A História do Sábado - "A Instituição do Sábado" (Parte 3/28)

                                                É DESSE JEITO!  

   Assim, o Sétimo Dia da semana se tornou o Dia de Descanso do SENHOR. Que fato notável! “O Eterno DEUS, o SENHOR, o CRIADOR dos fins da terra, [que] nem Se cansa, nem Se fatiga”. Ele não precisa de descanso, todavia está escrito: “[A]o Sétimo Dia, descansou, e tomou alento”. Por que o registro não conta apenas que a obra do CRIADOR cessou? Por que dedicar um dia para o descanso ao fim dessa obra? A resposta se encontra no verso seguinte. Ele estava lançando as bases de uma Instituição Divina, o Memorial de Sua Grande Obra.        

   “E Abençoou DEUS o Dia Sétimo e o Santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como CRIADOR, fizera”. O Quarto Mandamento declara o mesmo fato: Ele “ao Sétimo Dia, descansou; por isso, o SENHOR Abençoou o Dia de Sábado e o Santificou”.  

   A Bênção e a Santificação do Sétimo Dia ocorreram porque DEUS nele descansou. Assim, o descanso de DEUS nesse dia teve como propósito lançar os fundamentos para Abençoá-lo e Santificá-lo. O fato de Ele ter “tomado alento” ou ter-Se “revigorado” com o descanso sugere que DEUS Se deleitou no ato que lançou as bases para o Memorial de Sua Grande Obra. 

   O segundo ato do CRIADOR ao instituir este Memorial foi colocar Sua Bênção sobre o Dia de Descanso. A partir de então, ele passou a ser o Abençoado Dia de Descanso do SENHOR. Um terceiro ato completou a Instituição Sagrada. O Dia, que já havia sido Abençoado por DEUS, foi afinal Santificado ou Consagrado por Ele. Santificar é “separar, colocar à parte, destinar como santo, para uso religioso”. Consagrar é “tornar santo; dedicar; separar para uso santo ou religioso”.   

   O momento em que cada um desses três atos foi realizado é digno de destaque especial. O primeiro ato foi o do descanso. Ele aconteceu no Sétimo Dia, pois o dia foi dedicado ao descanso. O segundo e o terceiro atos ocorreram depois que o Sétimo Dia acabou. “DEUS Abençoou o Sétimo Dia e o Santificou, pois nele Ele havia descansado de toda Sua obra” [Gênesis 2:3]. Portanto, foi no primeiro dia da segunda semana do tempo que DEUS Abençoou o Sétimo Dia e o separou para uso Santo. A Bênção e a Santificação do Sétimo Dia se relacionam não ao primeiro Sétimo Dia do tempo, mas, sim, ao Sétimo Dia de cada semana do tempo que viria, em Memória ao Descanso de DEUS naquele dia específico de Sua Obra da Criação. 

Com o início do tempo, DEUS começou a contar os dias, dando a cada um o nome de um número ordinal. Sete dias diferentes receberam nomes diferentes. Em memória ao que Ele fez no último desses dias, DEUS o separou por nome para uso Santo. Tal ato trouxe à existência as semanas, ou períodos de sete dias; pois, com o Sétimo Dia, Ele parou de contar e, havendo determinado que aquele Dia deveria ter uso Santo em Memória de Seu Descanso, fez o ser humano começar a contagem de uma nova semana assim que o primeiro Sétimo Dia terminou. Assim, como DEUS Se agradou de dar ao homem, ao todo, apenas sete dias diferentes, atribuindo a cada um desses dias um nome que indica seu lugar exato na semana, o ato de Ele separar um desses dias por nome (criando as semanas e dando ao homem o Sábado) nunca pode se referir a um dia indefinido ou incerto, a menos que se faça uso de engano.

   Os dias da semana são medidos pela rotação de nossa Terra em volta de seu eixo; portanto, nosso Sétimo Dia só existe para os habitantes deste Globo. Logo, os dias da semana foram dados para serem usados por Adão e Eva, habitantes deste planeta, e não pelos habitantes de algum outro mundo. Consequentemente, quando DEUS separou um desses dias para uso Santo, como Memorial de Seu Próprio Descanso nesse dia da semana, a própria essência do ato consistia em contar a Adão que esse dia deveria ser empregado apenas para propósitos santos. Adão se encontrava no jardim de DEUS, colocado ali pelo CRIADOR para cuidar do jardim e preservá-lo. Ele também havia recebido de DEUS a ordem de dominar a terra. Assim, quando o Dia do SENHOR chegasse, semana após semana, todas essas ocupações seculares, embora legítimas em si, deveriam ser deixadas de lado, e o dia deveria ser observado em Memória do Descanso do CRIADOR. 

