Estudos Bíblicos (2025) - "Arrependimento"

                                  É DESSE JEITO!                     

    

                                 “O caso de Juízes10

   Em Juízes 10, encontramos o registro dos israelitas lutando contra os amonitas. O versículo 6 descreve a condição espiritual de Israel naquela época:

                               “Assim Diz o SENHOR”

  Então os filhos de Israel tornaram a fazer o mal aos olhos do Senhor, e serviram aos Balains e Astarotes, os deuses da Síria, os deuses de Sidom, os deuses de Moabe, os deuses do povo de Amom e os deuses dos filisteus, e abandonaram o Senhor para não servi-Lo.

                        (Juízes 10: 6/PALAVRA de DEUS)

   Como fizeram muitas vezes no passado, os filhos de Israel abandonaram o SENHOR, e seguiram os deuses das várias nações ao seu redor. O SENHOR não ficou indiferente a esse comportamento. Os versos 7-9 nos dizem:

   Juízes 10:7-9

  "Por isso a ira do SENHOR se acendeu contra Israel, e vendeu-os nas mãos dos filisteus, e nas mãos do povo de Amom. A partir daquele ano, perseguiram e oprimiram os filhos de Israel durante dezoito anos - todos os filhos de Israel que estavam no outro lado do Jordão, na terra dos amorreus, em Gileade. Além disso o povo de Amon atravessou o Jordão, para pelejar contra Judá, contra Benjamim, e contra a casa de Efraim, então Israel foi severamente angustiado."

   O fruto do comportamento de Israel foi a profunda aflição. No final, as pessoas cujos deuses eles escolheram para servir tornaram-se seus próprios opressores. Felizmente, na sua angústia eles se voltaram novamente para o SENHOR. O versículo 10 nos diz:

   Juízes 10:10

   "E os filhos de Israel clamaram ao SENHOR, dizendo: Nós temos pecado contra ti, porque temos abandonamos ao nosso DEUS para servir aos balains!"

   Como o filho pródigo do Evangelho de Lucas, tomou a decisão de voltar para casa - confessando seu pecado - quando a terra outrora rica foi atingido pela fome, assim também os israelitas, durante esta angústia profunda, se converteram ao SENHOR e confessaram seus pecados. Em seguida, os versículos 11-14 nos mostram a resposta do SENHOR:

   Juízes 10:11-14

   "Então o SENHOR disse aos filhos de Israel,« Não os livrei Eu, das mãos dos egípcios e dos amorreus, do povo de Amom e dos filisteus? Também dos sidônios e amalequitas e dos amonitas que vos oprimiam, e vocês clamaram a mim, e eu vos livrei das suas mãos? Mas vocês me abandonaram e serviram a outros deuses. Portanto, eu não vos livrarei mais. Vão e clamem aos deuses que escolhestes; que eles vos livrem em vosso tempo de angústia."

   Israel era o povo escolhido de DEUS. Ele os salvou de tempos em tempos, uma e outra vez, só para vê-los traí-Lo mais uma vez. No entanto, Ele não os perdoaria mais? Tinha tido fim o Seu perdão e Ele rejeitaria Israel para sempre? Os versículos 15 -16 nos dizem o que os filhos de Israel fizeram após a resposta do SENHOR:

   Juízes 10:15-16

  "E os filhos de Israel disseram ao SENHOR:« Nós pecamos! Faça-nos o que melhor lhe pareça, só pedimos que nos livre este dia mais. E tiraram os deuses alheios do meio deles e serviram ao SENHOR."

   A primeira vez que Israel foi ao SENHOR, os deuses estranhos, ainda estavam no meio deles. Eles confessaram que haviam pecado. No entanto, se tivessem realmente se arrependido por que ainda mantinham seus deuses estrangeiros? A confissão do pecado não é necessariamente arrependimento para o pecado. Arrependimento genuíno é acompanhado por uma mudança do coração. No versículo 10, os israelitas confessaram que haviam pecado, mas os deuses estranhos, ainda estavam lá! Acredito que esta foi a razão pela qual DEUS apontou-lhes os seus ídolos quando Ele disse: "Vai, e clama aos deuses que escolhestes". Estes deuses ainda estavam lá! É somente no versículo 16, que Israel os coloca fora e começam a servir o SENHOR novamente. Imediatamente após isso, nós lemos sobre a reação do SENHOR:

   Juízes 10:16

  "E Sua alma já não podia suportar a miséria do Israel"

   Assim quando Israel se arrependeu verdadeiramente - e isto era agora óbvio por suas respectivas ações - DEUS estava lá para livrá-los mais uma vez. Assim que eles se arrependeram, o SENHOR não pôde mais suportar sua miséria. Juízes 11 - 12 descreve como Ele os livrou dos amonitas. Ele não fez isso por causa de sua justiça ou porque Ele tinha certeza de que eles não iriam se afastar novamente. De fato, no capítulo 13, vemos eles se afastando dele novamente. Ele fez isso só porque Ele os amou, e uma vez que tinham honestamente retornado a Ele, Ele estava lá, independentemente do que eles tinham feito no passado ou o que eles fariam no futuro.

                                       O caso de Acabe 

   Eu amo os livros históricos do Antigo Testamento. São como pequenas biografias que mostram como o SENHOR trabalhou em várias pessoas, más e boas. Lá, em I Reis, encontramos entre outros, o registro de um rei muito mal, o rei Acabe. 1 Reis 16:30-33 e 21: 25:

                                     “Assim Diz o SENHOR” 

  "Agora Acabe, filho de Onri era mau aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele. E sucedeu que, como se houvesse sido uma coisa trivial para ele andar nos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, ele tomou como mulher a Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios, e foi e serviu a baal e o adorou. Então ele montou um altar a baal no templo de baal, que tinha construído em Samaria. E Acabe fez uma imagem de madeira. Acabe fez muito mais para provocar o SENHOR DEUS de Israel a ira, mais do que todos os reis de Israel que foram antes dele." 

                        (1 Reis 16:30-33/PALAVRA de DEUS)

          

   E 1 Reis 21:25

  "Mas não havia ninguém como Acabe, que se vendeu para fazer mau aos olhos do SENHOR, porque Jezabel, sua mulher o levantou. E ele se cometeu muito abominações, seguindo os ídolos, conforme tudo o que tinham feito os amorreus, que o SENHOR tinha expulsado de diante dos filhos de Israel."

   Acabe é descrito como o rei mais mal de Israel. Não havia ninguém como ele em maldade. Elias confrontou este rei em 1 Reis 21. Lá nós lemos:

   1 Reis 21:20-22

  "Então Acabe disse a Elias: Já me achaste ó meu inimigo? E ele respondeu: «Eu encontrei você, porque você se vendeu para fazer o mal aos olhos do SENHOR: Eis que eu trarei desgraça sobre você. Vou tirar a sua posteridade, e arrancarei de Acabe todo homem em Israel, escravo ou livre. E farei a tua casa como a casa de Jeroboão, filho de Nebate, e como a casa de Baasa, filho de Aías, por causa da provocação com que me provocaram à ira, fazendo Israel pecar."

Este foi o veredito do SENHOR contra Acabe. Ele e sua família não teriam um bom final. No entanto, não vamos pensar que DEUS esta satisfeito. Como Ezequiel 18:23 diz:

                                 “Assim Diz o SENHOR”

  "Tenho eu prazer na morte do ímpio? diz o SENHOR DEUS, não quero Eu que ele se converta dos seus caminhos, e viva?"

                          (Ezequiel18:23/PALAVRA de DEUS)

O prazer de DEUS não é julgar os ímpios, mas vê-los se arrepender. Quem se arrepende, é aceitável para Ele. Será no entanto que este perdão estava disponível até para Acabe, o rei mais mal de Israel? Os versos 27-29 nos dizem:

   1 Reis 21:27-29

  "Então foi, que Acabe, ouvindo estas palavras, rasgou as suas vestes e pôs saco sobre seu corpo, e jejuou e jazia em saco, e andava de luto. E a Palavra do SENHOR veio a Elias, o tisbita, dizendo: vê como Acabe se humilha perante mim? Porque ele se humilhou diante de mim, não trarei este mal nos seus dias, nos dias de seu filho trarei a calamidade a sua casa."

   O julgamento do SENHOR estava sobre toda a casa de Acabe. No entanto, seu arrependimento e o fato de se ter humilhado diante do SENHOR, foram suficientes para adiar o julgamento para o grande mal que ele e sua família havia feito. Infelizmente, sua família e ele próprio mais tarde, continuaram na maldade - ver, por exemplo 1 Reis 22 e 2 Reis 3:1-3 – e a decisão do SENHOR que Elias havia anunciado, foi de fato realizada nos dias de Jorão, filho de Acabe (ver 2 Reis 9-10).

