O SÁBADO FOI DADO APENAS AOS HEBREUS? A VERDADE BÍBLICA SOBRE O MEMORIAL DO CRIADOR

                                             É DESSE JEITO! 

O SÁBADO foi confiado a Israel, mas nasceu na Criação como Memorial do DEUS Verdadeiro

                                 

A história do SÁBADO não começa no deserto. Também não começa no Sinai. Ela começa no Éden, quando DEUS concluiu a Criação, Descansou no Sétimo Dia, Abençoou esse Dia e o Santificou.

Mas, ao longo da história humana, a Verdade Divina quase desapareceu da Terra. O mundo antigo recebeu grandes privilégios espirituais. Adão, que havia conversado com DEUS no paraíso, viveu por séculos entre seus descendentes. Enoque caminhou com DEUS e foi trasladado sem ver a morte. Noé pregou a justiça em uma geração corrompida.

Mesmo assim, a humanidade se afastou do CRIADOR.

Antes do dilúvio, a maldade se multiplicou de tal forma que os pensamentos do coração humano eram continuamente maus. Depois do dilúvio, seria natural imaginar que a terrível demonstração da justiça divina conteria a rebelião por muito tempo. Mas não foi o que aconteceu.

A apostasia voltou a crescer. Os homens se reuniram na planície de Sinar, construindo uma cidade e uma torre para tornar célebre o próprio nome. Em vez de se espalharem pela Terra conforme a Ordem Divina, uniram-se em rebelião.

Assim, a idolatria se espalhou entre as nações. Os homens trocaram a Verdade de DEUS pela mentira e passaram a adorar a criatura em lugar do CRIADOR.

Foi nesse cenário que DEUS chamou Abraão.

Por que DEUS escolheu a família de Abraão?

Abraão foi chamado de uma família envolvida com a idolatria para se tornar depositário da verdade divina.

DEUS não o escolheu porque a verdade fosse exclusiva de uma etnia, mas porque a humanidade havia se afastado do conhecimento do verdadeiro DEUS. Era necessário preservar, em alguma família, a memória do Criador, a adoração verdadeira e os princípios divinos.

O próprio SENHOR declarou:

“Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do SENHOR e pratiquem a justiça e o juízo.”
Gênesis 18:19

Abraão foi chamado para formar uma descendência separada, não para criar uma religião humana, mas para preservar a Verdade de DEUS em meio a um mundo dominado pela idolatria.

DEUS confiou à família de Abraão a responsabilidade de manter viva a fé no CRIADOR.

Separação não significa exclusividade egoísta

A separação da família de Abraão tinha um propósito missionário e espiritual.

Israel deveria ser um povo distinto das nações, não por superioridade humana, mas por Vocação Divina. Através dessa família, DEUS preservaria o Conhecimento da Verdade, da Sua Lei, da Sua Adoração e do Seu Plano Redentor.

Com esse objetivo, DEUS conduziu os descendentes de Abraão por um caminho específico. Eles desceram ao Egito, passaram por um período de prosperidade, depois por longa opressão, e finalmente foram libertados com Mão Poderosa.

Quando o SENHOR tirou Israel da escravidão, não estava criando um DEUS novo, uma LEI nova ou um SÁBADO novo. Ele estava estabelecendo publicamente uma Aliança com um povo que deveria representá-Lo diante das nações.

O DEUS de Israel já era o DEUS Eterno.

A LEI de DEUS já existia.

O SÁBADO já havia sido Santificado desde a Criação.

O SÁBADO não se tornou “judeu” por ter sido confiado a Israel

Esse ponto é fundamental.

O fato de DEUS ter confiado o SÁBADO aos hebreus não significa que o SÁBADO nasceu com os hebreus.

Da mesma forma, o fato de DEUS ter Se revelado como o DEUS de Israel não significa que Ele deixou de ser o DEUS de toda a Terra.

O SENHOR continuou sendo o CRIADOR dos céus e da Terra. Sua LEI continuou sendo a expressão de Seu Caráter. E o SÁBADO continuou sendo o Memorial da Criação.

O SÁBADO foi especialmente confiado a Israel porque, naquele momento da história, eles eram o povo chamado para preservar a Adoração ao DEUS Verdadeiro em meio às nações idólatras.

Mas sua Origem permanece no Éden.

Sua Autoridade permanece em DEUS.

Seu Significado permanece Universal.                                                                    

O maná no deserto: uma prova sobre a Lei de DEUS

Um mês depois da travessia do Mar Vermelho, os filhos de Israel chegaram ao deserto de Sim. Ali, o povo murmurou por alimento, e DEUS prometeu fazer chover pão do céu.

Mas o maná não foi apenas provisão. Foi também uma prova espiritual.