   O Dr. Twisse cita Martinho Lutero da seguinte maneira: “E Martinho Lutero professa igualmente esse mesmo ponto (volume 6, sobre Gênesis 2:3). ‘Conclui-se a partir disso’, disse ele, ‘que, se Adão houvesse permanecido em sua inocência, ainda assim teria santificado o Sétimo Dia, ou seja, naquele dia ensinaria seus filhos e os filhos de seus filhos qual era a vontade de Deus e como Ele deveria ser adorado; louvaria a Deus, daria ações de graças, e apresentaria ofertas. Nos outros dias lavraria o solo e cuidaria do gado.’” O verbo hebraico kadash, traduzido aqui e no Quarto Mandamento como Santificou, é definido por Gesenius: “declarar santo; santificar; instituir qualquer coisa santa, designar”. É usado diversas vezes no Antigo Testamento para designar uma reunião ou proclamação pública. Por exemplo, quando as cidades de refúgio foram separadas em Israel, está escrito: “Designaram [no hebraico, santificaram], pois, solenemente, Quedes, na Galileia, na região montanhosa de Naftali, e Siquém, na região montanhosa de Efraim”, etc. Essa santificação, ou designação, das cidades de refúgio significa que elas haviam sido colocadas à parte para aquele propósito por meio de uma proclamação pública a Israel. Esse verbo também é usado para a designação de um jejum público e para a convocação de uma assembleia solene. Assim, lemos: “Promulgai [no hebraico, santificai] um santo jejum, convocai uma assembleia solene, congregai os anciãos, todos os moradores desta terra, para a Casa do SENHOR, vosso DEUS, e clamai ao SENHOR”. “Tocai a trombeta em Sião, promulgai [ou seja, santificai] um santo jejum, proclamai uma assembleia solene”. “Disse mais Jeú: Consagrai [heb. santificai] uma assembleia solene a Baal”. Essa assembleia a Baal foi tão pública que todos os adoradores de Baal em Israel se reuniram. Tais jejuns e assembleias solenes eram santificados ou separados por meio de uma intimação ou proclamação pública. Assim, quando DEUS separou o Sétimo Dia para uso Sagrado, era necessário que Ele anunciasse o fato aos que fariam uso dos dias da semana. Sem esse anúncio, o dia não poderia ser separado dos outros. 

   Mas a ilustração mais marcante do significado dessa palavra se encontra no relato em que o monte Sinai foi santificado. Quando DEUS estava prestes a pronunciar os Dez Mandamentos aos ouvidos de todo o Israel, Ele ordenou que Moisés descesse do monte Sinai para não deixar que o povo tocasse no monte. “Então, disse Moisés ao SENHOR: O povo não poderá subir o monte Sinai, porque Tu nos tens protestado, dizendo: Marca termos ao monte e santifica-o.” Voltando ao verso no qual DEUS deu essa ordem a Moisés, lemos: “E marcarás limites ao povo em redor, dizendo: Guardai-vos, que não subais o monte nem toqueis o seu termo”. Portanto, santificar o monte era ordenar ao povo que não tocasse nem em suas bordas, pois DEUS estava prestes a descer em majestade sobre ele. Em outras palavras, santificar ou separar o monte Sinai para um uso santo significava dizer ao povo que DEUS queria que o monte fosse tratado como algo Sagrado para Si. Da mesma maneira, Santificar o Dia de Descanso do SENHOR era dizer a Adão que ele deveria tratar o Dia como Santo ao SENHOR. 

   A declaração “Abençoou DEUS o Dia Sétimo e o Santificou” não é, na verdade, um mandamento para a observância desse dia, mas, sim, o registro de que tal preceito foi dado a Adão. Pois como o CRIADOR “separaria para uso santo” o dia de Seu descanso se aqueles por quem o dia seria usado não soubessem nada a esse respeito? Quem puder responder, responda. 

   Veremos que esse ponto de vista sobre o relato de Gênesis é sustentado por todos os testemunhos da BÍBLIA acerca do Dia de Descanso do SENHOR. Os fatos que já examinamos constituem a base do Quarto Mandamento. Assim falou o Grandioso Legislador, do cume do monte fumegante: “Lembra-te do Dia de Sábado, para o Santificar”. “O Sétimo Dia é o Sábado do SENHOR, teu DEUS”. “Porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao Sétimo Dia, descansou; por isso, o SENHOR Abençoou o Dia de Sábado e o Santificou”.  

   A palavra “Sábado” vem da língua hebraica e significa descanso. Assim, a ordem “Lembra-te do Dia de Sábado, para o Santificar” equivale a dizer: “Lembra-te do Dia de Descanso, para o Santificar”. A explicação que se segue sustenta essa declaração: “O Sétimo Dia é o Sábado [ou Dia de Descanso] do SENHOR, teu DEUS”. A origem do Dia de Descanso é informada nas seguintes palavras: “Porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao Sétimo Dia, Descansou; por isso, o SENHOR Abençoou o Dia de Sábado e o Santificou”. O que é ordenado no Quarto Mandamento é a Santificação do Dia de Descanso do SENHOR. E fica definido ali que isso deve acontecer no Dia que Ele Descansou da Obra da Criação. Além disso, o Quarto Mandamento chama de “Sábado” o Sétimo Dia, que Deus Abençoou e Santificou; portanto, o Sábado é uma Instituição que data da Fundação do Mundo. O Quarto Mandamento aponta para a criação como a origem de sua obrigação; e, quando voltamos a esse ponto, descobrimos que a base do Quarto Mandamento foi dada a Adão, porquanto “Abençoou DEUS o Dia Sétimo e o Santificou”, isto é, separou para uso Santo. Uma declaração afirma que “Abençoou DEUS o Dia Sétimo e o Santificou” e a outra que “o SENHOR Abençoou o Dia de Sábado e o Santificou”. Essas duas afirmações se referem ao mesmo ato. Uma vez que a palavra Sábado não aparece na primeira declaração, alguns argumentam que o Sábado não se originou na Criação, mas que apenas o Sétimo Dia foi santificado naquela ocasião. Com base na segunda declaração, eles argumentam que DEUS não Abençoou o Sétimo Dia em si, mas simplesmente a Instituição do Sábado. No entanto, ambas as declarações englobam toda a Verdade. DEUS Abençoou o Sétimo Dia e o Santificou; e esse dia assim Abençoado e Santificado corresponde a Seu Santo Sábado, ou Dia de Descanso. Desse modo, o Quarto Mandamento estabelece a Origem do Sábado na Criação. 

