As Doutrinas Romanas Diante da BÍBLIA: Santos, Imagens, Tradição e a Suficiência de JESUS CRISTO

                                  É DESSE JEITO!

                                   

Não se trata de atacar pessoas católicas, mas de examinar doutrinas religiosas à luz de uma pergunta decisiva: “Está Escrito?”

Antes de qualquer coisa, é necessário deixar algo claro: este artigo não é um ataque a pessoas católicas.

Existem católicos sinceros, piedosos, honestos, respeitosos e profundamente desejosos de agradar a DEUS. A questão central não é julgar a sinceridade das pessoas, mas examinar as doutrinas quando são colocadas diante da PALAVRA DE DEUS.

A sinceridade humana não transforma erro em Verdade.

A tradição religiosa não pode substituir as ESCRITURAS.

A autoridade de uma igreja não pode ficar acima da Autoridade de DEUS.

Por isso, a pergunta que precisa conduzir este Estudo é simples e direta:

O que a BÍBLIA ensina?

Quando práticas como invocação dos santos, veneração de imagens, mediação sacerdotal, tradição infalível e Missa como sacrifício são examinadas à luz das SAGRADAS ESCRITURAS, surge um problema sério: elas não encontram Fundamento Claro no Ensino de JESUS CRISTO nem dos Apóstolos.

A Fé Verdadeira não pode ser construída sobre costumes humanos, ainda que antigos, populares ou emocionantes. A Fé Verdadeira precisa repousar sobre uma Base Verdadeira:

Assim Diz o SENHOR.

A Oração, na BÍBLIA, é dirigida a DEUS

A BÍBLIA nunca manda o cristão orar a João, Antônio, Pedro, Paulo, Maria ou qualquer outro servo de DEUS.

A Oração, nas ESCRITURAS, é dirigida a DEUS.

“Invoca-Me no dia da angústia; Eu te livrarei, e tu Me glorificarás.”
Salmo 50:15

O texto não diz: “invoque os santos”.

O Texto Diz: “Invoca-Me.”

Esse “Me” aponta para DEUS.

Quando o coração está angustiado, quando a alma está aflita, quando o pecado pesa, quando a dor aperta, quando a família sofre, quando a esperança parece distante, a direção Bíblica não é buscar intermediários criados. A direção Bíblica é voltar-se diretamente ao SENHOR.

A invocação religiosa pertence a DEUS.

Um só Mediador: JESUS CRISTO

O Primeiro Grande erro da doutrina romana sobre os santos é transformar servos de DEUS em intercessores espirituais a quem se fazem pedidos.

A BÍBLIA é Clara:

“Há um só DEUS e um só Mediador entre DEUS e os homens, CRISTO JESUS, homem.”
1 Timóteo 2:5

Se há um só Mediador, não existe base Bíblica para criar uma rede de mediadores espirituais no Céu.

A questão não é se Pedro foi usado por DEUS.

Foi.

A questão não é se Paulo foi Apóstolo.

Foi.

A questão não é se Maria foi uma mulher escolhida e agraciada.

Foi.

A questão não é se os fiéis do passado devem ser respeitados.

Devem.

A questão é outra: a BÍBLIA autoriza invocar esses servos depois da morte?

A Resposta é Não.

Nenhum Apóstolo ensinou oração aos mortos.

Nenhum Profeta mandou pedir bênçãos a santos.

Nenhum Texto Bíblico ordena devoção a servos de DEUS como intercessores celestiais.

O acesso ao Pai é por JESUS CRISTO.

“Veneração” ou devoção religiosa?

Muitos tentam justificar a prática dizendo: “Nós não adoramos os santos; apenas veneramos.”

Mas o problema não está apenas na palavra usada. Está na prática.

Quando pessoas se ajoelham diante de imagens, fazem promessas, acendem velas, organizam procissões, pedem proteção, cura, emprego, casamento, livramento e bênçãos a santos, isso ultrapassa uma simples lembrança respeitosa.

Isso se torna devoção religiosa.

E a BÍBLIA ensina:

“Ao SENHOR, teu DEUS, adorarás, e só a Ele darás culto.”
Mateus 4:10

O culto pertence somente a DEUS.

A devoção espiritual pertence somente a DEUS.

A confiança religiosa pertence somente a DEUS.

Respeitar a memória dos servos fiéis é Bíblico. Imitar sua fé é Bíblico. Estudar o exemplo dos personagens Bíblicos é Bíblico. Mas invocar, pedir proteção espiritual, fazer promessas e ajoelhar-se diante de imagens não é ensino apostólico.

Criaturas não possuem atributos Divinos

Outro problema grave é tratar santos mortos como se pudessem ouvir milhões de orações ao mesmo tempo.

Isso exigiria atributos que pertencem somente a DEUS.

Para ouvir pedidos feitos em todas as línguas, em todos os lugares, por milhões de pessoas, seria necessário conhecer pensamentos, intenções, dores secretas e clamores silenciosos do coração.