                                     O caso de Manassés 

   Acabe não foi o único rei mal de Israel. De fato, havia muitos outros que se comportaram como ele. Um deles, foi rei de Judá, Manassés, filho de Ezequias. No resumo de seu reino dado em 2 Crônicas 33:2, 9 lemos:

   2 Crônicas 33:2

 "Ele [Manassés] fez mal aos olhos do SENHOR, conforme as abominações das nações que o SENHOR tinha expulsado de diante dos filhos de Israel"

  e 2 Crônicas 33:9

 "Assim, Manassés fez errar a Judá e aos habitantes de Jerusalém para fazer mais mal do que as nações que o SENHOR tinha destruído de diante dos filhos de Israel."

Ao que parece, Manassés foi o equivalente de Acabe, em Judá. Ambos superaram o mal das nações que haviam habitado a terra antes! A maldade de Manassés e o povo foram confrontados pelo SENHOR, mas sem resultado: eles não se arrependerem. Os versos 10-11 nos dizem:

2 Crônicas 33:10-11

"E o SENHOR falou a Manassés e ao seu povo, mas eles não quiseram ouvir. Por isso [como resultado de sua resposta] o SENHOR trouxe sobre eles os capitães do exército do rei da Assíria, que prenderam Manassés com ganchos, amarraram-no com algemas de bronze, e o levaram para a Babilônia "

 O SENHOR tentou corrigir o rei e seu povo. Ele não queria ver Manassés no estado em que acabou. No entanto, sem arrependimento isso era inevitável. Felizmente, como com os israelitas em Juízes 10, a aflição também resultou em uma mudança de comportamento em Manassés, que começou agora a procurar o SENHOR!

2 Crônicas 33:12-13

"Agora, quando ele [Manassés] estava em aflição, ele implorou ao SENHOR seu DEUS, e humilhou-se muito perante o DEUS de seus pais, e orou a Ele."

Quando Manassés estava em Jerusalém, em paz, DEUS havia falado, mas Manassés não quis ouvir. Agora que ele estava em cadeias, foi a vez de Manassés começar a falar com DEUS, humilhando-se diante dele. E vamos ver se o SENHOR o ouviu:

2 Crônicas 33:13

"E [depois que Manassés se humilhou diante do SENHOR] Ele recebeu sua súplica, ouviu a sua súplica, e o trouxe de volta a Jerusalém, ao seu reino. Então conheceu Manassés que o SENHOR era DEUS"

 Em Jerusalém, Manassés foi um campeão de maldade. Quando, contudo, em aflição, ele tornou-se para o SENHOR , Ele não começou a calcular o mal que este rei tinha feito. Ao invés disto "Ele recebeu sua súplica" e restaurou o rei arrependido de volta ao seu trono.

                                      O caso de Nínive 

 Este caso é o tema do pequeno livro de Jonas. O SENHOR falou a Jonas e deu-lhe uma tarefa específica. Os versículos 1 e 2 nos diz:

 Jonas 1:1-2

 "Ora, a Palavra do SENHOR veio a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levanta-te, vai à Nínive, a grande cidade, e clama contra ela, porque a sua maldade subiu até mim."

Todos nós provavelmente sabe o que Jonas fez inicialmente e como ele desobedeceu a DEUS. No entanto, no capítulo 3, o vemos finalmente indo à Nínive:

 Jonas 3:1-4

"Ora, a Palavra do SENHOR veio a Jonas pela segunda vez, dizendo:« Levanta-te, vai à Nínive, a grande cidade, e pregar a mensagem que eu vos digo; levantou-se Jonas e foi a Nínive, segundo a Palavra do SENHOR. Ora, Nínive era uma cidade muito grande, uma viagem de três dias. E começou Jonas a entrar na cidade em caminhada do primeiro dia. Então ele gritou e disse: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida."

O que DEUS queria era que através de Jonas Nínive fosse advertida do julgamento que viria sobre eles se não se arrependessem. Os versículos 5-9 nos dizem como o povo de Nínive recebeu as advertências do SENHOR.