   O testemunho de nosso Divino SENHOR acerca da origem e do propósito do Sábado tem importância especial. Ele é competente para testificar a respeito disso, pois esteve com o PAI no princípio da Criação. “O Sábado foi estabelecido por causa do homem”, disse Ele, “e não o homem por causa do Sábado”. A regra gramatical a seguir é digna de nota: “Um substantivo sem adjetivo é invariavelmente interpretado em sua extensão mais ampla, como por exemplo: O homem é responsável”.  Os textos a seguir ilustram essa regra e também essa declaração de CRISTO no Novo Testamento: “O homem se deita e não se levanta; enquanto existirem os céus, não acordará, nem será despertado do seu sono”. “Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens”. “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez”. Nesses textos, “Homem” e “Homens” são usados sem adjetivos ou restrições, aplicando-se, portanto, a toda a humanidade. Logo, o Sábado foi feito para toda a família humana, e teve origem junto com a humanidade. Mas, no original, a linguagem do SALVADOR é ainda mais enfática: “O Sábado foi estabelecido por causa do Homem e não o Homem por causa do Sábado”. Essa construção chama a atenção para o homem Adão, que foi feito do pó da terra logo antes que o Sábado do Sétimo Dia fosse feito para ele. Essa é uma confirmação notável do fato já destacado de que o Sábado havia sido dado a Adão, o cabeça de toda a família humana.  

   “O Sétimo Dia é o Sábado do SENHOR, teu DEUS”; contudo, Ele fez o Sábado para o homem. “DEUS tornou o Sábado Seu por apropriação solene, a fim de que pudesse devolvê-lo a nós sob a proteção de uma Lei Divina, para que ninguém nos privasse dele e ficasse impune”. 

   Vimos que o Sábado foi ordenado por DEUS no fim da Semana da Criação. O objetivo de seu Autor é digno de atenção especial. Por que o CRIADOR erigiu esse Memorial no paraíso? Por que Ele separou dos outros dias da semana o Dia que havia usado para descansar? “Porque nele”, dizem as ESCRITURAS, DEUS “Descansou de toda a Obra que, como CRIADOR, fizera”. Um Descanso subentende necessariamente um trabalho realizado. Portanto, o Sábado foi ordenado por DEUS como Memorial da Obra da Criação. Consequentemente, o Mandamento da Lei Moral referente a esse Memorial, diferente de todos os outros Mandamentos da Lei, começa com as palavras “Lembra-te”. Daremos mais valor à importância desse Memorial quando, por meio das ESCRITURAS, aprendermos que é a Obra da Criação que é reivindicada por seu Autor como a maior evidência de Seu Eterno Poder e Divindade, e como o principal fato que O diferencia de todos os deuses falsos. Está escrito: “Aquele que estabeleceu todas as coisas foi DEUS”. “Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo destes céus”. “Mas o SENHOR é Verdadeiramente DEUS; ele é o DEUS Vivo e o Rei Eterno”. “O SENHOR fez a terra pelo Seu poder; estabeleceu o mundo por Sua sabedoria e com a Sua inteligência estendeu os céus”. “Porque os atributos invisíveis de DEUS, assim o Seu Eterno Poder, como também a Sua Própria Divindade, claramente se reconhecem, desde o Princípio do Mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas”. “Pois Ele falou, e tudo se fez; Ele ordenou, e tudo passou a existir”. Assim, “entendemos que foi o universo formado pela PALAVRA de DEUS, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem”. 

   Tal é a avaliação feita pelas ESCRITURAS da Obra da Criação como prova do poder eterno e da Divindade do CRIADOR. O Sábado se levanta como Memorial dessa Grande Obra. Sua observância é um ato de grato reconhecimento, por parte de Suas criaturas inteligentes, de que Ele é o CRIADOR e de que devem tudo a Ele; e de que elas existem e foram criadas para o Seu prazer. Você percebe quão apropriada para Adão era a observância do Sábado! E, após a humanidade haver caído, quão importante para seu bem-estar é se lembrar “do Dia de Sábado, para o Santificar”. Assim, o ser humano teria sido preservado do ateísmo e da idolatria, pois nunca se esqueceria de que há um DEUS ao qual todas as coisas devem sua existência; nem adoraria outro DEUS além do CRIADOR. 

   A contagem do tempo por semanas não deriva de nada na natureza, mas deve sua existência à Ordem Divina sobre o Sétimo Dia para que fosse usado de maneira Santa, em Memória do Descanso do SENHOR de Seus seis dias de trabalho na Criação. Esse período de tempo é marcado pela recorrência do Dia de Descanso Santificado pelo CRIADOR. Vários textos deixam claro que os patriarcas contavam o tempo em semanas e agrupamentos de sete dias. Não é provável concluir que eles tenham mantido a semana e esquecido o Sábado, que é o único fator pelo qual a semana é marcada. O fato de a contagem das semanas ter sido conservada corretamente fica claro no episódio do deserto de Sim, quando o povo, de comum acordo, recolheu porção dobrada do Maná no sexto dia. E Moisés lhes disse: “Amanhã é repouso, o Santo Sábado do SENHOR”.