O SENHOR disse que o povo colheria diariamente a porção necessária, para que fosse provado se andaria ou não em Sua Lei.

Essa declaração é muito importante. Antes da promulgação dos Dez Mandamentos no Sinai, DEUS já falava em Sua Lei e em Seus Mandamentos.

O teste envolvia diretamente o SÁBADO.

Durante seis dias, o maná caía sobre o arraial. No sexto dia, o povo deveria colher porção dobrada. No Sétimo Dia, não haveria maná no campo.

Moisés então declarou:

“Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR.”
Êxodo 16:23

Ele não disse: “Amanhã será instituído o sábado.”
Ele disse: “Amanhã é Repouso, o Santo Sábado do SENHOR.”

Essa linguagem aponta para uma realidade já existente.

O SÁBADO já era conhecido antes do Sinai

O episódio do maná revela que o SÁBADO não foi instituído no deserto de Sim.

DEUS não descansou ali no Sétimo Dia. Não Abençoou ali o Sétimo Dia. Não Santificou ali o Sétimo Dia. Esses atos já haviam ocorrido na Criação.

No deserto, DEUS apenas reafirmou e confiou novamente o SÁBADO ao Seu povo.

A própria reação do povo mostra que havia conhecimento prévio da semana. No sexto dia, colheram porção dobrada. A contagem semanal havia sido preservada. E, caso houvesse qualquer dúvida, o milagre do maná esclareceria tudo: por seis dias ele caía; no Sétimo, não caía; e a porção guardada para o SÁBADO não se corrompia.

Quando alguns saíram para colher no Sétimo Dia, DEUS repreendeu o povo:

“Até quando recusareis guardar os Meus mandamentos e as Minhas leis?”
Êxodo 16:28

Essa repreensão não soa como resposta a uma regra recém-criada. Ela aponta para a violação de uma obrigação já existente.

“O SENHOR vos deu o SÁBADO”: o que isso significa?

DEUS declarou a Israel:

“Considerai que o SENHOR vos deu o Sábado.”
Êxodo 16:29

Alguns interpretam essa frase como se o SÁBADO tivesse sido criado naquele momento exclusivamente para os hebreus. Mas essa não é a ideia do texto.

Dar o SÁBADO a Israel significava confiá-lo solenemente ao povo que DEUS havia libertado da escravidão.

O SÁBADO já existia desde a Criação, assim como a circuncisão já existia antes de Moisés. JESUS CRISTO disse que Moisés deu a circuncisão ao povo, embora ela não viesse de Moisés, mas dos Patriarcas. Da mesma forma, o SÁBADO foi dado a Israel no sentido de ser confiado a eles como tesouro espiritual, não no sentido de ter sido criado naquele momento.

DEUS libertou Israel do Egito e deu ao povo condições para Guardar o SÁBADO. Durante quarenta anos, o maná reforçou semanalmente essa Verdade: seis dias de provisão, o Sétimo Dia de Descanso.

O Próprio Céu ensinava o povo a respeitar o Dia do SENHOR.

O SÁBADO como Sinal entre DEUS e Israel

O SÁBADO também se tornou um Sinal entre DEUS e os filhos de Israel.

“Também lhes dei os Meus sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu Sou o SENHOR que os santifica.”
Ezequiel 20:12

Esse Sinal tinha um propósito claro: identificar o Verdadeiro DEUS como o CRIADOR e Santificador de Seu povo.

As nações ao redor adoravam deuses que não haviam feito os Céus e a Terra. Israel, porém, deveria Guardar o Memorial do CRIADOR.

O SÁBADO declarava semanalmente:

O DEUS que Criou os Céus e a Terra é o DEUS que Santifica Seu povo.

Por isso, o SÁBADO era um elo de ouro entre DEUS e Seus Adoradores. Ele apontava para a Criação, para a Redenção e para a Santificação.

O Memorial do CRIADOR em meio à idolatria

Quando as nações abandonaram o CRIADOR, passaram a servir deuses falsos. Nesse contexto, o SÁBADO tinha uma função espiritual poderosa: preservar a Memória do Verdadeiro DEUS.

A cada Sétimo Dia, Israel era chamado a interromper suas atividades comuns e reconhecer:

DEUS é o Criador.
DEUS é o Libertador.
DEUS é o Santificador.
DEUS é o SENHOR do tempo.

Esse Memorial não era uma simples marca cultural. Era uma declaração de fidelidade.

Enquanto o mundo adorava a criatura, o SÁBADO apontava para o CRIADOR.

Enquanto as nações seguiam ídolos, o SÁBADO chamava o povo de DEUS de volta à Verdade.

Enquanto a humanidade se esquecia do SENHOR, o SÁBADO dizia: “Lembra-te.”                                            

O SÁBADO é hebreu ou Divino?