 Jonas 3:5-9

"Então o povo de Nínive creram em DEUS, proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior até o menor deles. Porque esta palavra chegou ao rei de Nínive, e ele se levantou de seu trono e pôs de lado seu manto, cobriu-se de saco e sentou-se em cinzas. E fez uma proclamação, e a publicou em toda Nínive, por decreto do rei e dos seus nobres, dizendo: Nem homens, nem animais, nem rebanho, provem nada, não os deixem comer ou beber água. Mas os homens e os animais sejam cobertos de saco, e clamem fortemente a DEUS, e deixem por sua vez, cada um o seu mau caminho e a violência que está em suas mãos. Quem sabe se voltará DEUS, e se arrependerá, e se afastará a Sua ira, de modo que não pereçam?"

Em contraste com Manassés, o povo de Nínive deu atenção ao que DEUS estava dizendo, e o rei juntamente com seus nobres ordenou a todos para orar e jejuar. Então o versículo 10 nos diz o que o SENHOR fez:

  Jonas 3:10

"Então DEUS viu as suas obras [não apenas as suas palavras], que se converteram do seu mau caminho, e DEUS se arrependeu do desastre que Ele tinha dito que iria recair sobre eles, e Ele não fez isso"

 DEUS se arrependeu do que Ele faria para Nínive, e isso porque o povo de Nínive se arrependeu.

         

                                             Conclusão 

   Embora o pecado bloqueie o caminho para DEUS, o Arrependimento o abre amplamente. Mesmo em casos como os de Acabe e Manassés, o caminho estava aberto, quando eles se humilharam diante do SENHOR. A questão, portanto, não é se o SENHOR nos perdoará. Ele o fará, se houver arrependimento. Se, portanto, temos pecado, temos nos arrependido? Não apenas em palavras, mas genuinamente no coração. Será que temos lamentado e chorado pelo nosso pecado, ou temos simplesmente continuado com o mesmo coração endurecido, enganando a nós mesmos que não há nenhum problema se justificarmos o pecado ao invés de nos arrependermos por ele? Aqui está o que Tiago sugere:

 Tiago 4:8-10

 "Achegai-vos a DEUS e Ele se achegará a vós. Purificai as mãos, pecadores, e purificai os corações, vós de espírito vacilante. Lamentai e chorai. Mude o seu riso em pranto e a vossa alegria em tristeza. Humilhai-vos perante o SENHOR e Ele vai te levantar."

   Em todos os casos que temos visto, o Arrependimento foi acompanhado por uma mudança do coração, por luto pelo pecado e pela humilhação diante do SENHOR. Que o SENHOR abra os nossos olhos e que possamos abrir os nossos corações a Ele, tornando-nos transparentes, sem peças escondidas, desculpas e raciocínios. Que possamos nos aproximar dEle, arrependidos, e Ele se aproximará de nós também. 

                                 


  

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A História do Sábado - "Escrito pelo Dedo de DEUS" (Parte 6/28)

                                                    É DESSE JEITO! 

   Quando a Voz do Santo cessou, “o povo estava de longe, em pé; Moisés, porém, se chegou à nuvem escura onde DEUS estava”. Segue-se um breve diálogo no qual DEUS entrega a Moisés uma série de preceitos, os quais, como uma amostra dos estatutos dados por seu intermédio, podem ser classificados da seguinte forma: preceitos cerimoniais, que apontavam para as coisas por vir; preceitos legais, direcionados ao governo civil da nação; e preceitos morais, declarando, de outras formas, os Dez Mandamentos. Nesse breve diálogo, o Sábado não é esquecido: “Seis dias farás a tua obra, mas, ao Sétimo Dia, descansarás; para que descanse o teu boi e o teu jumento; e para que tome alento o filho da tua serva e o forasteiro.”

   Esse Texto Bíblico fornece uma evidência implícita de que o Sábado foi feito para a humanidade e para as criaturas que compartilham dos labores humanos. O estrangeiro e o forasteiro deveriam guardá-lo, e o Sábado serviria para o alento deles. Mas as mesmas pessoas não poderiam participar da Páscoa até que se tornassem membros da igreja hebraica por meio da circuncisão. 