   A brevidade do registro de Gênesis nos faz deixar de lado muitos fatos profundamente interessantes. Adão viveu 930 anos. Certamente, o fato de a família humana ter podido ver o primeiro homem, deve ter despertado, em todos, um interesse muito profundo e envolvente! Conversar com aquele que havia falado com o próprio DEUS! Ouvir de seus lábios a descrição do paraíso no qual vivera! Aprender com aquele ser, criado no sexto dia, sobre os maravilhosos acontecimentos da Semana da Criação! Escutar de seus lábios as Palavras do Próprio CRIADOR ao separar Seu Dia de Descanso para uso Santo! E, infelizmente, familiarizar-se também com a triste história da perda do paraíso e da Árvore da Vida!   

   Assim, não foi difícil divulgar os fatos acerca dos seis dias da Criação e da Santificação do Dia de Descanso entre a humanidade na era patriarcal. Pelo contrário, era impossível que fosse de outro modo, sobretudo entre os fiéis. De Adão a Abraão, uma sucessão de homens – provavelmente inspirados por DEUS – preservou o Conhecimento de DEUS sobre a Terra. Adão viveu até Lameque, pai de Noé, ter 56 anos de idade; Lameque viveu até Sem, filho de Noé, ter 93; Sem viveu até Abraão ter 150 anos de idade. Assim chegamos até Abraão, o pai da fé. A BÍBLIA diz que ele Obedecia à Voz de DEUS e cumpria Suas Ordens, Seus Mandamentos, Seus Estatutos e Suas Leis. A seu respeito, o Altíssimo deu o seguinte testemunho: “Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que Guardem o Caminho do SENHOR e pratiquem a Justiça e o Juízo”. O Conhecimento de DEUS foi preservado na família de Abraão; e descobriremos na continuação dos estudos sobre "A História do Sábado" que o Sábado era mencionado com familiaridade por sua descendência, como uma Instituição existente. .

                                                                                                                         Continua...


                                  É DESSE JEITO! "Louvores+"

                        

                                                                                                        

                                         


      Não perca nenhuma parte desta incrível série “A História do Sábado”, abaixo segue os links. Bons Estudos!

                 

          Especial - "A História do Sábado" (Parte 1/28)   

                             

          A História do Sábado - "A Criação" (Parte 2/28) 


                                                 


                                              

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          Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma Base Verdadeira, a firmar os pés num Claro:

                                           "Assim Diz o SENHOR" 


O Álcool e a Sociedade - "Um Problema de Saúde Pública" (Parte 2/4)

                                             É DESSE JEITO!  

                            

          As Bênçãos de Deus Transformadas em Maldição  

   Nosso CRIADOR tem outorgado liberalmente ao homem Suas bênçãos. Fossem todos esses dons da Providência empregados sábia e moderadamente, e a pobreza, a enfermidade e a aflição seriam quase banidas da Terra. Mas ai vemos por toda parte as Bênçãos de DEUS transformadas em maldição pela impiedade dos homens.

   Não há classe culpada de maior perversão e abuso de Seus preciosos dons, do que os que empregam os produtos do solo na fabricação de bebidas intoxicantes. Os nutritivos cereais, os frutos saudáveis e deliciosos, são convertidos em bebidas que pervertem os sentidos e enlouquecem o cérebro. Em resultado do uso desses venenos, milhares de famílias se acham privadas dos confortos, e mesmo das necessidades da vida, multiplicam-se os atos de violência e de crime, e a doença e a morte levam apressadamente milhares e milhares de vítimas para a sepultura, em consequência da embriaguez.

              Os Votos Matrimoniais Dissolvidos no Líquido Ardente 

   Olhai ao lar do bebedor. Observai a pobreza esquálida, a ruína, a indizível infelicidade que ali reinam. Vede a outrora feliz esposa fugindo de diante do marido insano. Ouvi-lhe as súplicas de misericórdia enquanto os golpes cruéis caem-lhe no corpo contraído. Onde estão os sagrados votos feitos perante o altar do matrimônio? Onde está o amor, a força para protegê-la agora? Ai, esses dissolveram-se como pérolas preciosas no líquido ardente, o cálice das abominações Olhai aquelas crianças seminuas. Em algum tempo, eram ternamente acariciadas. Nem as intempéries do inverno, nem o frio sopro do menosprezo e da zombaria do mundo tinha permissão de aproximar-se delas. O cuidado de um pai, o amor de uma mãe, tornavam seu lar um paraíso. Agora, tudo está mudado. Dia após dia sobem ao Céu os gritos angustiados dos lábios da esposa e dos filhos de um bêbado. (Review and Herald, 8 de novembro de 1881).