Mas a BÍBLIA ensina:

“Tu, só Tu és conhecedor do coração de todos os filhos dos homens.”
1 Reis 8:39

Pedro não é onisciente.

Antônio não é onisciente.

Maria não é onisciente.

Nenhum santo conhece todos os pensamentos, todas as línguas, todas as lágrimas e todas as orações do mundo.

Somente DEUS conhece plenamente o coração humano.

Atribuir a criaturas uma capacidade que pertence exclusivamente ao CRIADOR é deslocar a Glória que pertence ao SENHOR.

Miguel, Anjos e a Ordem Bíblica: “Adora a DEUS”

Alguns usam anjos, especialmente Miguel, como base de devoção religiosa. Mas esse tipo de prática não se sustenta diante das ESCRITURAS.

A BÍBLIA apresenta Miguel como o grande Príncipe celestial, o defensor do povo de DEUS:

“Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo...”
Daniel 12:1

Na Compreensão Bíblica Adventista, Miguel não é um Anjo criado, nem uma criatura a quem se deve dirigir devoção. Miguel é entendido como um título de CRISTO em Sua atuação celestial como grande Príncipe, Defensor do povo de DEUS e Comandante dos exércitos celestiais.

Por isso, Miguel jamais deve ser usado como argumento para justificar culto a Anjos, veneração de seres celestiais ou oração dirigida a criaturas.

A BÍBLIA não manda orar a Anjos. Não manda venerar Anjos. Não manda pedir proteção espiritual a Anjos. Não manda prestar culto a Anjos. Toda Adoração pertence somente a DEUS.

Quando João tentou se prostrar diante de um Anjo, a resposta foi direta:

“Vê, não faças isso... adora a DEUS.”
Apocalipse 19:10

E novamente:

“Vê, não faças isso... adora a DEUS.”
Apocalipse 22:9

Se um Anjo Verdadeiro recusou reverência religiosa, então nenhum cristão deve dirigir devoção a Anjos, santos, imagens ou qualquer criatura.

A Ordem Celestial não é: “adora o Anjo”.
A Ordem Celestial é: “Adora a DEUS.”

Portanto, se Miguel é compreendido como CRISTO em Sua função de grande Príncipe celestial, Ele deve ser honrado e adorado não como Anjo, mas como JESUS CRISTO, o FILHO DE DEUS, nosso SALVADOR, SENHOR e único MEDIADOR.

“Há um só DEUS e um só Mediador entre DEUS e os homens, CRISTO JESUS, homem.”
1 Timóteo 2:5

É DESSE JEITO: a BÍBLIA não autoriza devoção angelical. Miguel não é base para culto a anjos. Toda Adoração pertence ao SENHOR. Toda confiança deve estar em JESUS CRISTO. E toda doutrina precisa permanecer firme no Assim Diz o SENHOR.

Pedro recusou reverência indevida

Pedro também não serve como base para devoção religiosa.

Quando Cornélio se prostrou diante dele, Pedro não aceitou aquele gesto. A resposta do Apóstolo foi clara:

“Ergue-te, que eu também sou homem.”
Atos 10:26

Pedro não aceitou prostração religiosa.

Pedro não pediu culto.

Pedro não mandou ninguém invocá-lo depois da morte.

Pedro não ensinou devoção aos santos.

Pedro apontou para JESUS CRISTO.

A ironia é evidente: o próprio Pedro rejeitou aquilo que, séculos depois, muitos passaram a praticar diante de imagens e relíquias de servos religiosos.

Imagens religiosas e o segundo Mandamento

A BÍBLIA é direta sobre imagens usadas em contexto religioso:

“Não farás para ti imagem de escultura... não as adorarás, nem lhes darás culto.”
Êxodo 20:4-5

A tentativa de separar “adorar” de “venerar” não resolve o problema quando há culto, oração, procissão, promessa, reverência, dependência espiritual e devoção diante de imagens.

O Mandamento não trata apenas de ateísmo ou paganismo grosseiro. Ele protege a Adoração Verdadeira contra a tentativa humana de representar, manipular ou materializar o Sagrado.

O povo de Israel não deixou de crer em DEUS quando fez o bezerro de ouro. O problema é que tentou adorar usando uma imagem.

E DEUS rejeitou isso.

A Adoração Bíblica não precisa de imagem para alcançar o Céu. Precisa de Fé, Arrependimento, Obediência e Comunhão com DEUS por meio de JESUS CRISTO.

A Suficiência de JESUS CRISTO não pode ser diminuída

Outro erro sério é diminuir, na prática, a Suficiência de JESUS CRISTO.

A doutrina pode afirmar que JESUS CRISTO é Salvador. Mas quando a prática leva o povo a buscar santos para aquilo que deveria ser buscado diretamente em DEUS, o centro da fé é deslocado.

A Pergunta Bíblica é simples:

Onde JESUS CRISTO mandou orar a santos?

Onde os Apóstolos ensinaram devoção a Antônio, Pedro ou Maria?