A Resposta Bíblica é Clara: o SÁBADO é DIVINO.

Ele foi confiado aos hebreus em determinado momento da história, mas sua origem não está em Israel. Sua Origem está na Criação.

Ele foi entregue a Israel como Sinal, mas seu fundamento não é nacional. Seu fundamento é o descanso, a Bênção e a Santificação realizados pelo próprio DEUS no Sétimo Dia.

Israel recebeu o privilégio e a responsabilidade de preservar essa Verdade. Mas aquilo que DEUS instituiu no Éden não pode ser reduzido a uma tradição étnica.

O SÁBADO pertence ao SENHOR.

E, porque pertence ao SENHOR, continua sendo Memorial do CRIADOR.

Aplicação espiritual: o que essa verdade nos ensina hoje?

Vivemos em uma época de distração, pressa e esquecimento espiritual.

Muitos reconhecem DEUS com os lábios, mas vivem como se o tempo pertencesse apenas a si mesmos. O SÁBADO nos chama de volta à reverência.

Ele nos Ensina que DEUS não quer apenas uma parte da nossa crença. Ele deseja ocupar o centro da nossa vida.

Guardar o SÁBADO é lembrar que a Criação tem um Autor, que a vida tem um propósito e que o descanso verdadeiro não está na fuga de DEUS, mas na Comunhão com Ele.

O SÁBADO também nos Ensina que DEUS Santifica Seu povo. Ele não apenas liberta da escravidão; Ele educa, restaura, conduz e separa para Si aqueles que desejam andar em Seus Caminhos.

Conclusão: o SÁBADO, um elo de ouro entre o CRIADOR e Seus adoradores

A história de Abraão, de Israel e do maná no deserto mostra que DEUS preservou Sua Verdade em meio à apostasia do mundo.

Quando as nações se afastaram do CRIADOR, DEUS chamou Abraão. Quando os descendentes de Abraão foram escravizados, DEUS os libertou. Quando o povo estava no deserto, DEUS lhes deu o maná. E, junto com o maná, reafirmou o Santo SÁBADO do SENHOR.

O SÁBADO não nasceu no deserto.

Não nasceu no Sinai.

Não nasceu como uma marca meramente judaica.

Ele nasceu no Éden, foi confiado a Israel e continua apontando para o DEUS que Criou os Céus e a Terra.

O SÁBADO permanece como Memorial do CRIADOR e Sinal de Santificação.

Um elo de ouro entre DEUS e todos aqueles que O Adoram em Espírito e em Verdade.

Compartilhe esta Mensagem

Este Estudo ajudou você a compreender melhor por que o SÁBADO foi confiado a Israel sem deixar de ser o Memorial Universal do CRIADOR?

Compartilhe este artigo com alguém que ama a PALAVRA de DEUS e deseja firmar a fé em uma Base Verdadeira.

Continue acompanhando a série A História do SÁBADO, no Blog É DESSE JEITO!, e fortaleça sua caminhada espiritual sobre um claro: “Assim diz o SENHOR.”


                         É DESSE JEITO! "VÍDEO+"

                    


                                  


          O Sábado do SENHOR: A Semana da Criação e o Início do Tempo             


                                                       

                                       igrejas.adventistas.org 

                                                     #NovoTempo 




                                  Blog É DESSE JEITO!        

                                
      

                  Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

                                          "Assim Diz o SENHOR"  


O Sétimo Dia: Por Que DEUS Descansou, Abençoou e Santificou o Sábado?

                                      É DESSE JEITO! 

O Sábado não nasceu no Sinai. Ele nasceu no Éden.

Quando a Obra da Criação foi concluída, a Primeira Semana da História do Mundo ainda não havia terminado.

Durante seis dias, DEUS havia preparado a luz, os céus, a terra, os mares, a vegetação, os astros, os animais e, por fim, o ser humano. Tudo estava completo. Tudo era perfeito. Tudo refletia a sabedoria, o poder e a bondade do CRIADOR.

Então chegou o Sétimo Dia.

“E, havendo DEUS terminado no Sétimo Dia a Sua obra, que fizera, descansou nesse Dia de toda a Sua Obra que tinha feito.”
Gênesis 2:2

         

O Sétimo Dia não se tornou especial porque DEUS estivesse cansado. A BÍBLIA declara que o CRIADOR “não se cansa, nem se fatiga” (Isaías 40:28). Seu descanso teve outro propósito: estabelecer um Memorial Eterno de Sua Obra Criadora.

Foi nesse momento que DEUS lançou as bases do Sábado.