                               Desapareceu-lhe a Varonilidade 

   Olhai ao ébrio. Vede o que lhe tem feito a bebida alcoólica. Seus olhos estão turvos, avermelhados. Seu rosto está intumescido e bestializado. Vacilante é seu andar. O cunho da obra de Satanás estampa-se em todo ele. A própria Natureza protesta que o não conhece; pois ele perverteu as faculdades a ele dadas por DEUS, e prostituiu sua varonilidade pela condescendência com a bebida. (Review and Herald, 8 de maio de 1894).

                           Uma Expressão da Violência de Satanás

   Assim opera ele quando instiga os homens a venderem a alma por bebida. Toma posse do corpo, da mente e da alma, e não mais é o homem, mas Satanás que opera. E a crueldade de Satanás exprime-se quando o homem ergue a mão para bater na esposa que ele prometeu amar, proteger enquanto vivesse. As ações do bêbado são uma expressão da violência de Satanás.

   A condescendência com a bebida intoxicante coloca o homem inteiramente sob o controle do demônio que inventou esse estimulante a fim de apagar e destruir a imagem moral de DEUS.

                             A Esposa Roubada, os Filhos Famintos  

   O bêbado não tem conhecimento do que está fazendo quando sob a influência do trago enlouquecedor, e todavia aquele que lhe vende aquilo que o torna irresponsável, é protegido pela lei em sua obra de destruição. É legal quanto a ele roubar à viúva o pão de que precisa para manutenção da vida. É legal que ele faça a família de sua vítima arrastar uma existência de fome, que os filhos tenham de ir para a rua mendigar uma moeda ou suplicar um pedaço de pão. Dia a dia, mês a mês, ano a ano, repetem-se essas cenas vergonhosas, até que a consciência do vendedor de bebidas tóxicas se torna cauterizada como por um ferro candente. As lágrimas dos filhos sofredores, os angustiados clamores da mãe, não servem senão para exasperar o vendedor de álcool. ...

   O negociante de bebidas não hesita em cobrar as dívidas do ébrio da sofredora família, e levará as coisas mais necessárias da casa para pagar a conta de bebidas do falecido esposo e pai. Que lhe importa se os filhos do morto passam fome? Ele os considera rebaixadas e ignorantes criaturas, que foram maltratadas, insultadas e degradadas; e nenhum interesse tem em seu bem-estar. O DEUS que reina no Céu, porém, não perdeu de vista a primeira causa ou derradeiro efeito da inexprimível miséria e humilhação que sobrevieram à família do bebedor. O Livro do Céu contém cada detalhe da história. (Review and Herald, 15 de maio de 1894).

                        O Ébrio Responsável por sua Culpa 

   Não pense o homem, que condescende com a bebida, que poderá desculpar sua contaminação lançando a reprovação ao comerciante de bebidas; pois ele terá de responder por seu pecado e pela degradação de sua mulher e de seus filhos. "Aqueles que abandonam ao SENHOR serão consumidos." (Review and Herald, 8 de maio de 1894).

  Mais terrível ainda, a praga está ferindo o próprio coração do lar. Mais e mais estão as mulheres formando o hábito da bebida. Em muitas casas, estão crianças, mesmo na inocência e desamparo de seus primeiros dias, em perigo diário, devido à negligência, ao mau trato, à vileza de mães embriagadas. Filhos e filhas estão a crescer à sombra desse terrível mal. Quais as perspectivas para seu futuro, senão que venham a abismar-se ainda mais fundo que seus pais? (A Ciência do Bom Viver).

             

                               O Ébrio sob o Controle de Satanás 

   Os homens que usam bebidas alcoólicas tornam-se escravos de Satanás. Este tenta os que ocupam posições de confiança nas estradas de ferro, nos navios, os que têm a responsabilidade de embarcações ou de carros cheios de pessoas aglomeradas para divertimentos idólatras, sim ele os tenta a condescender com o apetite pervertido, e assim esquecem a DEUS e a Suas Leis. Oferece-lhes tentadoras seduções para que, pela condescendência com hábitos e apetites errôneos, coloquem-se onde ele lhes possa controlar a razão como um trabalhador maneja seu instrumento. Então ele opera para destruir os amantes do prazer.

   Assim cooperam os homens com Satanás, como instrumentos seus. Não podem ver seu propósito. Sinais são feitos incorretamente, e há colisões de carros. Então vêm horror, mutilação e morte. Esse estado de coisas se tornará mais e mais assinalado. Os jornais diários noticiarão muitos e terríveis acidentes. Não obstante os centros de bebidas serão tornados igualmente atrativos. A bebida intoxicante continuará a ser vendida à pobre alma tentada que perdeu a capacidade de erguer-se e dizer: Sou um homem, mas diz por suas ações: Não me posso dominar. Não posso resistir à tentação. Todos esses cortaram sua ligação com DEUS, e são vítimas do engano de Satanás.

                               Reprovar a Bebida Alcoólica 

   Precisamos de homens que, sob a inspiração do ESPÍRITO SANTO, reprovem o jogo e a bebida intoxicante, males tão dominantes nestes últimos dias. (Manuscrito 117, 1907).

                               Um Problema de Saúde Pública 

   Há no mundo uma multidão de seres humanos degradados, os quais, cedendo em sua juventude ao álcool, envenenaram os tecidos da estrutura humana, e perverteram sua capacidade de raciocínio, até que o resultado fosse justamente o que Satanás tinha em vista. As faculdades do pensamento ficaram obscurecidas. As vítimas cedem à tentação de beber, e vendem toda razão que tiverem por um copo de bebida alcoólica.