Onde a igreja apostólica acendia velas para mortos?

Onde Paulo ensinou a pedir graça a santos no Céu?

Onde Pedro mandou alguém invocá-lo depois de sua morte?

Em lugar nenhum.

O Novo Testamento aponta para JESUS CRISTO como Salvador, Mediador, Intercessor, Sumo Sacerdote e Único Caminho ao PAI.

“Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça.”
Hebreus 4:16

Não está escrito: “acheguemo-nos por Antônio”.

Não está escrito: “acheguemo-nos por Pedro”.

Não está escrito: “acheguemo-nos por Maria”.

O acesso ao Trono da Graça é por JESUS CRISTO.

Tradição humana acima das ESCRITURAS                             

A raiz de muitos erros doutrinários está em colocar a tradição religiosa no mesmo nível, ou acima, da PALAVRA DE DEUS.

JESUS CRISTO denunciou esse tipo de religião:

“Invalidastes a Palavra de DEUS por causa da vossa tradição.”
Mateus 15:6

Esse princípio é decisivo.

A pergunta não é: “A tradição ensina?”

A Pergunta é: “A BÍBLIA ensina?”

A pergunta não é: “Roma definiu?”

A Pergunta é: “Está Escrito?”

Liderança Bíblica existe. Apóstolos existiram. Anciãos existiram. Pastores e mestres existem. Mas liderança bíblica não é a mesma coisa que magistério romano infalível.

A Cabeça da Igreja continua sendo CRISTO:

“CRISTO é a cabeça da igreja.”
Efésios 5:23

E o Fundamento continua sendo JESUS CRISTO:

“Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é JESUS CRISTO.”
1 Coríntios 3:11

Nenhum papa, concílio, bispo ou tradição pode ocupar o lugar de JESUS CRISTO.

Os Bereanos e o Exame das ESCRITURAS

O exemplo dos Bereanos derruba a ideia de que a autoridade religiosa deve ser aceita sem Exame Bíblico.

Lucas afirma que eles eram nobres porque examinavam diariamente nas ESCRITURAS se as coisas pregadas eram assim:

“Examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim.”
Atos 17:11

Observe a Força desse Texto.

A Pregação Apostólica foi conferida pelas ESCRITURAS.

Se até a Pregação de Paulo foi Examinada à Luz da ESCRITURA, por que papa, bispo, concílio ou tradição deveriam ficar acima dela?

A Igreja Verdadeira não tem medo da BÍBLIA Aberta.

Quem teme o Exame Bíblico Revela que Sua Autoridade depende mais da tradição do que da Verdade.

Atos 15 não prova papado romano

Atos 15 mostra um concílio apostólico, sim. Houve discussão, testemunho, análise e decisão.

Mas o texto não prova papado romano.

Não há ali um papa governando a igreja universal.

Não há supremacia do bispo de Roma.

Não há declaração de infalibilidade papal.

A decisão foi fundamentada na ação de DEUS, no Testemunho Apostólico e nas ESCRITURAS. Além disso, quem apresentou a palavra final prática no relato foi Tiago, não Pedro.

Portanto, usar Atos 15 para justificar o sistema romano posterior é forçar o texto além do que ele diz.

A Igreja reconheceu a BÍBLIA; não criou a Inspiração

Outro argumento comum afirma que a igreja “criou” a BÍBLIA. Mas isso confunde reconhecimento com origem.

A igreja reconheceu os escritos inspirados. Não os tornou inspirados.

Reconhecer não é criar.

Preservar não é possuir.

Guardar não é mandar acima.

O cartório registra o nascimento, mas não cria a criança.

A BÍBLIA não é Palavra de DEUS porque Roma decretou. Os Escritos Inspirados já circulavam, já eram lidos, já eram copiados e já eram recebidos pelas comunidades cristãs.

A Inspiração vem de DEUS, não do carimbo de um concílio.

“Toda a Escritura é inspirada por DEUS.”
2 Timóteo 3:16

Não está escrito: “Toda a Escritura se tornou inspirada depois que Roma decidiu.”

A Igreja é Coluna da Verdade, não dona da Verdade

Alguém pode citar 1 Timóteo 3:15, dizendo que a Igreja é Coluna e baluarte da verdade.

Isso é Bíblico.

Mas uma coluna sustenta. Ela não Cria o Fundamento.

A Igreja deve sustentar a Verdade, Proclamar a Verdade, Defender a Verdade e Viver a Verdade. Mas não tem Autoridade para fabricar doutrinas que a BÍBLIA não ensina.

A Igreja Verdadeira não manda na BÍBLIA.

A Igreja Verdadeira se curva diante da BÍBLIA.

Roma quer resolver a confusão dizendo: “nós decidimos”.

JESUS CRISTO resolve dizendo: “Está Escrito.”

A Missa Católica e o problema do sacrifício

A Missa Católica não é apenas uma lembrança da cruz dentro da teologia romana. Ela é tratada como sacrifício e altar. E é aí que surge um problema grave.