   Quando Moisés voltou para junto do povo, ele repetiu todas as Palavras do SENHOR. A uma voz, os israelitas exclamaram: “Tudo o que falou o SENHOR faremos”. Então Moisés escreveu todas as Palavras do SENHOR. “E tomou o livro da aliança e o leu ao povo; e eles disseram: Tudo o que falou o SENHOR faremos e obedeceremos”. Então “tomou Moisés aquele sangue, e o aspergiu sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o SENHOR fez convosco”. 

   Dessa maneira, DEUS preparou o caminho para derramar um segundo sinal de honra sobre Sua Lei: “Então, disse o SENHOR a Moisés: Sobe a mim, ao monte, e fica lá; dar-te-ei tábuas de pedra, e a Lei, e os Mandamentos que escrevi, para os ensinares. [...] Tendo Moisés subido, uma nuvem cobriu o monte. E a glória do SENHOR pousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu por seis dias; ao Sétimo Dia, do meio da nuvem chamou o SENHOR a Moisés. O aspecto da glória do SENHOR era como um fogo consumidor no cimo do monte, aos olhos dos filhos de Israel. E Moisés, entrando pelo meio da nuvem, subiu ao monte; e lá permaneceu quarenta dias e quarenta noites.” 

   Durante esses quarenta dias, DEUS mostrou a Moisés um modelo da Arca dentro da qual seria colocada a Lei que Ele havia Escrito em pedra, do Propiciatório que ficaria em cima da Lei, e do Santuário no qual a Arca seria depositada. Também ordenou o Sacerdócio, cujos membros ministrariam no Santuário diante da Arca. Depois que essas coisas foram ordenadas, quando o Legislador estava prestes a confiar a Lei Escrita por Si mesmo às mãos de Moisés, Ele mais uma vez ordenou que o Sábado fosse guardado: “Disse mais o SENHOR a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os Meus Sábados; pois é Sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que EU SOU o SENHOR, que vos Santifica. Portanto, guardareis o Sábado, porque é Santo para vós outros; aquele que o profanar morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, porém o Sétimo Dia é o Sábado do repouso solene, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do Sábado fizer alguma obra morrerá. Pelo que os filhos de Israel guardarão o Sábado, celebrando-o por Aliança Perpétua nas suas gerações. Entre Mim e os filhos de Israel é Sinal para sempre; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao Sétimo Dia, descansou, e tomou alento. E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, Escritas pelo Dedo de DEUS.”                         

           

   Essa passagem deve ser comparada com o testemunho de Ezequiel, dado em nome de DEUS: “Dei-lhes os Meus estatutos e lhes fiz conhecer os Meus juízos, os quais, cumprindo-os o homem, viverá por eles. Também lhes dei os Meus Sábados, para servirem de Sinal entre Mim e eles, para que soubessem que EU SOU o SENHOR que os santifica. [...] EU SOU o SENHOR, vosso DEUS; andai nos Meus estatutos, e guardai os Meus juízos, e praticai-os; santificai os Meus Sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que EU SOU o SENHOR, vosso DEUS.” 

   Deve-se observar que nenhum desses Textos Bíblicos ensina que o Sábado foi feito para Israel, nem que ele foi criado depois que os hebreus saíram do Egito. Nenhum detalhe desses versos nem sequer parece contradizer os textos que afirmam que o Sábado foi instituído na Criação; ao contrário, constatamos: (1) que foi o Ato Divino de dar o Sábado aos hebreus que o transformou em um Sinal entre Ele e o povo. “Também lhes dei os Meus sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles”. O Ato Divino de lhes confiar o Sábado já foi discutido; (2) que seria um Sinal entre DEUS e os hebreus “para que soubessem que EU SOU o SENHOR que os Santifica”. No Antigo Testamento, toda vez que a palavra SENHOR tem todas as suas letras maiúsculas [“Senhor”], como nos textos em análise, o original hebraico é Yahweh [Javé, Jeová]. Portanto, o Sábado, como Sinal, significava que foi Jeová, isto é, o DEUS infinito e autoexistente, que o havia santificado. Santificar é separar ou destinar a um fim santo, sagrado ou religioso. Já era suficientemente evidente que a nação hebraica fora separada de toda a humanidade de modo surpreendente. Mas quem é que os havia separado, dessa forma, de todos os outros povos? Em graciosa resposta a essa importante pergunta, DEUS concedeu aos hebreus Seu próprio dia sagrado de descanso. Mas como o grande Memorial do Criador seria a resposta categórica a essa pergunta? Ouça as palavras do ALTÍSSINO: “Certamente, guardareis os Meus Sábados”, isto é, Meus dias de descanso, “pois é sinal entre Mim e vós. [...] Entre Mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao Sétimo Dia, descansou, e tomou alento”. O Sábado, como sinal entre DEUS e Israel, era um Testemunho Perpétuo de que, Aquele que os havia separado de toda a humanidade como Seu tesouro peculiar na Terra, era o mesmo Ser que havia criado os céus e a terra em seis dias e descansado no sétimo. Tratava-se, portanto, da mais forte certeza possível de que Aquele que os santificava era, de fato, JEOVÁ. 