   Vede aquele homem privado da razão. Que é ele? Um escravo da vontade de Satanás. O grande apóstata imbui-o de seus próprios atributos. Ele é escravo da licenciosidade e da violência. Não há crime que ele não possa vir a cometer; pois leva aos lábios aquilo que o tem intoxicado, tornando-o um demônio quando sob sua influência.

   Olhai a nossos jovens. E escrevo agora o que me faz doer o coração. Eles perderam a força de vontade. Seus nervos estão fracos, porquanto sua força se acha exausta. O rosado viço da saúde não se encontra em seu semblante. O saudável brilho dos olhos desapareceu. Perdido está seu brilho. O vinho que têm bebido enfraqueceu-lhes a memória. São como pessoas avançadas em anos. O cérebro não mais está apto a produzir seus ricos tesouros quando necessário.

                           Pecado Moral e Doença Física 

   Acham-se entre as vítimas da intemperança indivíduos de todas as classes e profissões. Pessoas de elevada posição, de notáveis talentos, de grandes realizações, têm cedido aos apetites a ponto de se tornarem incapazes de resistir à tentação. Alguns, que eram antes possuidores de fortuna, encontram-se sem lar, sem amigos, em sofrimento e miséria, enfermidade e degradação. Perderam o domínio de si mesmos. A menos que uma mão ajudadora lhes seja estendida, hão de cair mais e mais baixo. Aliada a essa condescendência consigo mesmo se acha, não somente um pecado moral, mas uma doença física. (A Ciência do Bom Viver).

                                Corpo e Alma em Servidão 

   Os bares acham-se espalhados por cidades e vilas. ... O viajante entra nessa casa pública em seu juízo, caminhando direito; contemplai-o, porém, ao sair. Fugiu-lhe o brilho dos olhos. Acha-se agora incapaz de caminhar com firmeza; cambaleia de um lado para o outro qual um navio em alto mar. Paralisou-se-lhe a faculdade de raciocínio, destruída está a Imagem de DEUS. O trago envenenado, enlouquecedor, imprimiu-lhe um estigma. ... Corpo e alma encontram-se em servidão, e ele não pode discernir o direito do erro. O negociante de bebidas pôs a garrafa aos lábios de seu próximo, e sob a influência do álcool se encontra cheio de crueldade e homicídio e, em seu desvario na realidade comete assassínio.

   É levado a um tribunal terrestre, e aqueles que legalizam o comércio são forçados a lidar com os resultados de sua própria obra. Eles autorizaram por lei o dar a bebida a esse homem, bebida que o transformaria de um homem são em um louco, e, todavia lhes é necessário agora mandá-lo para a prisão e ao castigo por seu crime. Sua esposa e filhos são deixados em desamparo e pobreza, para tornar-se um encargo para a sociedade em que vivem. Esse homem está, de corpo e de alma, perdido - cortado da Terra e sem esperança do Céu. ...                                               

      

                         Força Alguma Para Resistir à Tentação  

   As vítimas do álcool tornam-se tão enlouquecidas sob a influência do tóxico, que estão prontas a vender a razão por um copo de aguardente. Não observam o Mandamento "Não terás outros deuses diante de Mim". Tão enfraquecida se acha sua força moral, que não têm resistência para vencer a tentação, e tão forte é seu desejo de beber que eclipsa todos os outros, e não podem compreender que DEUS requer que eles O amem de todo o coração. São praticamente idólatras; pois tudo quanto aliena do CRIADOR as afeições, tudo quanto enfraquece e amortece a força moral, usurpa-Lhe o trono, e recebe o culto que Lhe é devido, unicamente a Ele. Em todas essas vis idolatrias é adorado Satanás.

   Aquele que se demora perto do vinho está a jogar a partida da vida com Satanás. Foi ele que tornou os homens maus seus instrumentos, de modo que os que iniciam o hábito da bebida se podem tornar viciados. Ele tem seus planos feitos para que, quando o cérebro estiver confundido pelo álcool, leve o bêbado ao desespero, e faça-o cometer algum crime atroz. No ídolo erguido por ele para o homem adorar, encontra-se toda poluição e crime, e o culto do ídolo arruinará tanto a alma como o corpo, e estenderá a má influência à mulher e aos filhos do ébrio. As tendências corruptas dele são transmitidas a sua posteridade, e por meio desta às gerações vindouras.

                               Uma Força Demoníaca em Operação

   Não são porém os governadores da Terra em grande parte responsáveis pelos crimes agravantes, a corrente mortífera do mal que é resultante do comércio de bebidas alcoólicas? Não é seu dever e não está em suas forças remover o pernicioso mal? Satanás formou seus planos, e se aconselha com os legisladores, e eles lhe recebem o conselho, e mantém assim em atividade, mediante atos legislativos, uma multiplicidade de males, os quais redundam em tal miséria e crime de caráter tão terrível, que a pena humana é incapaz de o descrever. Uma força demoníaca opera por intermédio dos instrumentos humanos, e os homens são tentados a condescender com o apetite até que perdem todo o controle de si mesmos. O espetáculo de um homem bêbado, não fosse coisa tão comum, despertaria a indignação pública, e faria com que o comércio de bebidas fosse banido; o poder de Satanás, porém, tem por tal forma endurecido o coração humano, de tal maneira pervertido o discernimento do homem, que eles podem olhar a miséria, o crime e a pobreza que inundam a Terra mediante a venda da bebida, e permanecer indiferentes. ...