A BÍBLIA ensina que o Sacrifício de JESUS CRISTO Foi Único, Perfeito, Completo e Suficiente.

“CRISTO foi oferecido uma vez para tirar os pecados de muitos.”
Hebreus 9:28

“Temos sido santificados mediante a oferta do corpo de JESUS CRISTO, uma vez por todas.”
Hebreus 10:10

“Com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados.”
Hebreus 10:14

Portanto, qualquer sistema religioso que apresente altar, sacerdote humano e oferta sacrificial ligada ao perdão dos pecados entra em conflito com a Suficiência da Cruz.

JESUS CRISTO não disse na Ceia: “Façam um novo sacrifício.”

Ele Disse:

“Fazei isto em memória de Mim.”
Lucas 22:19

A Ceia do SENHOR é memorial, anúncio e proclamação. Ela Aponta para a cruz. Não repete a cruz.

A Ceia anuncia a morte de CRISTO; não sacrifica CRISTO novamente

Paulo ensinou:

“Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do SENHOR, até que Ele venha.”
1 Coríntios 11:26

A Ceia Anuncia a morte de CRISTO.

Ela não sacrifica CRISTO novamente.

Ela Proclama o que JESUS CRISTO já fez.

Ela não acrescenta nada ao que Ele consumou.

Na Cruz, JESUS CRISTO declarou:

“Está consumado.”
João 19:30

Consumado Significa Completo. Finalizado. Pago. Perfeito.

Não ficou pendente.

Não ficou incompleto.

Não depende de altar humano para continuar tendo valor.

O erro da transubstanciação e da adoração da hóstia

Outro erro é tratar o pão consagrado como se ele se tornasse literalmente o próprio corpo físico de CRISTO para ser adorado.

A BÍBLIA não manda adorar pão.

A BÍBLIA Manda Adorar somente a DEUS.

“Adorarás o SENHOR, teu DEUS, e só a Ele darás culto.”
Mateus 4:10

Na Ceia, JESUS CRISTO usou linguagem simbólica, como fez em muitos outros momentos.

Ele disse: “Eu sou a porta”, mas ninguém entende que Ele virou uma porta de madeira.

Ele disse: “Eu sou a videira”, mas ninguém entende que Ele virou uma planta.

Quando disse: “isto é o Meu corpo”, Ele estava instituindo um Memorial Sagrado, não criando um objeto de adoração.

O pão representa o corpo de CRISTO entregue por nós. O cálice representa Seu sangue derramado por nós. A Reverência está no Significado, não em transformar o elemento em objeto de culto.

O Sacerdócio de CRISTO não precisa de substituto romano

Outro erro é colocar um sacerdote humano como mediador necessário entre o pecador e DEUS dentro de um rito sacrificial.

A BÍBLIA ensina que há um Único Mediador:

“Há um só DEUS e um só Mediador entre DEUS e os homens, CRISTO JESUS, homem.”
1 Timóteo 2:5

O sacerdócio que salva, intercede e apresenta mérito diante de DEUS não é o de Roma. É o Sacerdócio de JESUS CRISTO no Santuário Celestial.

“Temos um grande Sumo Sacerdote, JESUS, o FILHO DE DEUS.”
Hebreus 4:14

A Cruz não precisa de repetição.

O Sangue de JESUS CRISTO não precisa de complemento.

A Salvação não depende de rito romano.

A Salvação está em JESUS CRISTO.

Outras doutrinas romanas que não se sustentam diante da BÍBLIA

A pergunta continua necessária:

Onde a BÍBLIA manda rezar a Maria?

Onde manda invocar santos?

Onde manda venerar imagens?

Onde ensina purgatório como sistema de purificação depois da morte?

Onde chama Pedro de papa?

Onde afirma que o bispo de Roma é cabeça visível universal da igreja?

Onde ensina que tradição romana tem a mesma autoridade da PALAVRA DE DEUS?

Onde ensina que Maria é mediadora, rainha do céu ou intercessora universal?

Não Está Escrito!

Essas doutrinas não nascem do Texto claro das ESCRITURAS. Elas dependem de tradição posterior, desenvolvimento e autoridade eclesiástica romana.

Mas o Cristão Fiel deve perguntar:

Assim diz Roma, ou Assim Diz o SENHOR?

A falsa solução: colocar Roma acima da BÍBLIA

Alguns dizem que, sem Roma, haveria confusão religiosa.

De fato, existe confusão religiosa.

Existem falsos pastores.

Existem criminosos usando religião.

Existem pessoas distorcendo a BÍBLIA.

Existem pregadores que torcem Textos para justificar pecado.

Mas a solução para a distorção da BÍBLIA não é colocar Roma acima da BÍBLIA.

A Solução é Voltar ao Texto, ao Contexto e ao Assim Diz o SENHOR.

Satanás citou as ESCRITURAS no deserto. Isso tornou as ESCRITURAS culpadas?

Não.