   Desde os dias de Abraão, DEUS havia separado os hebreus. Aquele que, até então, nunca havia usado nome local, nacional ou familiar, desde aquela época até o fim de Seu relacionamento de aliança com a raça hebraica, assumiu títulos que pareciam mostrar que Ele era DEUS apenas dos israelitas. Da escolha de Abraão – e sua família – em diante, Ele Se designa DEUS de Abraão,  de Isaque e de Jacó, DEUS dos hebreus e DEUS de Israel. Ele tirou os hebreus do Egito para ser o seu DEUS e, no Sinai, uniu-Se a eles em solene aliança. Dessa forma, Ele separou – ou santificou – os hebreus para Si, porque todas as outras nações haviam se entregado à idolatria. Assim, o DEUS do céu e da terra condescendeu em Se entregar a uma só raça e separá-la de toda a humanidade. Deve-se observar que não foi o Sábado que separou Israel de todas as outras nações, mas, sim, a idolatria destas nações que levou o SENHOR a separar os hebreus para Si, e que DEUS deu a Israel o Sábado, que Ele santificara para a raça humana na Criação, como o Sinal mais expressivo de que Aquele que os havia santificado era, de fato, o DEUS Vivo. 

   Foi o Ato Divino de dar o Sábado para os israelitas que o transformou em um Sinal entre Ele e o povo. Mas a existência do Sábado não resultou do fato de ele ter sido dado, dessa maneira, aos hebreus; pois o que eles receberam foi o antigo Sábado do SENHOR e, conforme vimos, ele não foi dado como um novo mandamento. Pelo contrário, baseou-se, na época, em uma obrigação já existente. Mas foi a providência de DEUS em favor dos hebreus, primeiro lhes resgatando da escravidão abjeta e depois lhes enviando pão do céu por seis dias e preservando-o para o Sábado, que transformou esse dia em um presente para o povo. Note a importância da maneira como esse dom foi concedido, em uma demonstração de quem os santificava. Ele se tornou um presente aos hebreus pela providência maravilhosa do maná – um milagre que continuou a declarar abertamente o Sábado a cada semana durante o período de quarenta anos, mostrando invariavelmente que Aquele que os conduzia era o Autor do Sábado e, portanto, o CRIADOR do céu e da terra. O fato do Sábado, que foi feito para a humanidade, ter sido entregue aos hebreus dessa forma, certamente não é mais notável do que o fato do DEUS de toda a Terra ter confiado Seus oráculos, e a Si próprio, a esse povo. O ALTÍSSIMO, Sua Lei e o Sábado não se tornaram judeus; mas os hebreus se tornaram depositários honrados da Verdade Divina, e o conhecimento de DEUS e de Seus Mandamentos foi preservado na Terra. 

   O motivo sobre o qual esse Sinal se baseia aponta inequivocamente para a verdadeira origem do Sábado. Ele não se originou da queda do maná durante seis dias e de sua interrupção ao sétimo, pois isso aconteceu porque o Sábado já existia. Sua origem se deve ao fato de que “em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao Sétimo Dia, descansou, e tomou alento”. Assim fica demonstrado que o Sábado teve origem no descanso e alento do CRIADOR, e não na queda do maná. Como instituição, o Sábado declarava que seu Autor era o CRIADOR dos céus e da terra. Como sinal entre DEUS e Israel, anunciava que quem os havia separado era, de fato, JEOVÁ.                                   

                 

   O último ato do Legislador, nesse diálogo memorável, foi colocar nas mãos de Moisés “as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, Escritas pelo Dedo de DEUS”. Ele então revelou a Moisés a triste apostasia do povo de Israel, apressando-o para que descesse a encontrá-los. 

