instruído com relação ao FILHO de DEUS que devia morrer como Sacrifício pelo homem, e foi-lhe mostrada a Vinda de CRISTO nas nuvens do céu, acompanhado pela hoste angélica, a fim de dar vida aos justos mortos e resgatá-los de sua sepultura. Viu também o estado corrupto do mundo, no tempo em que CRISTO apareceria pela segunda vez — que haveria uma geração jactanciosa, presumida, voluntariosa, arregimentada em rebelião contra a Lei de DEUS, e negando o único SENHOR DEUS e nosso SENHOR JESUS CRISTO, pisando o SEU sangue e desprezando SUA expiação. Viu os justos coroados de Glória e Honra, e os ímpios banidos da presença do SENHOR, e destruídos pelo fogo.

   Enoque fielmente transmitiu ao povo tudo o que DEUS lhe havia revelado pelo ESPÍRITO de Profecia. Alguns creram nas suas palavras e volveram de sua maldade para temer e adorar a DEUS.

       Trasladação de Enoque

   Enoque continuou a tornar-se mais piedoso enquanto se comunicava com DEUS. Sua face era radiante com a santa luz que permanecia em sua fisionomia enquanto instruía aqueles que vinham para ouvir suas sábias palavras. Sua aparência digna e celestial infundia às pessoas reverência. O SENHOR amava a Enoque porque ele firmemente O seguia, aborrecendo a iniquidade, e fervorosamente buscava conhecimento celestial, para fazer SUA Vontade com perfeição. Ele anelava unir-se ainda mais estreitamente com DEUS, a quem temia, reverenciava e adorava. DEUS não permitiu a Enoque morrer como outros homens, mas enviou SEUS Anjos para levá-lo ao Céu sem ver a morte. Na presença de justos e ímpios Enoque foi removido deles. Aqueles que o amavam pensaram que DEUS pudesse tê-lo deixado em algum de seus lugares de retiro, porém, depois de procurarem diligentemente por ele, e sendo incapazes de achá-lo, disseram que não se acharia mais, porque DEUS o tomara.

   O SENHOR Ensina aqui uma Lição da Maior Importância pela Trasladação de Enoque — um descendente do decaído Adão — que seriam recompensados todos que pela fé confiassem no Sacrifício prometido e fielmente obedecessem a SEUS Mandamentos. Duas classes são aqui outra vez representadas como devendo existir até o Segundo Advento de CRISTO — os justos e os ímpios, os rebeldes e os leais. DEUS Se lembrará dos justos, que O temem. Em consideração a SEU Amado FILHO ELE os estimará e honrará dando-lhes a Vida Eterna. Mas os ímpios, aqueles que pisam SUA Autoridade, ELE os cortará da Terra e os destruirá e serão como se nunca tivessem existido.

   Depois da queda de Adão de um estado de perfeita felicidade para um estado de infelicidade e pecado, havia o perigo de os homens se tornarem desencorajados e inquirirem: “Inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos guardado os Seus preceitos, e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos” (Malaquias 3: 14/PALAVRA de DEUS), uma vez que a maldição celeste repousa sobre a raça humana, e a morte é a porção de todos nós? Mas as instruções que DEUS dera a Adão, e que foram repetidas a Sete e plenamente exemplificadas por Enoque iluminaram o caminho de trevas e escuridão, dando esperança ao homem, de que como por meio de Adão veio a morte, mediante JESUS, o Redentor Prometido, viria vida e imortalidade.

   No caso de Enoque os descoroçoados fiéis foram ensinados que, embora vivendo entre pessoas corruptas e pecadoras, que estavam em aberta e ousada rebelião contra DEUS, seu CRIADOR, contudo se LHE obedecessem e tivessem fé no REDENTOR Prometido, eles podiam proceder com justiça como o fiel Enoque, serem aceitos por DEUS, e finalmente Exaltados ao SEU Trono Celestial.

   Enoque, separando-se do mundo, e gastando muito de seu tempo em oração e comunhão com DEUS, representa o leal povo de DEUS nos últimos dias, que há de se separar do mundo. A injustiça deverá prevalecer em terrível extensão sobre a Terra. Os homens se dedicarão a seguir toda imaginação de seu corrupto coração e levar a cabo sua enganosa filosofia e rebelião contra a Autoridade dos Altos Céus.

   O povo de DEUS separar-se-á das práticas injustas dos que os rodeiam e procurará a pureza de pensamentos e santa conformidade com Sua vontade, até que Sua divina imagem seja refletida neles. Como Enoque, estarão se preparando para a Trasladação ao Céu. Enquanto se esforçam para instruir e advertir o mundo, eles não se conformarão ao espírito e costumes dos descrentes, mas os condenarão por meio de seu santo procedimento e piedoso exemplo. A Trasladação de Enoque para o Céu pouco antes da destruição do mundo pelo dilúvio representa a Trasladação de todos os justos vivos da Terra antes da destruição desta pelo fogo. Os santos serão glorificados na presença daqueles que os odiaram por sua leal obediência aos justos “Mandamentos de DEUS”.          