O culpado era Satanás, que torceu o Texto.

JESUS CRISTO não respondeu criando um magistério acima da PALAVRA. Ele respondeu com a própria PALAVRA:

“Também está escrito: Não tentarás o SENHOR, teu DEUS.”
Mateus 4:7

A Resposta de JESUS CRISTO à distorção Bíblica foi: “Está Escrito.”

À Lei e ao Testemunho

O Profeta Isaías apresenta o princípio:

“À Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva.”
Isaías 8:20

Esse é o critério.

Não é emoção.

Não é tradição.

Não é popularidade.

Não é antiguidade.

Não é autoridade humana.

É a Lei e o Testemunho.

É a Palavra de DEUS.

É o claro ensino das ESCRITURAS.

A Igreja Verdadeira não é aquela que manda na BÍBLIA. É aquela que se curva diante da BÍBLIA.

Aplicação espiritual: o Centro é JESUS CRISTO

O grande perigo de todos esses erros é deslocar o Centro.

Quando santos recebem orações, JESUS CRISTO deixa de ser suficiente na prática.

Quando imagens recebem devoção, a Adoração Espiritual é desviada.

Quando a tradição fica acima das ESCRITURAS, a voz humana toma o lugar da Voz de DEUS.

Quando a missa é tratada como sacrifício, a Suficiência da Cruz é obscurecida.

Quando sacerdotes humanos são colocados como mediadores necessários, o Ministério Celestial de JESUS CRISTO é diminuído.

Mas a Salvação não está em santo.

Não está em imagem.

Não está em relíquia.

Não está em indulgência.

Não está em tradição romana.

Não está na missa.

Não está em sacerdote terreno.

A Salvação está em JESUS CRISTO.                                 

Conclusão: não rejeitamos a cruz; rejeitamos aquilo que tenta acrescentar algo à cruz

A Ceia do SENHOR é santa, bíblica e deve ser recebida com reverência. Mas a missa católica, quando apresentada como sacrifício, transubstanciação, adoração da hóstia e mediação sacerdotal, ultrapassa aquilo que está escrito.

Respeitar a memória dos servos de DEUS é correto. Mas invocá-los não é Bíblico.

Reconhecer que a Igreja deve Sustentar a Verdade é correto. Mas colocá-la acima das ESCRITURAS é erro grave.

Valorizar a história cristã é legítimo. Mas submeter a consciência à tradição humana contra a Palavra de DEUS é perigoso.

Não rejeitamos a Cruz.

Pelo contrário: rejeitamos tudo que tenta acrescentar algo à cruz.

JESUS CRISTO morreu uma vez.

Ressuscitou.

Intercede por nós.

Voltará em Glória.

E continua sendo o Único Salvador, o Único Mediador, o Único Sumo Sacerdote perfeito e a Única Esperança do pecador.

É DESSE JEITO:

João não salva.

Antônio não salva.

Pedro não salva.

Maria não salva.

Imagem não salva.

Missa não salva.

Tradição humana não salva.

Quem Salva é JESUS CRISTO.

Quem Intercede é JESUS CRISTO.

Quem deve ser Invocado é DEUS.

Quem deve ser Adorado é somente o SENHOR.

Assim Diz o SENHOR.

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O SÁBADO do SENHOR e os Sábados Anuais: A Diferença que Muitos Ignoram

                                                    É DESSE JEITO!             

As festas judaicas apontavam para CRISTO e tiveram cumprimento em Sua obra redentora; mas o SÁBADO do SENHOR nasceu na Criação, foi Escrito pelo Dedo de DEUS e permanece como Memorial do Criador.

Ao Estudarmos a História do SÁBADO nos Livros de Moisés, chegamos a uma distinção indispensável para compreender corretamente as ESCRITURAS: a diferença entre o SÁBADO do SENHOR e os chamados sábados anuais ligados às festas judaicas.

Muitos confundem essas duas realidades. Alguns leem textos que falam sobre festas, luas novas e sábados cerimoniais, e concluem que o Quarto Mandamento foi abolido. Outros citam passagens sobre as ordenanças cerimoniais como se elas se referissem ao SÁBADO Semanal da Criação.

Mas a BÍBLIA faz uma distinção clara.

Existe o SÁBADO do SENHOR, instituído no fim da primeira semana do tempo, Abençoado e Santificado pelo próprio DEUS, Proclamado no Sinai como parte dos Dez Mandamentos e Escrito em Tábuas de Pedra pelo Dedo Divino.

E existem os sábados anuais, ligados ao calendário cerimonial de Israel, às festas, luas novas, sacrifícios, colheitas e símbolos que apontavam para a obra futura de JESUS CRISTO.

Confundir essas duas categorias é perder uma chave importante da Verdade Bíblica.

  As três grandes festas judaicas                         

As principais festas judaicas eram três: a Páscoa, o Pentecostes e a Festa dos Tabernáculos.

Essas festas estavam profundamente ligadas à história de Israel, à libertação do Egito, à vida agrícola na terra prometida e ao sistema cerimonial que apontava para realidades espirituais maiores.