   Dia após dia, mês após mês, ano após ano, as fatais armadilhas de Satanás são preparadas em nossas comunidades, às nossas portas, nas esquinas das ruas, onde quer que seja possível apanhar suas vítimas, para que lhes seja destruída a força moral, e a Imagem de DEUS apagada, e elas venham a imergir em degradação muito abaixo do nível de um animal. Pessoas são postas em perigo e jazem prestes a morrer, e onde está a energia ativa, o esforço determinado da parte dos cristãos, para erguerem o sinal de perigo, esclarecerem seus semelhantes, salvar seus irmãos a perecer? Não devemos falar em imaginar métodos para salvar os que se encontram perdidos e mortos, mas para atuar naqueles que ainda não estão além do alcance da simpatia e do auxílio. ...

   Legalizando a venda de bebidas alcoólicas, a lei dá sua sanção para a queda da alma, e recusa deter esse comércio que inunda a Terra de males. Considerem os legisladores se todo esse risco para a vida humana, a energia física e a visão mental é ou não é evitável. É acaso necessário toda essa destruição de vida humana? (Review and Herald, 29 de maio de 1894).

                 A Responsabilidade do Comerciante de Bebidas Alcoólicas 

   Os que vendem bebidas intoxicantes a seu próximo... recebem o ganho dos bebedores, e não lhes dão nenhum equivalente por seu dinheiro. Ao contrário, dão-lhes aquilo que os enlouquece, fá-los agir como tolos, e transforma-os em demônios de mal e crueldade. ...

   Os Anjos de DEUS, porém, têm testemunhado todo passo na trilha descendente, e têm ligado toda consequência resultante de um homem pôr a garrafa nos lábios de seu semelhante. O comerciante de bebidas está escrito nos registros entre aqueles cujas mãos se acham tintas de sangue. É condenado por conservar em mãos o venenoso trago pelo qual seu semelhante é tentado para a ruína, e pelo qual os lares se enchem de miséria e degradação. O SENHOR considera o vendedor de bebidas, responsável por cada moedinha que lhe cai na gaveta vindo do ganho do pobre ébrio, que perdeu a força moral, que afogou sua varonilidade na bebida. (Review and Herald, 8 de maio de 1894).

                              Ele Deve Responder Perante DEUS 

   Não importa qual seja a fortuna, o poder ou a posição de um homem à vista do mundo, não importa se ele teve ou não o consentimento da lei da Terra para vender bebidas venenosas a seu semelhante; ele será considerado responsável aos olhos do Céu por degradar a alma que foi redimida por CRISTO, e será citado perante o Tribunal do Juízo por rebaixar um caráter que devia haver refletido a Imagem de DEUS, para refletir a imagem daquilo que jaz abaixo da criação animal.

   Estimulando os homens a se educarem no hábito da bebida, o vendedor de álcool está efetivamente tirando a justiça da alma, e levando homens a se tornarem vis escravos de Satanás. O SENHOR JESUS, o Príncipe da Vida, acha-Se em conflito com Satanás, o príncipe das trevas. CRISTO declara que Sua missão é erguer os homens. ...

   JESUS deixou as cortes reais do Céu, pôs de lado Sua própria glória e revestiu Sua Divindade com humanidade, a fim de Se pôr em íntimo contato com a humanidade, e por preceito e exemplo elevá-la e enobrecê-la, e restaurar na alma humana a perdida Imagem de DEUS. Esta é a Obra de CRISTO; mas qual é a influência dos que legalizam o comércio da bebida? Qual a influência dos que põem a garrafa aos lábios de seus semelhantes? Comparai a obra do vendedor de álcool com a de JESUS CRISTO, e sereis forçados a reconhecer que aqueles que negociam com as bebidas intoxicantes, e os que apoiam esse comércio, estão trabalhando em sociedade com Satanás. Por meio desse comércio estão eles fazendo maior obra para perpetuar a desgraça humana do que os homens empenhados em qualquer outro negócio no mundo. ...

   O vendedor de bebida alcoólica toma a mesma atitude de Caim, e diz: "Sou eu guardador de meu irmão?" e Deus lhe diz, como disse a Caim: "A voz do sangue de teu irmão clama a Mim desde a terra." Os vendedores de bebidas serão considerados responsáveis pela desgraça que tem sido trazida aos lares daqueles que eram fracos em força moral, e que caem sob a tentação de beber. Serão culpados da miséria, sofrimento, desespero trazidos ao mundo mediante o comércio de bebidas intoxicantes. Terão de responder pelo infortúnio, as privações da mãe e dos filhos que sofreram por falta de alimento, teto e roupa, que viram sepultada toda esperança e alegria. Aquele que cuida da avezinha, e a vê cair ao chão, que veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no fogo, não passará por alto aqueles que foram formados à Sua Imagem, comprados com Seu próprio sangue, nem deixa de dar atenção ao clamor de seus sofrimentos. DEUS Se importa com toda essa impiedade que perpetua a miséria e o crime. Ele lança tudo isso à conta daqueles cuja influência ajuda a abrir a porta à tentação para a alma. 

