O Livro de Daniel - "Capítulo 8" (Preceito por Preceito) Google+





                      6) É DESSE JEITO ! "Nota+ de Estudo" (NT+)- As NT+ de Estudo são o Coração do Componente "Estudo" deste Projeto. São mais de 12 Mil Notas+ de Estudo (NT+) em Todo o Projeto, acomodadas nos Estudos Detalhados abaixo do Texto Bíblico correspondente. E serão facilmente reconhecidas pelos Sinais NT+. As NT+ Explicam, Definem, Esclarecem e Iluminam algum aspecto da Passagem Bíblica em questão. Às vezes, a NT+ Aborda o conteúdo de uma Passagem mais ampla das ESCRITURAS, que consiste de vários ou muitos versículos. A essas, podem se seguir NT+ referentes a conteúdos mais Específicos de cada Versículo que foi tratado de maneira coletiva na NT+ anterior. Quando a NT+ usa palavras exatas do Texto Bíblico, estas são formatadas em negrito e itálico. Equivalentes atuais para antigos pesos e medidas geralmente são mencionados nas "NT+ de Estudo". É importante frisar que ao Clicar em alguma NT+ vocês serão direcionados a "Estudos Extras+", e farão viagens incríveis no Conhecimento do nosso DEUS.


Imagem de um bode enfurecido atacando um carneiro

                                                  "Assim Diz o SENHOR"
                 1No ano terceiro do reinado do rei Belsazar, eu, Daniel,  tive uma visão, depois daquela que eu tivera a princípio. 2 Quando a visão me veio, pareceu-me estar eu na cidadela de Susã, que é província de Elão, e vi que estava junto ao rio Ulai. 3 Então,  levantei os  olhos e vi, e eis que,  diante do rio, estava um carneiro, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos, mas um era mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último. 4 Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir; nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder;  ele, porém, fazia conforme a sua vontade, e se engrandecia.Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; este bode tinha um chifre notável entre os olhos,6 dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, o qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o seu furioso.Vi-o chegar perto do carneiro, e, enfurecido contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir; e o bode o lançou por terra e o pisou aos pés, e não houve quem pudesse livrar o carneiro do poder dele.8 O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-se lhe  o  grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu.
            9 De um dos chifres saiu um chifre pequeno,  e se tornou muito forte para  o sul, para o oriente e para a terra gloriosa.10 Cresceu até atingir o exército dos céus;  a alguns do exército e das estrelas, lançou por terra e os pisou.11 Sim, engrandeceu-se  até ao príncipe do exército; dele tirou o  sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo.12 O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou.13 Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário, e da transgressão assoladora, para que sejam entregues o santuário e o exército, a fim de serem pisados?14 Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.
           15 Havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei entende-la, e eis que se me apresentou diante  uma como aparência de homem. 16 E ouvi uma voz de homem entre as margens do Ulai, a qual gritou e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão.

                                                     
                                        É DESSE JEITO! "Áudio+"



                                             
                                                       
Imagem de uma placa, anunciando o recurso do estudo que inicia, "Sistema de Referências Cruzadas(CRUZ+)"
                     
 8:1 (a princípio) "CRUZ+" (Daniel 7: 1).  

8: 2 (Susã, ...) "CRUZ+" (Neemias 1: 1; Ester  1: 2; 2: 8).

  8: 3 (mais alto do que o outro) "CRUZ+" (Daniel 7: 5).

  8: 4 (porém, fazia segundo a sua vontade e, assim, se engrandecia) "CRUZ+" (Daniel 5: 19).

  8: 5 (chifre notável entre os olhos) "CRUZ+" (Daniel 8: 8, 21; 11: 3).

  8: 8 (quatro chifres notáveis, ...) "CRUZ+" (Daniel 7; 6; 8: 22; 11; 4).

  8: 9 (De um dos chifres saiu um chifre pequeno e .../ para o oriente e .../ terra gloriosa) "CRUZ+" (Daniel 11: 21/ Daniel 11: 25/ Salmos 48: 2).

                        8: 10 (Cresceu até atingir/ o exército dos céus/ lançou por terra e os pisou) "CRUZ+" (Daniel 11: 28/ Isaías 14: 13/ Apocalipse 12: 4).

                       8: 11 (Sim, engrandeceu-se até .../ príncipe do exército/ dele tirou/ o sacrifício diário ...) "CRUZ+" (Daniel 8: 25; 11: 36-37/ Josué 5: 14/ Daniel 11: 31; 12: 11/ Êxodo 29: 38).

                       8: 12 (O exército lhe foi entregue, .../ deitou por terra a verdade/ fez prosperou) "CRUZ+" (Daniel 11: 31/ Isaías 59: 14/ Daniel 8: 4; 11: 36).