Elas tinham significado, beleza e propósito. Porém, pertenciam ao sistema típico, isto é, ao conjunto de cerimônias que serviam como sombra de coisas futuras.

A primeira grande festa era a Páscoa.

A Páscoa recebeu esse nome porque, na noite da libertação do Egito, o Anjo do SENHOR passou por cima das casas dos hebreus marcadas com o sangue do cordeiro, enquanto os primogênitos do Egito foram feridos.

Ela foi ordenada para comemorar o livramento da escravidão egípcia. Começava com a morte do cordeiro pascoal, no décimo quarto dia do primeiro mês, e era acompanhada pela Festa dos Pães Asmos, durante sete dias.

Seu cumprimento maior estava em CRISTO. Como ensina o Novo Testamento, CRISTO, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós.

A segunda grande festa era o Pentecostes.

Essa festa acontecia cinquenta dias após a apresentação das primícias da colheita da cevada. Nela, as primícias da colheita de trigo eram oferecidas a DEUS.

Seu cumprimento espiritual se manifestou cinquenta dias após a Ressurreição de JESUS CRISTO, quando ocorreu o Grande Derramamento do ESPÍRITO SANTO.

A terceira grande festa era a Festa dos Tabernáculos.

Ela era celebrada no sétimo mês, depois da colheita, e durava do décimo quinto ao vigésimo primeiro dia. Durante esse período, os israelitas habitavam em cabanas, relembrando sua peregrinação pelo deserto.

Era uma festa de alegria diante do SENHOR e apontava para o grande regozijo final do povo de DEUS.

Luas novas, sábados anuais, ano sabático e jubileu

Além das três grandes festas, havia também as celebrações de cada lua nova, isto é, o primeiro dia de cada mês.

Também havia sete sábados anuais, ligados ao calendário religioso de Israel:

  1. O primeiro dia da Festa dos Pães Asmos.
  2. O sétimo dia da Festa dos Pães Asmos.
  3. O dia de Pentecostes.
  4. O primeiro dia do sétimo mês, com sonido de trombetas.
  5. O décimo dia do sétimo mês, o grande Dia da Expiação.
  6. O décimo quinto dia do sétimo mês, início da Festa dos Tabernáculos.
  7. O vigésimo segundo dia do sétimo mês, após o encerramento da Festa dos Tabernáculos.

Além desses dias, todo sétimo ano deveria ser um sábado para a terra. Nesse ano, o povo não deveria arar nem cultivar o solo como nos anos comuns.

Depois de sete ciclos de anos sabáticos, vinha o quinquagésimo ano: o jubileu, tempo em que as heranças deveriam ser restauradas.

Essas instituições tinham valor dentro do sistema dado a Israel. Mas todas estavam ligadas à terra, às festas, ao calendário cerimonial e à organização nacional do povo hebreu.

Por isso, não devem ser confundidas com o SÁBADO Semanal da Criação.

O SÁBADO do SENHOR não nasceu nas festas judaicas

Aqui está uma das distinções mais importantes de todo este Estudo.

As festas judaicas só poderiam ser observadas plenamente depois que Israel entrasse na terra prometida.

A Páscoa estava ligada à libertação do Egito. O Pentecostes dependia da colheita na terra. A Festa dos Tabernáculos ocorria depois do recolhimento dos frutos da terra. O ano sabático só faria sentido quando o povo estivesse cultivando o solo de Canaã. O jubileu dependia da posse da terra e da organização das heranças.

Mas o SÁBADO do SENHOR já existia antes disso.

Ele não nasceu com as festas.

Não nasceu com a agricultura de Canaã.

Não nasceu com as luas novas.

Não nasceu com os sacrifícios cerimoniais.

O SÁBADO do SENHOR foi instituído no Éden, no fim da primeira semana do tempo, quando DEUS Descansou, Abençoou e Santificou o Sétimo Dia.

Essa origem criacional coloca o SÁBADO em uma categoria totalmente diferente.

Nove diferenças entre o SÁBADO do SENHOR e os sábados anuais                                     

A BÍBLIA traça uma linha clara entre o SÁBADO semanal e os sábados cerimoniais.

1. O SÁBADO do SENHOR nasceu na Criação

O SÁBADO semanal foi instituído no fim da primeira semana do tempo.

Os sábados anuais foram ordenados posteriormente, em conexão com as festas judaicas.

2. O SÁBADO do SENHOR foi Abençoado e Santificado por DEUS

O Sétimo Dia recebeu Bênção e Santificação porque DEUS Descansou de toda a Obra da Criação.

Os sábados anuais não receberam essa honra na Criação.

3. O SÁBADO do SENHOR já era obrigatório antes dos sábados anuais

Quando Israel chegou ao deserto, o SÁBADO do SENHOR já aparece como instituição existente.

Os sábados anuais passaram a existir dentro do sistema cerimonial dado posteriormente aos hebreus.