O Descanso do CRIADOR: um ato com Propósito Eterno

A ESCRITURA afirma que DEUS descansou no Sétimo Dia e tomou alento. Essa expressão não comunica fraqueza, mas deleite. DEUS contemplou Sua Criação perfeita e separou aquele dia como um sinal permanente de Sua Obra.

O Descanso do CRIADOR foi o primeiro ato que deu origem ao Sábado.

Em seguida, DEUS realizou mais dois atos solenes:

  1. Abençoou o Sétimo Dia;

  2. Santificou o Sétimo Dia.

“E abençoou DEUS o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.”
Gênesis 2:3

Assim, o Sábado foi estabelecido por três Ações Divinas: descanso, bênção e santificação.

Não foi uma tradição humana. Não foi uma cerimônia criada por líderes religiosos. Não foi uma instituição posterior à Criação.

O Sábado foi separado pelo próprio DEUS no início da história humana.

O que significa “Santificou” o Sétimo Dia?

Santificar significa separar, dedicar e destinar algo para uso santo.

Quando DEUS Santificou o Sétimo Dia, Ele o distinguiu dos outros seis dias. Não porque o tempo em si fosse diferente, mas porque aquele dia deveria ser usado de maneira especial: como Memorial da Criação e ocasião de comunhão com o CRIADOR.

Santificar o Sábado significa reconhecer que ele pertence ao SENHOR.

No Sinai, o mesmo princípio foi aplicado ao monte onde DEUS manifestaria Sua presença. O povo recebeu ordem de não tocar o monte, pois ele havia sido separado para um propósito santo. Da mesma forma, o Sétimo Dia foi separado por DEUS para uma finalidade santa.

Portanto, santificar o Sábado não é apenas deixar de trabalhar. É tratar esse Dia como pertencente a DEUS.

É afastar-se das atividades comuns para dedicar tempo à adoração, à comunhão, à família, à PALAVRA e à contemplação das Obras do CRIADOR.

O Quarto Mandamento aponta diretamente para a Criação

O Quarto Mandamento não apresenta o Sábado como uma instituição nova.

Ele remete diretamente ao Éden:   

“Lembra-te do Dia de Sábado, para o Santificar. [...] O Sétimo Dia é o Sábado do SENHOR, teu DEUS.”
Êxodo 20:8, 10

E explica o motivo:

“Porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao Sétimo Dia, descansou; por isso, o SENHOR Abençoou o Dia de Sábado e o Santificou.”
Êxodo 20:11

A ordem não diz que DEUS criou o Sábado no Sinai. Ela declara que o Sábado deve ser santificado porque DEUS já o havia Abençoado e Santificado na Criação.

O Quarto Mandamento, portanto, não estabelece a origem do Sábado no deserto. Ele aponta a humanidade de volta ao princípio.

De volta ao CRIADOR.

De volta ao Éden.

O Sábado foi feito para o ser humano

JESUS confirmou esse princípio quando declarou:

“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.”
Marcos 2:27

CRISTO não disse que o Sábado foi feito apenas para uma nação, uma época ou um grupo específico. Ele disse que foi feito por causa do homem.

Isso nos leva de volta a Adão.

O Sábado foi dado quando a humanidade ainda estava representada por seu primeiro pai. Foi oferecido ao ser humano antes do pecado, antes da queda, antes de Israel existir e antes de qualquer sistema cerimonial.

O Sábado é Divino em sua origem e humano em seu benefício.

DEUS o tornou Seu por direito de Criação, mas o entregou ao ser humano como uma Bênção.

O Memorial da Criação

Por que DEUS estabeleceu esse Memorial?

Porque a Criação revela Seu Eterno Poder e Sua Divindade.

A BÍBLIA Ensina que as coisas criadas testemunham a existência, a sabedoria e o poder do CRIADOR. O Universo não é resultado de acaso. Ele existe porque DEUS falou, e tudo passou a existir.

O Sábado se levanta, então, como um Memorial semanal dessa Verdade.

Ao Santificar o Sétimo Dia, o ser humano reconhece:

  • DEUS é o CRIADOR;

  • tudo pertence a Ele;

  • a vida não é fruto do acaso;

  • a adoração deve ser dirigida ao Verdadeiro DEUS;

  • nossa existência depende de Sua Graça e Poder.

O Sábado preserva diante da humanidade a lembrança de que existe um CRIADOR acima de toda a Criação.

Por que essa Verdade é tão importante?

Quando o ser humano se esquece de DEUS como CRIADOR, abre espaço para idolatria, orgulho e independência espiritual.

O Sábado, porém, nos chama semanalmente a parar.

Parar para lembrar.

Parar para adorar.

Parar para reconhecer que DEUS continua sendo DEUS.

Ele nos lembra que não somos donos absolutos de nossa vida, de nosso tempo, de nossos bens ou de nossas forças. Somos criaturas diante do CRIADOR.