“E, voltando-se, desceu Moisés do monte com as duas tábuas do Testemunho nas mãos, tábuas escritas de ambos os lados; de um e de outro lado estavam escritas. As tábuas eram obra de DEUS; também a escritura era a mesma escritura de DEUS, esculpida nas tábuas. [...] Logo que se aproximou do arraial, viu ele o bezerro e as danças; então, acendendo-se-lhe a ira, arrojou das mãos as tábuas e quebrou-as ao pé do monte.” 

   Então Moisés infligiu o castigo sobre os idólatras “e caíram do povo, naquele dia, uns três mil homens”. Moisés se voltou para DEUS e intercedeu em favor do povo. Então o SENHOR prometeu que Seu Anjo iria com os israelitas, mas Ele próprio não andaria no meio deles, para que não os consumisse. Em seguida, Moisés apresentou uma fervorosa súplica ao ALTÍSSIMO para que pudesse ver Sua Glória. Tal pedido foi atendido, com exceção de que a Face de DEUS não poderia ser vista. 

   Mas antes de Moisés subir para contemplar a Majestade do Legislador infinito, o SENHOR lhe disse: “Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e Eu escreverei nelas as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas, que quebraste. [...] Lavrou, pois, Moisés duas tábuas de pedra, como as primeiras; e, levantando-se pela manhã de madrugada, subiu ao monte Sinai, como o SENHOR lhe ordenara, levando nas mãos as duas tábuas de pedra. Tendo o SENHOR descido na nuvem, ali esteve junto dele e proclamou o nome do SENHOR. E, [passou] o SENHOR por diante dele, [...].” 

   Moisés, então, contemplou a Glória do SENHOR e, “imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, o adorou”. Esse encontro durou quarenta dias e quarenta noites, assim como o primeiro.  Ao que tudo indica, o tempo foi gasto em intercessão, da parte de Moisés, para que DEUS não destruísse o povo por causa do seu pecado. O relato acerca desse período é muito breve, mas o Sábado é mencionado. “Seis dias trabalharás, mas, ao Sétimo Dia, descansarás, quer na aradura, quer na sega”. Assim o povo foi admoestado a não se esquecer do Sábado do SENHOR, nem mesmo nos períodos mais ocupados. 

   Esse segundo período de quarenta dias terminou como o primeiro, com o Ato de DEUS de depositar as tábuas de pedra nas mãos de Moisés. “E, ali, esteve com o SENHOR quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água; e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as dez palavras”. Portanto, parece que as tábuas do testemunho eram duas tábuas de pedra nas quais os Mandamentos foram Escritos pelo Dedo de DEUS. Demonstra-se, então, que o Testemunho de DEUS corresponde aos Dez Mandamentos. A escrita feita nas segundas tábuas foi uma cópia exata da que foi feita nas primeiras. DEUS disse: “Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e Eu escreverei nelas as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas, que quebraste”. Acerca das primeiras tábuas, Moisés disse: “Então, vos anunciou Ele a Sua aliança, que vos prescreveu, os Dez Mandamentos, e os escreveu em duas tábuas de pedra”. 

Foi assim que DEUS confiou a Seu povo os Dez Mandamentos. Sem interferência humana ou angélica, Ele mesmo os proclamou. Não delegando a Seu honrado servo Moisés e nem mesmo a um Anjo vindo de Sua presença, Ele mesmo os escreveu com o Próprio Dedo. “Lembra-te do dia de Sábado, para o Santificar” é uma das dez prescrições que assim foram exaltadas pelo ALTÍSSIMO. Essas duas elevadas honras não foram as únicas que Ele conferiu a esse preceito. Ao passo que o Mandamento do Sábado as compartilha com os outros nove Mandamentos, o quarto se destaca dentre eles por ter sido estabelecido pelo exemplo do próprio Legislador. Estes Mandamentos, escritos nas duas tábuas de pedra, fazem evidente referencia à natureza dupla da Lei Divina: o amor supremo a DEUS e o amor ao próximo como a nós mesmos. O Mandamento do Sábado, colocado  no fim da primeira tábua, forma o elo de ouro que une as duas partes da Lei Moral. Ele protege e faz vigorar o dia que DEUS reivindica como Seu. Ele acompanha os seres humanos ao longo dos seis dias que DEUS lhes deu para serem usados de maneira apropriada nas várias relações da vida, abrangendo, dessa forma, a vida humana em sua totalidade e deixando implícito que cabe ao homem, ao fazer “toda a sua obra” nos “seis dias” que lhe foram emprestados, cumprir todos os deveres da segunda tábua, embora o Mandamento em si pertença à primeira Tábua da Lei. 