                      8: 13 (um santo que falava, e disse ...) "CRUZ+" (Daniel 4; 13, 23).

                      8: 15 (procurei entendê-la .../ uma como aparência de homem) "CRUZ+" (1 Pedro 1: 10/ Ezequiel 1: 26).

                       8: 16 (entre as margens do Ulai, .../ Gabriel) "CRUZ+" (Daniel 12: 6-7/ Lucas 1: 19, 26).

                       8: 17 (prostrei-me com o rosto em terra) "CRUZ+" (Apocalipse 1: 17).

                       8: 18 (Falava ele comigo ... /ele) "CRUZ+" (Lucas 9: 32/ Ezequiel 2: 2).

                      8: 19 (porque esta visão se refere ao tempo determinado do fim) "CRUZ+" (Habacuque 2: 3).

                       8: 21 (é o primeiro rei) "CRUZ+" (Daniel 11: 3).

                       8: 22 (o ter sido quebrado, ...) "CRUZ+" (Daniel 11: 4).

                       8: 23 (de feroz catadura e especialista em intrigas) "CRUZ+" (Deuteronômio 28: 50).

                      8: 24 (mas não por sua própria força; .../ prosperará e fará o que lhe aprouver/ destruirá os poderosos e o povo santo) "CRUZ+" (Apocalipse 17: 13/ Daniel 11: 36/ Daniel 7: 25).

                      8: 25 (Por sua astúcia .../ no seu coração se engrandecerá e destruirá .../levantar-se-á contra o Príncipe dos príncipes/ quebrado sem esforço de mãos humanas) "CRUZ+" (Daniel 11: 21/ Daniel 8: 11-13; 11: 36; 12: 7/ Daniel 11: 36; Apocalipse 19: 19-20/ Jó 34: 20; Lamentações 4: 6).

                       8: 26 (tu, porém, preserva a visão, porque se refere a dias ainda mui distantes) "CRUZ+" (Ezequiel 12: 27; Daniel 12: 4, 9; Apocalipse 22: 10).

                      8: 27 (Eu, Daniel, enfraqueci e estive enfermo ...) "CRUZ+" (Daniel 7: 28; 8: 17; Habacuque 3: 16).



Imagem de uma agenda, lembrando o recurso do estudo que irá começar, "Sistema de Notas+ de Estudo {NT+}                    "{NT+} de 8: 3"

          8: 3 um carneiro, o qual tinha dois chifres. Representando o império medo-persa, com dois chifres desiguais que simbolizam a divisão de poder entre a Média e a Pérsia (v. 20; ver {NT+} de 7: 5). Daniel viu isto durante o reinado de Belsazar (8: 1; comparar com o cap. 5), mas Babilônia não é representada na visão porque seu tempo já estava quase terminado. Neste capítulo, o escritor bíblico volta a usar a língua hebraica (deixando o aramaico, empregado em 2: 4 - 7: 28).

                           "{NT+} de 8: 4"

           8: 4 dava marradas para o ocidente, e para o norte, e para o sul. A Medo-Pérsia veio do leste (da Palestina) e se expandiu nessas direções.

                                                            "{NT+} de 8: 5"

                  8: 5 um bode vinha do ocidente. Simbolizando o império grego/macedônio, com um chifre grande que representa seu primeiro rei (v. 21), Alexandre, o Grande. sem tocar no chão. Retrata a grande velocidade (comparar com 7: 6 - leopardo com asas) das conquistas de Alexandre.

                                                             "{NT+} de 8: 7"

                  8: 7 enfurecido. Os gregos queriam vingança por aquilo que o império medo-persa lhes havia feito, que incluiu a malsucedida invasão a seu território por Xerxes em 480-479 a.C. (comparar com 11: 2).

                                                               "{NT+} de 8: 8"

                 8: 8 O bode se engrandeceu sobremaneira. Comparar com 2: 39, passagem na qual o terceiro reino da estátua de Nabucodonosor, representando a Macedônia/Grécia, "terá domínio sobre toda a terra". na sua força, quebrou-se-lhe o grande chifre. Alexandre morreu no auge de seu poder em 323 a.C, com 33 anos recém-completados. saíram quatro chifres notáveis. Depois de uma luta por poder, o império de Alexandre foi dividido em quatro reinos gregos: (1) Macedônia, governada por Cassandro (primeiro líder da dinastia de Antígono a partir de 294 a.C; (2) Pérgamo, por Lisímaco (depois de sua morte, substituído pela dinastia atálida; (3) Egito, por Ptolomeu; (4) Síria, por Seleuco.