4. Israel foi reprovado por profanar o SÁBADO do SENHOR antes de guardar as festas na terra

A geração do deserto foi repreendida por profanar os SÁBADOS do SENHOR.

Mas muitos sábados anuais só poderiam ser observados depois da entrada em Canaã, pois dependiam da posse da terra, das colheitas e do calendário festivo nacional.

5. O SÁBADO do SENHOR foi feito para o homem

JESUS CRISTO Declarou que o SÁBADO foi feito por causa do homem.

Os sábados anuais estavam ligados à vida nacional e cerimonial de Israel na terra da Palestina.

6. O SÁBADO do SENHOR é Semanal

Ele retorna a cada Sétimo Dia como Memorial do Descanso do Criador.

Os sábados cerimoniais eram anuais, fixos em datas específicas do calendário judaico.

7. O SÁBADO do SENHOR é chamado de “Meu Santo Dia”

Nas ESCRITURAS, DEUS chama o SÁBADO semanal de “Meus Sábados” e “Meu Santo Dia”.

Já os sábados cerimoniais aparecem ligados às festas do povo, às solenidades e ao calendário ritual.

8. O SÁBADO do SENHOR foi Escrito pelo Dedo de DEUS

O SÁBADO semanal está dentro dos Dez Mandamentos, Proclamado pela Voz de DEUS e Escrito em Tábuas de Pedra pelo Dedo Divino.

Os sábados anuais foram escritos por Moisés no livro das ordenanças cerimoniais, como parte do sistema típico.

9. DEUS distinguiu os sábados das festas dos SÁBADOS do SENHOR

Quando ordenou as festas, DEUS fez questão de dizer que elas eram celebradas além dos SÁBADOS do SENHOR.

Essa expressão mostra claramente que os sábados cerimoniais das festas não eram a mesma coisa que o SÁBADO semanal da Lei Moral.

Isaías mostra dois tratamentos diferentes

O Profeta Isaías apresenta uma diferença marcante.

Ao falar das festas, luas novas e solenidades cerimoniais praticadas em meio à iniquidade, DEUS declara que estava cansado de suportá-las. A formalidade religiosa, sem Obediência e Justiça, havia se tornado abominação diante Dele.

Mas quando Isaías fala do SÁBADO do SENHOR, o tom é completamente diferente.

O Profeta declara:

“Bem-aventurado o homem que faz isto, e o filho do homem que nisto se firma, que se guarda de profanar o sábado e guarda a sua mão de cometer algum mal.”
Isaías 56:2

E ainda inclui estrangeiros e eunucos entre aqueles que receberiam Bênçãos por Guardarem os SÁBADOS do SENHOR e abraçarem Sua Aliança.

Isso é poderoso.

O SÁBADO do SENHOR não aparece como uma cerimônia vazia prestes a desaparecer. Ele aparece associado à Justiça, à Salvação, à Aliança e à Adoração de todos os povos.

A Casa de DEUS seria chamada Casa de Oração para todos os povos.

Oseias profetizou o fim das festas e dos sábados cerimoniais

O Profeta Oseias declarou:

“Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades.”
Oseias 2:11

Essa Profecia aponta para o fim das festas, luas novas e sábados cerimoniais ligados ao sistema nacional e festivo de Israel.

Jeremias, ao falar da destruição de Jerusalém, descreve a interrupção das festas e dos sábados associados a elas. Quando Jerusalém caiu, o lugar das assembleias solenes foi destruído, e as festas não puderam continuar como antes.

Esses sábados dependiam da cidade, do templo, do altar, das festas e da vida nacional de Israel.

Mas o SÁBADO do SENHOR não dependia de Jerusalém para existir.

Ele não era uma instituição local.

Ele não estava preso à terra de Canaã.

Ele não era apenas um elemento do calendário festivo judaico.

Sua Origem estava na Criação, antes da existência de Israel como nação.

O SÁBADO do SENHOR não cessou com a destruição de Jerusalém

Quando Jerusalém foi destruída e o povo disperso, as festas e os sábados anuais sofreram interrupção.

Mas a Observância do SÁBADO do SENHOR não dependia da cidade, do templo ou do altar.

Na Verdade, a profanação do SÁBADO é apresentada nas ESCRITURAS como uma das causas do cativeiro. E a Restauração Espiritual do povo é associada à Reverência pelo SÁBADO.

Isso mostra novamente a diferença.

Os sábados cerimoniais estavam ligados ao sistema típico.

O SÁBADO do SENHOR estava ligado à Lei Moral e à Criação.

Colossenses 2 aboliu o SÁBADO Semanal?

Essa é uma pergunta muito importante.

Paulo escreveu que ninguém deveria julgar os cristãos por causa de comida, bebida, dias de festa, lua nova ou sábados, porque tudo isso era sombra das coisas futuras, mas o corpo é de CRISTO.

Muitos usam esse texto para afirmar que o SÁBADO Semanal foi abolido.