E essa lembrança é especialmente necessária em um mundo que vive acelerado, cansado, distraído e distante de DEUS.

O Sábado já existia antes do Sinai

A segunda menção Bíblica ao Sábado confirma que ele não começou com Moisés.

No deserto de Sim, antes da entrega da Lei no Sinai, Moisés declarou:

“Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor.”
Êxodo 16:23

Moisés não instituiu o Sábado naquele momento. Ele apenas reconheceu que o dia seguinte já era o Santo Descanso do SENHOR.

O povo não recebeu ali um novo dia. Recebeu instruções sobre um dia que já pertencia a DEUS.

Quando, mais tarde, DEUS escreveu os Dez Mandamentos em tábuas de pedra, Ele não apresentou o Sábado como novidade. Ordenou: “Lembra-te”.

A palavra “Lembra-te” aponta para algo que já havia sido dado.

E os Patriarcas? Eles conheciam o Sábado?

Alguns argumentam que, como o Livro de Gênesis não registra repetidamente a observância do Sábado, os Patriarcas não o guardavam.

Mas esse argumento não se sustenta.

Gênesis não foi escrito como um código de leis destinado aos Patriarcas. Foi um registro histórico redigido por Moisés muitos séculos depois dos acontecimentos narrados.

O mesmo Livro também não apresenta, em forma de Mandamento, vários princípios morais fundamentais, como a proibição da idolatria, da blasfêmia, do adultério, do roubo e do falso testemunho. Isso não significa que tais práticas fossem permitidas.

Além disso, a própria contagem semanal já existia entre os Patriarcas. E a semana só possui sentido porque há um Sétimo Dia que a encerra.

Adão viveu 930 anos. Ele conheceu gerações posteriores e pôde transmitir pessoalmente os acontecimentos da Criação, a História do Éden, a Queda e a Santificação do Dia de Descanso.

A História da Criação não estava distante dos primeiros homens. Ela era parte viva de sua memória.

O Sábado: Presente do CRIADOR para a humanidade

O Sábado não foi Criado para oprimir. Foi Criado para Abençoar.

Ele é uma pausa santa no meio da rotina.

É um convite para sair da correria e entrar na presença de DEUS.

É um Memorial da Criação, um Sinal de comunhão e uma Lembrança semanal de que o CRIADOR ainda sustenta todas as coisas.

Em um mundo que tenta viver sem DEUS, o Sábado continua proclamando:

“O SENHOR fez os céus e a terra.”

E em um mundo cansado, ele continua oferecendo descanso.

Conclusão: o Dia que DEUS fez Seu para entregá-lo ao ser humano

No Éden, quando tudo era perfeito, DEUS separou o Sétimo Dia.

Ele Descansou.

Ele Abençoou.

Ele Santificou.

O Sábado nasceu como Memorial da Criação, testemunho do poder de DEUS e presente para toda a família humana.

Não é apenas um dia no calendário. É um encontro marcado entre o CRIADOR e Suas criaturas.

Ao Santificarmos o Sábado, reconhecemos que DEUS é o Autor da Vida, o SENHOR do tempo e o único Digno de nossa Adoração.

Que a nossa resposta seja firmada na PALAVRA:

“O Sétimo Dia é o Sábado do SENHOR, teu DEUS.”
Êxodo 20:10

Compartilhe esta Mensagem

Este Estudo fortaleceu sua compreensão sobre a origem do Sábado? Compartilhe com alguém que precisa redescobrir o Memorial da Criação e a beleza da Adoração ao Verdadeiro DEUS.

Acompanhe a série A História do Sábado, no Blog É DESSE JEITO!, e edifique sua vida sobre uma Base Verdadeira: “Assim Diz o SENHOR.”


                                     É DESSE JEITO! "VÍDEO+" 

     

                                      


             O Sábado do SENHOR: Da Criação à Restauração da Verdade


          O Sábado do SENHOR: A Semana da Criação e o Início do Tempo                       

     


                                        igrejas.adventistas.org 

                                                       #NovoTempo 

                                                          

     

                                    Blog É DESSE JEITO!        


          

            Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

                                     "Assim Diz o SENHOR"  


O Sábado do SENHOR: A Semana da Criação e o Início do Tempo

                                        É DESSE JEITO! 

   

Antes que existisse o tempo, DEUS já era DEUS

A História do Sábado começa antes da existência humana, antes do pecado, antes mesmo de haver dias, noites, mares, árvores ou estrelas.

A BÍBLIA apresenta o tempo como a parte da duração marcada pelos acontecimentos da história do mundo. Mas, antes de toda contagem de dias, existia a Eternidade. DEUS não teve começo e jamais terá fim. Ele é o Rei Eterno, Imortal, Invisível e Único DEUS Sábio.