                Advertidos Para que Escapem dos Maus Resultados  

    Tendo diante de nós os horríveis resultados da condescendência com bebidas intoxicantes, como é que homens e mulheres que professam crer na PALAVRA de DEUS se podem aventurar a tocar, provar ou manejar vinho ou bebida forte? Tal prática se acha certamente em desarmonia com a fé que professam. ...

   O SENHOR deu direções especiais em SUA PALAVRA com referência ao uso de vinho e bebida forte. Proibiu seu uso, e reforçou essas proibições com fortes advertências e ameaças. Sua advertência contra o uso de bebidas intoxicantes não é o resultado do exercício de arbitrária autoridade. Ele adverte os homens a fim de que escapem dos maus resultados da condescendência com o vinho e a bebida forte. ...

                                                                                                                              Continua...

                                              

                                         

           Especial - O Álcool e a Sociedade (Parte ¼)       


                                                   

         

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Especial - "Que o Sangue dEle caia sobre nós e sobre nossos filhos"

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     Numa voz que se podia ouvir até longe, Pilatos perguntou: “Devo crucificar o rei de vocês?" Mas de profanos e blasfemos lábios partiram as palavras: "Não temos rei, senão a César." (João 19:15).

   Escolhendo assim um governo pagão, apartara-se a nação judaica da Teocracia. Rejeitara a DEUS como Rei. Não tinha, daí em diante, mais libertador. Não tinha rei senão a César. A isso os sacerdotes e doutores levaram o povo. Por isso, bem como pelos terríveis resultados que se seguiram, eram eles responsáveis. O pecado de uma nação e sua ruína eram devidos aos guias religiosos.

    Quando Pilatos se declarou inocente do Sangue de CRISTO, Caifás respondeu desafiadoramente: "Que o sangue dEle caia sobre nós e sobre nossos filhos." (Mateus 27:25). As tremendas palavras foram repetidas pelos sacerdotes e príncipes; e ecoadas pela turba, num bramir não humano de vozes. Toda a multidão respondeu, dizendo: "Seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos."

   O povo de Israel fizera sua escolha. Apontando a JESUS, dissera: "Fora daqui com Este, e solta-nos Barrabás", ladrão e homicida, que representava Satanás. CRISTO era o representante de DEUS. CRISTO fora rejeitado; Barrabás, preferido. Barrabás teriam eles. Fazendo sua escolha, aceitaram aquele que desde o princípio fora mentiroso e homicida. Satanás era seu guia. Como nação, seguiriam suas ordens. Fariam suas obras. Teriam de suportar lhe o domínio. O povo que escolheu Barrabás, em vez de CRISTO, haveria de sentir a crueldade de Barrabás enquanto o tempo durasse.      

   Olhando ao ferido Cordeiro de DEUS, os judeus exclamaram: "Que o sangue dEle caia sobre nós e sobre nossos filhos." (Mateus 27:25). Aquele espantoso brado subiu ao Trono de DEUS. Aquela sentença pronunciada contra si mesmos foi Escrita no Céu. Foi ouvida aquela súplica. O Sangue do FILHO de DEUS tornou-se perpétua maldição sobre seus filhos e os filhos de seus filhos.

   Terrivelmente se cumpriu isso na destruição de Jerusalém. Terrivelmente se tem manifestado na condição do povo judeu durante todos estes séculos - um ramo cortado da videira, um morto e estéril ramo para ser colhido e lançado no fogo. De terra para terra através do mundo, de século em século mortos, mortos em ofensas e pecados!

   Terrivelmente será aquela súplica atendida no Grande Dia do Juízo. Quando CRISTO vier de novo à Terra, não como preso rodeado pela plebe, os homens hão de vê-Lo. Hão de vê-Lo então como o Rei do Céu. CRISTO virá em Sua própria Glória, na Glória do PAI e na dos Santos Anjos. Milhares de milhares de Anjos, os belos e triunfantes Filhos de DEUS, possuindo extrema Formosura e Glória, hão de acompanhá-Lo. Então Se assentará no Trono de Sua Glória, e diante dEle se congregarão as nações. Então todo olho O verá, e também os que o traspassaram. Em lugar de uma coroa de espinhos, terá uma de Glória - uma Coroa dentro de outra. Em lugar do velho vestido real de púrpura, trajará vestes do mais puro branco, "tais como nenhum lavandeiro no mundo seria capaz de branqueá-las". (Marcos 9:3). E nas vestes e na Sua coxa estará escrito um nome: "Rei dos reis e Senhor dos senhores."(Apocalipse 19:16). Os que dEle zombaram e O feriram, ali estarão. Os sacerdotes e príncipes contemplarão novamente a cena do tribunal. Cada circunstância há de aparecer diante deles, como se escrita com Letras de Fogo. Então os que rogaram: "Que o sangue dEle caia sobre nós e sobre nossos filhos" (Mateus 27:25) receberão a resposta a sua súplica. Então o mundo inteiro saberá e compreenderá. Perceberão a quem eles, pobres, fracos e finitos seres humanos estiveram a combater. Em terrível agonia e horror clamarão às montanhas e às rochas: "Caiam sobre nós e escondam-nos da face dAquele que está assentado no Trono e da Ira do Cordeiro! Pois chegou o Grande Dia da Ira deles; e quem poderá suportar?" (Apocalipse 6:16 e 17).


                                                  



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