Mas o contexto fala de elementos cerimoniais: comida, bebida, festas, luas novas e sábados que eram sombra de coisas futuras.

O SÁBADO do SENHOR não nasceu como sombra da redenção.

Ele foi instituído antes da entrada do pecado no mundo.

Foi estabelecido antes que houvesse sacrifícios, sacerdócio levítico, templo, altar, festas judaicas ou sistema cerimonial.

Ele não apontava para uma redenção futura como uma sombra típica. Ele apontava para trás, para a Criação, como Memorial do Criador.

Além disso, o SÁBADO Semanal foi Escrito pelo Dedo de DEUS no coração da Lei Moral, enquanto as ordenanças cerimoniais foram escritas por Moisés em conexão com o sistema típico.

Portanto, o “escrito de dívida” que constava de ordenanças não é a mesma coisa que a Lei Moral Escrita em Pedra.

As sombras apontavam para CRISTO

As festas judaicas tinham um propósito.

A Páscoa apontava para CRISTO, o Cordeiro de DEUS.

O Pentecostes apontava para o Derramamento do ESPÍRITO SANTO após a Ressurreição de JESUS CRISTO.

A Festa dos Tabernáculos apontava para o regozijo final do povo de DEUS.

O sistema cerimonial tinha beleza, ordem e significado. Mas era sombra.

Quando o antítipo chegou, a sombra perdeu sua função.

Quando JESUS CRISTO morreu, o sistema típico encontrou seu cumprimento. O Sacrifício Real havia sido oferecido. A Redenção para a qual os símbolos apontavam estava sendo realizada.

Mas o SÁBADO do SENHOR não era uma sombra cerimonial criada após o pecado.

Ele era um Memorial da Criação instituído antes da queda.

Por isso, não pode ser colocado na mesma categoria dos sábados anuais.

O SÁBADO do SENHOR permanece

O SÁBADO semanal atravessa as ESCRITURAS como um Memorial Santo.

Ele aparece na Criação.

É reafirmado antes do Sinai.

É proclamado dentro dos Dez Mandamentos.

É Escrito pelo Dedo de DEUS.

É colocado na Arca, debaixo do Propiciatório.

É chamado de Sinal de Santificação.

É defendido pelos Profetas.

É reconhecido no Novo Testamento como o SÁBADO segundo o Mandamento.

E aponta para a Adoração Final do povo de DEUS.

As festas cessaram.

As luas novas cerimoniais cessaram.

Os sábados anuais cessaram.

O sistema típico encontrou seu cumprimento em CRISTO.

Mas o SÁBADO do SENHOR permanece como Memorial do Criador, Sinal de Santificação e parte da Lei Moral.                                     

Aplicação Espiritual: não confunda sombra com fundamento

Há uma Lição Espiritual profunda aqui.

Nem tudo que recebe o nome “Sábado” nas ESCRITURAS pertence à mesma categoria.

Existiam sábados cerimoniais, anuais, ligados às festas, à terra, ao templo, às sombras e aos símbolos.

E existe o SÁBADO do SENHOR, Semanal, Criacional, Moral, Escrito pelo Dedo de DEUS.

Confundir essas realidades leva muitos a rejeitarem aquilo que DEUS Santificou desde o Princípio.

O cristão fiel não deve construir sua fé sobre confusão, tradição ou interpretações apressadas. Deve perguntar com humildade: o que dizem as ESCRITURAS?

O SÁBADO do SENHOR não tira a centralidade de CRISTO. Ao contrário, ele aponta para o DEUS Criador, para o SENHOR que Santifica e para a Redenção que Restaura o ser humano à Obediência da fé.

A Graça não nos chama a desprezar a Lei de DEUS.

A Graça nos chama a Amar o Legislador, Confiar no Salvador e Obedecer com coração transformado.

Conclusão: o SÁBADO da Criação não é sombra passageira

As festas judaicas foram importantes. Os sábados anuais tiveram seu lugar. As luas novas, cerimônias e solenidades cumpriram seu papel dentro do sistema típico.

Mas todas essas coisas apontavam para realidades futuras e encontraram seu cumprimento em CRISTO.

O SÁBADO do SENHOR é diferente.

Ele nasceu antes das festas.

Antes do templo.

Antes do sacerdócio levítico.

Antes dos sacrifícios.

Antes da entrada do pecado.

Antes de Israel como nação.

Ele nasceu no Éden, quando DEUS Descansou no Sétimo Dia, Abençoou esse Dia e o Santificou.

Por isso, não devemos confundir o Memorial do Criador com as sombras cerimoniais.

O que era sombra encontrou seu corpo em CRISTO.

Mas o que foi Santificado na Criação continua apontando para o Criador.

Que nossa fé permaneça firmada na PALAVRA, não em confusões humanas.

Que saibamos distinguir o que era cerimônia passageira daquilo que DEUS escreveu em Sua Lei Moral.

E que, diante da Verdade, nosso coração responda com Reverência:

Assim Diz o SENHOR.

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