Quando Lhe aprouve, esse DEUS infinito trouxe a Terra à existência. Pela Sua Palavra, o visível veio a existir. E, em vez de realizar tudo em um único instante, o CRIADOR escolheu revelar Sua sabedoria, poder e amor em uma semana de seis dias.

Essa primeira semana marca o início do tempo em nosso mundo e prepara o cenário para a instituição do Sábado do SENHOR.

O primeiro dia: DEUS fez brilhar a luz

No primeiro dia, DEUS criou os céus e a Terra. A Terra era sem forma e vazia, e as trevas cobriam tudo.

Então DEUS disse: “Haja luz; e houve luz” (Gênesis 1:3).

A luz rompeu as trevas, e DEUS fez separação entre o dia e a noite. Assim começou a primeira contagem de tempo para a humanidade.

A Criação não surgiu por acaso. Cada detalhe foi estabelecido pela Voz do CRIADOR. Desde o primeiro dia, DEUS demonstrou que é SENHOR sobre a luz, as trevas, o tempo e toda a ordem do Universo.

O segundo dia: o firmamento e os céus

No segundo dia, DEUS criou o firmamento, separando as águas que estavam abaixo das águas que estavam acima.

A atmosfera foi estabelecida pela Palavra Divina. O ar que sustenta a vida, o céu que vemos e o espaço entre a Terra e as águas foram organizados por DEUS.

Nada na Criação foi desordenado. Cada etapa preparava o mundo para a vida que viria depois.

O terceiro dia: terra seca, mares e vegetação

No terceiro dia, DEUS reuniu as águas e fez aparecer a porção seca. Ao conjunto das águas chamou mares; à parte seca, chamou Terra.

Então ordenou que a terra produzisse relva, ervas e árvores frutíferas, cada uma segundo a sua espécie.

A Terra passou a revelar beleza, alimento e abundância. O mundo que antes era vazio começou a receber sinais visíveis da Bondade do CRIADOR.

E DEUS viu que isso era bom.

O quarto dia: os luzeiros para sinais, dias e anos

No quarto dia, DEUS estabeleceu os grandes luzeiros no firmamento: o sol para governar o dia, a lua para governar a noite e também as estrelas.

A BÍBLIA declara que eles foram colocados para servirem de sinais, estações, dias e anos (Gênesis 1:14-18).

A luz já havia sido criada no primeiro dia. Mas agora DEUS estabeleceu os astros como instrumentos visíveis para marcar a passagem do tempo.

Até hoje, o sol, a lua e as estrelas continuam obedecendo às ordenanças do CRIADOR. Eles permanecem como testemunhas silenciosas de que DEUS é um DEUS de ordem, propósito e fidelidade.

O quinto dia: os seres das águas e as aves dos céus

No quinto dia, DEUS criou os grandes animais marinhos, todos os seres que povoam as águas e todas as aves segundo as suas espécies.

Os mares começaram a pulsar de vida. Os céus foram preenchidos pelo voo das aves. O Mundo Criado por DEUS já não era apenas belo: era vivo.

Cada criatura recebeu sua existência pela Palavra daquele que sustenta todas as coisas.                                      

O sexto dia: o homem, a mulher e o paraíso

No sexto dia, DEUS criou os animais terrestres, cada um segundo a sua espécie.

Depois disso, veio o ponto mais elevado da Criação terrestre:

“Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança” (Gênesis 1:26).

DEUS formou Adão do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida. O homem tornou-se alma vivente.

Em seguida, DEUS plantou um jardim no Éden, lugar de beleza, provisão e comunhão. Ali estavam a Árvore da Vida e a Árvore do Conhecimento do Bem e do mal.

Por fim, DEUS criou Eva, companheira de Adão e mãe de todos os viventes.

A obra estava completa. A Terra havia sido preparada, os mares estavam cheios, os céus estavam povoados, os animais ocupavam a Criação e o ser humano havia recebido o privilégio de cuidar do mundo como representante do CRIADOR.

Então DEUS contemplou tudo o que havia feito.

“E eis que era muito bom” (Gênesis 1:31).

Um mundo sem pecado, morte ou dor

No fim do sexto dia, Adão e Eva estavam no Paraíso. A Árvore da Vida florescia. Não havia pecado, sofrimento, violência, medo ou morte.

A Criação inteira refletia a Bondade de DEUS.

As estrelas da alva cantavam juntas, e os filhos de DEUS jubilavam. O Universo contemplava a Obra Perfeita do CRIADOR.

Era nesse mundo santo, puro e sem pecado que o Sábado seria estabelecido.