   A linguagem do Legislador, ao chamar Moisés para subir o monte e receber os Dez Mandamentos, comprova que eles formam um código moral completo. “Sobe a Mim, ao monte, e fica lá; dar-te-ei tábuas de pedra, e a Lei, e os Mandamentos que escrevi”. Essa Lei composta de Mandamentos era o Testemunho de DEUS gravado em pedra. O mesmo fato grandioso é apresentado por Moisés na bênção que pronunciou sobre Israel: “Disse, pois: O SENHOR veio do Sinai e lhes alvoreceu de Seir, resplandeceu desde o monte Parã; e veio das miríades de santos; à Sua [mão] direita, havia para eles o fogo da Lei” [ou como diz a KJV: “de Sua destra, veio para eles uma Lei ardente”.]. Não pode haver dúvida de que, por meio dessas palavras, o ALTÍSSIMO é descrito como estando pessoalmente presente com miríades de Seus Santos, ou de Anjos. E o que Ele escreveu com a própria mão direita é chamado por Moisés de “fogo da Lei”. Agora o homem de DEUS completa seu encargo sagrado. E assim ele relata o que DEUS fez ao lhe confiar a Lei, e o que ele mesmo fez para que a Lei chegasse à sua posição final: “Então, escreveu o SENHOR nas tábuas, segundo a primeira escritura, os Dez Mandamentos que Ele vos falara no dia da congregação, no monte, no meio do fogo; e o SENHOR mas deu a mim. Virei-me, e desci do monte, e pus as tábuas na arca que eu fizera; e ali estão, como o SENHOR me ordenou”. Assim a Lei de DEUS foi depositada dentro da Arca, embaixo do propiciatório. Este capítulo também não poderia terminar sem destacar a importante relação do Quarto Mandamento com a expiação.                                               

   A tampa da arca era chamada de propiciatório porque, todos aqueles que haviam transgredido a Lei contida embaixo dele, dentro da Arca, poderiam encontrar perdão por meio da aspersão, sobre o propiciatório, do sangue da expiação. 

   A Lei dentro da Arca era a que exigia a expiação; a lei cerimonial que ordenava o sacerdócio levítico e os sacrifícios pelo pecado era a lei que ensinava aos seres humanos como a expiação poderia ser efetuada. A Lei transgredida se encontrava embaixo do propiciatório; o sangue da oferta pelo pecado era aspergido em cima dele, e o perdão era estendido ao pecador penitente. Havia um pecado autêntico e, portanto, uma Lei autêntica que o ser humano havia quebrado; mas não havia uma expiação autêntica, e daí a necessidade do grande antítipo dos sacrifícios levíticos. A Expiação Autêntica, quando fosse realizada, deveria estar ligada à Lei a respeito da qual a expiação havia sido prefigurada. Em outras palavras, a expiação típica [ou simbólica], que era “sombra  dos bens vindouros” (Hebreus 10:1), estava relacionada à Lei guardada na Arca e indicava que uma Expiação Autêntica era exigida por aquela lei. Era necessário que a Lei que exige a Expiação, a fim de poupar aquele que a transgredira, fosse perfeita em si mesma; caso contrário, a culpa recairia, pelo menos em parte, sobre o Legislador, e não totalmente sobre o pecador. Logo, a expiação efetuada não elimina a Lei transgredida, uma vez que ela é perfeita, mas tem o claro propósito de eliminar a culpa do transgressor. Devemos lembrar que o Quarto Mandamento é um dos Dez Preceitos da Lei quebrada, um dos princípios Santos e Imutáveis que tornou necessária a morte do FILHO Unigênito de DEUS antes que o perdão pudesse ser estendido ao homem culpado. Com esses fatos em mente, não é estranho que o Legislador tenha reservado para Si a tarefa de Proclamar a Lei, não confiando a nenhum ser criado a responsabilidade de escrever a Lei que exigiria, como meio de Expiação, a morte do FILHO de DEUS.

                                                                                                                            Continua...

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