       

História da Redenção- "A Queda de Lúcifer" (Mensagem+)

 

História da Redenção- "Criação do Mundo" (Mensagem+)


História da Redenção- "Consequências da Rebelião" (Mensagem+)




                                     
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O s Grandes Temas da BÍBLIA - "MILÊNIO" (Verdade Presente)


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "SEGUNDA VINDA" (Parte 2/2)


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "SEGUNDA VINDA" (Parte 1/2)


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "RESSURREIÇÃO" (Verdade Presente)


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "INFERNO" (Parte 2/2)


  Os Grandes Temas da BÍBLIA - "INFERNO" (Parte 1/2)

Os Grandes Temas da BÍBLIA - "SAÚDE" (Parte 2/2)  


 Os Grandes Temas da BÍBLIA – “SAÚDE” (Parte 1/2)


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "MORDOMIA" (Verdade Presente)


Os Grandes Temas da BÍBLIA - "DONS ESPIRITUAIS" (Verdade Presente)


   Os Grandes Temas da BÍBLIA - "Ceia do SENHOR" (Verdade Presente)


História da Redenção - "Caim e Abel" (Mensagem+)

                                   

     Caim e Abel, filhos de Adão, diferiam grandemente em caráter. Abel temia a DEUS. Caim acariciava sentimentos de rebeldia e murmurava contra DEUS por causa da maldição pronunciada sobre Adão e porque fora a Terra amaldiçoada por seu pecado. Estes irmãos tinham sido instruídos com respeito à provisão feita para a Salvação da raça humana. Deles era requerido que praticassem um sistema de humilde obediência, mostrando sua reverência a DEUS e sua fé no Redentor prometido e dependência DELE, mediante o sacrifício dos primogênitos do rebanho e sua solene apresentação, com o sangue, como uma oferta queimada a DEUS. Este sacrifício devia levá-los a ter sempre em mente o seu pecado e o REDENTOR por vir, o qual devia ser o grande sacrifício pelo homem.

   Caim trouxe suas ofertas perante o SENHOR com murmuração e infidelidade no coração em referência ao Sacrifício prometido. Ele não estava disposto a seguir estritamente o Plano de Obediência e procurar um cordeiro e oferecê-lo com os frutos da terra. Meramente tomou dos frutos da terra e desrespeitou as exigências de DEUS. DEUS tinha feito saber a Adão que sem o derramamento de sangue não podia haver remissão de pecados. Caim não estava preocupado em trazer nem mesmo o melhor dos frutos. Abel aconselhou a seu irmão que não viesse diante do SENHOR sem o sangue do sacrifício. Caim, sendo o primogênito, não quis ouvir a seu irmão. Desprezou seu conselho, e com dúvida e murmuração com respeito à necessidade das ofertas cerimoniais, apresentou sua oferta. Mas DEUS não a aceitou.

 Abel trouxe dos primogênitos de seu rebanho e da gordura, como DEUS tinha ordenado; e cheio de fé no MESSIAS por vir, e com humilde reverência, apresentou a sua oferta. DEUS aceitou a sua oferta. Uma luz brilhou do Céu e consumiu a oferta de Abel. Caim não viu manifestação de que a sua era aceita. Irou-se com o SENHOR e com seu irmão. DEUS condescendeu em mandar um Anjo para conversar com ele. O Anjo inquiriu quanto à razão de sua ira, e informou-o de que se ele fizesse o bem e seguisse as orientações que DEUS tinha dado, ELE o aceitaria e estimaria sua oferta. Mas se não se submetesse humildemente aos Planos de DEUS, crendo e obedecendo, Ele não podia aceitar sua oferta. O Anjo declarou a Caim que isto não era injustiça da parte de DEUS, ou parcialidade mostrada para com Abel, mas que era em virtude de seu próprio pecado e desobediência da expressa Ordem de DEUS, que ELE não podia aceitar sua oferta; e se fizesse o bem seria aceito por DEUS, e seu irmão lhe daria ouvidos, e o guiaria, porque era o mais velho. Mas mesmo depois de ser assim fielmente instruído, Caim não se arrependeu. Em vez de censurar-se e aborrecer-se por sua incredulidade, ainda se queixou da injustiça e parcialidade de DEUS. E em sua inveja e ódio, contendeu com Abel e o reprovou. Abel mansamente apontou o erro de seu irmão e mostrou que o equivocado era ele próprio. Caim porém, odiou a seu irmão desde o momento em que DEUS lhe manifestou as provas de Sua aceitação. Seu irmão Abel procurou apaziguar lhe a ira, mostrando que houve compaixão de DEUS em salvar a vida de seus pais, quando podia ter trazido sobre eles morte imediata. Disse a Caim que DEUS os amava, ou não teria dado SEU FILHO, Inocente e Santo, para sofrer a ira de que o homem, pela sua desobediência, era merecedor.