O Sábado não nasceu em um cenário de escravidão. Não foi dado como tradição humana. Não surgiu por decreto de reis, líderes religiosos ou instituições terrenas.

Ele foi preparado no próprio início da história do mundo, quando a Criação ainda era perfeita.

A Semana da Criação prepara o caminho para o Sábado

Cada um dos seis dias revelou um aspecto do Caráter de DEUS: Seu poder, ordem, sabedoria, bondade e amor.

Mas o CRIADOR não encerrou Sua Obra no sexto dia sem deixar uma lembrança permanente de Sua Criação.

Após terminar os céus, a Terra e todo o seu exército, DEUS separou o Sétimo Dia. Ele Descansou, Abençoou e Santificou esse Dia.

É por isso que o Sábado não pertence ao homem. Ele pertence ao SENHOR.

A Criação é o fundamento do Sábado. E enquanto DEUS for reconhecido como CRIADOR, o Memorial de Sua Obra continuará apontando para Ele.

Conclusão: o Sábado nos conduz de volta ao CRIADOR 

O relato da Criação não é apenas uma narrativa sobre como o mundo começou. Ele revela quem DEUS é.

Ele é Eterno. Ele é Poderoso. Ele é Sábio. Ele é Amoroso. Ele Cria com propósito, estabelece ordem e prepara cada detalhe para a Vida.

O Sábado nos chama a parar, Lembrar e Adorar.

Ele nos Lembra de que não somos fruto do acaso. Fomos Criados por DEUS. Pertencemos a Ele. Dependemos Dele.

Ao Guardar o Sábado, reconhecemos que o mesmo DEUS que Criou o Mundo em seis dias continua Digno de Nossa Confiança, Reverência e Adoração.

No próximo estudo, veremos como o Sétimo Dia foi Separado, Abençoado e Santificado pelo próprio CRIADOR.

Compartilhe esta mensagem 

Este estudo fortaleceu sua compreensão sobre a origem do Sábado? Compartilhe com alguém que precisa redescobrir o DEUS CRIADOR e a beleza de Sua Palavra.

Continue acompanhando a série A História do Sábado, no Blog É DESSE JEITO!, e edifique sua vida sobre uma Base Verdadeira: “Assim diz o SENHOR.”


                       É DESSE JEITO! "VÍDEO+"

             


                          

   O Sábado do SENHOR: Da Criação à Restauração da Verdade

      

                                          igrejas.adventistas.org 

                                                       #NovoTempo 
               


                                    Blog É DESSE JEITO!        
 

               Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

                                     "Assim Diz o SENHOR"  


O Sábado do SENHOR: Da Criação à Restauração da Verdade

                                                     É DESSE JEITO! 


   A História do Sábado atravessa cerca de seis mil anos. Desde o princípio do mundo, o Sétimo Dia ocupa uma posição especial na relação entre DEUS e a humanidade. Ele não surgiu como uma tradição humana, nem como uma instituição religiosa criada posteriormente. O Sábado nasceu no próprio ato da Criação.

  Segundo o relato Bíblico, três atos Divinos conferiram ao Sétimo Dia sua posição Sagrada: o exemplo do CRIADOR, a Bênção colocada sobre esse dia e a sua Santificação. Por isso, o Sábado não é apenas um dia comum da semana. Ele é apresentado nas ESCRITURAS como o Sábado do SENHOR.

A origem do Sábado na Criação

O primeiro a guardar o Sábado foi o próprio DEUS, o CRIADOR. Ao concluir Sua Obra Criadora, Ele descansou no Sétimo Dia. Esse descanso não ocorreu por cansaço, mas como um ato de honra, exemplo e consagração.

O primeiro Sétimo Dia da história foi, portanto, o Dia que DEUS escolheu para destacar entre todos os demais. Assim, a maior honra possível foi concedida ao Sétimo Dia.

Essa honra, porém, não ficou limitada ao primeiro Sábado da História. Depois de descansar nesse dia, DEUS o Abençoou e o Santificou. Isso significa que Ele separou o Sábado para um uso Santo, a fim de que o ser humano o observasse em Memória do CRIADOR.

O Sábado foi dado à humanidade

A Ordem Divina relacionada ao Sábado deve ter sido comunicada diretamente a Adão e Eva, pois eles eram os únicos seres humanos existentes no princípio. Como Adão recebeu essa instrução ainda em estado de retidão, ele a recebeu como representante de toda a família humana.

O Quarto Mandamento, mais tarde proclamado no Sinai, fundamenta sua autoridade nessa ordem original do CRIADOR. Em essência, ele reafirma aquilo que DEUS já havia estabelecido desde o início: o Sétimo Dia pertence ao SENHOR e deve ser Santificado.                                                  

O Sábado entre os Patriarcas

É difícil imaginar que os Patriarcas fossem ignorantes quanto à origem e ao dever da observância do Sábado. O Quarto Mandamento aponta para a Criação como fundamento dessa instituição. Além disso, Adão viveu durante muitos séculos e conviveu com gerações posteriores, transmitindo o conhecimento recebido de DEUS.