        Os prenúncios da morte

 Enquanto Abel justificava o Plano de DEUS, Caim tornou-se enraivecido, e sua ira cresceu e ardeu contra Abel até que em sua raiva o matou. DEUS o inquiriu a respeito de seu irmão, e Caim proferiu uma culposa falsidade: “Não sei: sou eu guardador de meu irmão?” DEUS informou a Caim que sabia a respeito de seu pecado — que estava informado de todos os seus atos, mesmo os pensamentos de seu coração, e disse-lhe: “A voz do sangue do teu irmão clama a Mim desde a terra. És agora, pois, maldito por sobre a terra cuja boca se abriu para receber de tuas mãos o sangue de teu irmão. Quando lavrares o solo não te dará ele a sua força; serás fugitivo e errante pela Terra.”

   A maldição sobre a terra a princípio tinha sido sentida apenas levemente; mas agora uma dupla maldição repousava sobre ela. Caim e Abel representam as duas classes, os justos e os ímpios, os crentes e os incrédulos, que deviam existir desde a queda do homem até o Segundo Advento de CRISTO. O assassínio de Abel por seu irmão Caim, representa os ímpios que teriam inveja dos justos, odiando-os porque são melhores do que eles. Teriam inveja e perseguiriam os justos e os arrastariam à morte, porque seu reto proceder lhes condenava a conduta pecaminosa.

   A vida de Adão foi de um triste, humilde e contínuo arrependimento. Quando ensinava seus filhos e netos a temerem o SENHOR, era com frequência amargamente reprovado por seu pecado, de que resultara tanta miséria sobre sua posteridade. Quando deixou o belo Éden, o pensamento de que ele deveria morrer fazia-o estremecer de horror. Olhava para a morte como uma terrível calamidade. Foi primeiro familiarizado com a horrível realidade da morte na família humana, pelo seu próprio filho Caim ao matar seu irmão Abel. Cheio de amargo remorso por sua própria transgressão e privado de seu filho Abel, olhando a Caim como um assassino, e conhecendo a maldição que DEUS pronunciara sobre ele, o coração de Adão quebrantou-se de dor. Muito amargamente ele se reprovou por sua primeira grande transgressão. Suplicou o perdão de DEUS mediante o Sacrifício prometido. Profundamente havia ele sentido a ira de DEUS pelo crime cometido no Paraíso. Testemunhou a corrupção geral que mais tarde finalmente forçou DEUS a destruir os habitantes da Terra por um dilúvio. A sentença de morte pronunciada sobre ele por seu CRIADOR, que a princípio lhe pareceu tão terrível, depois que ele viveu algumas centenas de anos, parecia justa e misericordiosa em DEUS, pois trazia o fim a uma vida miserável.

   Ao testemunhar Adão os primeiros sinais da decadência da Natureza com o cair das folhas e o murchar das flores, chorou mais sentidamente do que os homens hoje choram os seus mortos. As flores murchas não eram a razão maior do desgosto, visto serem tenras e delicadas; mas as altaneiras, nobres e robustas árvores arremessando suas folhas e apodrecendo, apresentavam diante dele a dissolução geral da linda Natureza, que DEUS criara para especial benefício do homem. Para seus filhos e os filhos deles, até a nona geração, ele descrevia a perfeição de seu lar edênico, e também sua queda e seus terríveis resultados, e a carga de pesar que veio sobre ele, em consequência da ruptura em sua família, que redundou na morte de Abel. Referiu-lhes os sofrimentos que DEUS tinha trazido sobre ele, para ensinar-lhe a necessidade de estrito apego à SUA Lei. Declarou que o pecado seria punido, em qualquer forma que existisse. Instou com eles para que obedecessem a DEUS, que os trataria misericordiosamente, se O amassem e temessem.

   Os Anjos mantinham comunicação com Adão depois da queda, e informaram-no do Plano da Salvação, e que a raça humana não estava além da Redenção. Embora a terrível separação que tivera lugar entre DEUS e o homem, uma providência tinha sido tomada mediante o oferecimento de SEU Amado FILHO, pela qual o homem podia ser salvo. Mas, sua única esperança estava numa vida de humilde arrependimento e fé na provisão feita. Todos os que aceitassem a CRISTO como seu único SALVADOR, seriam de novo colocados no favor de DEUS mediante os méritos de SEU FILHO.           

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