Por isso, aqueles que andavam com DEUS e guardavam os Seus Mandamentos certamente também honravam o Seu Sábado. Entre os guardadores do Sétimo Dia devem ser incluídos os Patriarcas piedosos, os Profetas e os Apóstolos.

Na verdade, toda a Igreja de DEUS mencionada nos registros inspirados aparece ligada à obediência à Vontade Divina. E a esse grupo deve ser acrescentado o próprio FILHO de DEUS, que também honrou o Sábado.

Um Dia honrado por DEUS

Que história extraordinária tem o Sábado do SENHOR!

Ele foi instituído no Paraíso, honrado por DEUS na Criação, proclamado no Sinai pelo Grande Legislador e preservado ao longo da História Sagrada. Durante quarenta anos, no deserto, foi também confirmado por milagres semanais, quando DEUS ensinou Seu povo a distinguir o sexto dia do Sétimo.

O Sábado foi guardado pelo CRIADOR, pelos Patriarcas, pelos Profetas, pelos Apóstolos e pelo FILHO de DEUS. Ele ocupa um lugar central na Lei Divina e permanece como uma instituição Sagrada enquanto a Lei de DEUS permanecer.

Como o Sábado foi esquecido?

Diante de uma história tão clara e sagrada, surge uma pergunta inevitável: como o Sétimo Dia foi rebaixado, enquanto outro dia passou a ocupar suas honras?

Nenhuma parte das ESCRITURAS atribui essa mudança ao FILHO de DEUS. A BÍBLIA não apresenta uma Ordem Divina transferindo a Santidade do Sábado para outro dia da semana.

O que as ESCRITURAS fazem, porém, é advertir sobre uma grande apostasia dentro da igreja cristã. Elas também anunciam que um poder se levantaria contra a Lei de DEUS e imaginaria mudar os Tempos e a Lei.

Assim, a substituição do Sábado Bíblico por outra prática religiosa não deve ser vista como resultado de uma Ordem Divina, mas como parte de um processo histórico que precisa ser examinado com cuidado, à luz da BÍBLIA e da História.

O propósito desta série de artigos

O BLOG É DESSE JEITO! tem como objetivo apresentar, ao longo de 28 artigos, um Estudo cuidadoso sobre esse tema. A proposta é analisar:

  1. o Relato Bíblico sobre o Sábado;
  2. o Registro do Sábado na História secular;
  3. o surgimento da festa ao domingo e os passos que a levaram a ocupar o lugar do antigo Sábado.

O objetivo não é apenas defender uma ideia, mas buscar a Verdade com base nas ESCRITURAS e nos registros históricos disponíveis.

Um Estudo Baseado nas Fontes

O autor procurou investigar o assunto com fidelidade, consultando as fontes originais sempre que possível. Também buscou apresentar as palavras dos historiadores com precisão, respeitando o contexto e a intenção dos escritores citados.

Se a história da festa ao domingo aparece marcada por fraudes, abusos e argumentos humanos, essa responsabilidade não pertence a quem expõe os fatos, mas àqueles que cometeram ou defenderam tais práticas.

As reivindicações de um usurpador, por sua própria natureza, precisam apoiar-se em argumentos frágeis ou enganosos. O Sábado do SENHOR, porém, nunca precisou desse tipo de apoio.

Conclusão

O antigo Sábado do SENHOR permanece como uma Instituição Divina. Sua origem está no Éden, sua autoridade repousa no exemplo do Criador e sua Santidade foi confirmada pela Bênção e pela escolha de DEUS.

Ele foi honrado por Patriarcas, Profetas, Apóstolos e pelo próprio FILHO de DEUS. Sua História não depende de tradição humana, fraude ou imposição religiosa.

O Sábado Bíblico continua sendo um Memorial da Criação, um Sinal da Autoridade Divina e uma Lembrança permanente de que DEUS é o Criador de todas as coisas.

Por isso, Estudar a História do Sábado é mais do que revisitar o passado. É confrontar a tradição com a Verdade, Examinar a História à Luz das ESCRITURAS e redescobrir uma Instituição que nasceu no Coração do Próprio DEUS.


                                 É DESSE JEITO! "VÍDEO+"                


             

                                              

                                         igrejas.adventistas.org 

                                                                             #NovoTempo 

                                                        

                                               Blog É DESSE JEITO!        

                                            
   

                         Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

                                            "Assim Diz o SENHOR"