                                                               "{NT+} de 8: 9"

               8: 9 De um dos chifres. Um dos quatro pontos cardeais, representados pelos "quatro ventos do céu" (ver {NT+} de 7: 2), mencionados no fim de 8: 8. Foram nestas direções que o império de Alexandre se dividiu. um chifre pequeno. Estabelece o próximo ato no palco da história: um poder ainda maior do que impérios da Medo-Pérsia e de Alexandre, o Grande. se tornou muito forte. O chifre não representava apenas outro poder ou governante grego (como Antíoco IV Epifânio), mas dominaria sobre todos os reinos gregos. Não faz parte de um animal.Isto seria impossível caso se tratasse de um chifre literal. Todavia, a visão é simbólica. O chifre pequeno é o mesmo poder simbolizado no cap. 7. No cap. 8, porém, o chifre faz primeiramente uma expansão horizontal, do noroeste rumo ao sul, ao leste e à "terra gloriosa" (terra de Israel; comparar 8: 9 com 11: 16). Nessas direções, Roma se expandiu para construir seu império, conquistando um por um os reinos gregos. Em Daniel 8: 10-12 retrata-se o chifre crescendo no sentido vertical, contra o céu, em um ataque religioso a DEUS, seu povo e sua verdade. Portanto, o chifre pequeno de Daniel 8 tem uma fase secular e outra religiosa.

                                                             "{NT+} de 8: 10"

                   8: 10 exército dos céus. Em outras passagens, essa expressão pode se referir ao vasto conjunto de corpos celestes que brilha no céu (Deuteronômio 4: 19; Neemias 9: 6) ou aos servos celestiais do SENHOR e as "estrelas" que o chifre pequeno lança por terra e pisa são "os poderosos e o povo santo" (v. 24). Refere-se, então, a seres humanos na Terra que pertencem a DEUS e, por isso, são considerados pertencentes ao Céu (comparar com 12: 3). Por estarem na Terra, são vulneráveis ao ataque (comparar com 7: 21, 25; Apocalipse 13: 7).

                                                             "{NT+} de 8: 11"

               8: 11 príncipe do exército. O Comandante do Exército dos Céus é o mesmo que o Filho do Homem de 7: 13. Quando Josué se encontrou com o Príncipe/Comandante (mesma palavra hebraica) do Exército do SENHOR e o Adorou, este Ser disse para Josué tirar as sandálias dos pés porque estava pisando em lugar santo (Josué 5: 13-15). DEUS mandou Moisés fazer o mesmo na sarça ardente (Êxodo 3: 5). Portanto, o Comandante é claramente identificado como um Ser Divino, o próprio SENHOR. Seres criados não devem ser adorados dessa forma (Apocalipse 22: 8, 9). Ao se exaltar como DEUS, o chifre pequeno compartilhou as aspirações de Lúcifer, que queria erguer seu trono acima das estrelas de DEUS e ser "semelhante ao ALTÍSSIMO" (Isaías 14: 12-14). dele tirou o sacrifício diário. 


                               
Imagens de Bíblias Sagradas Abertas, anunciando o recurso do estudo que vai começar, "Sistema de Referências Conectadas ([N7+]"


             "[N7+] de 8: 14"

 * Até duas mil e trezentas (2.300) tardes e manhãs.

         Tradução literal da expressão em hebraico. A sequência da tarde seguida pela manhã também aparece em: (1) Gênesis 1, em referência aos dias da criação (Gênesis 1: 5, 8, 13, etc); (2) Êxodo 27: 20, 21 e Levítico 24: 3 para falar do ciclo diário ou regular "desde a tarde até pela manhã" de colocar as lâmpadas para queimar no candeeiro do santuário todas as noites; e (3) Números 9: 15, 21, em uma alusão à nuvem de DEUS que cobria o tabernáculo durante a noite. O ciclo da lâmpada é o mais próximo do contexto de Daniel 8, que fala da adoração regular (v. 11-13)  e do santuário (v. 11, 13, 14). Nestas passagens sobre "tardes e manhãs", existe uma sequência desse tipo a cada dia de 24 horas. Ao interpretar as 2.300 tardes e manhãs, o v. 26 acrescenta o artigo definido, "da tarde e da manhã", como se a expressão completa fosse: "as 2.300 tardes e as manhãs" (comparar com Deuteronômio 9: 25 --- "quarenta dias e quarenta noites"). Isso quer dizer 2.300 dias. Caso o tempo fosse literal, equivaleria a menos de seis anos e meio. Obviamente esse período não abrangeria toda a visão desde a Medo-Pérsia até o domínio do chifre pequeno (que terminou em 1798; ver {NT+} de 7: 25), envolvendo vários séculos. Portanto, usando os princípios historicistas de  interpretação profética, os 2.300 "dias" simbolizam 2.300 anos (comparar com as {NT+} de 7: 25 e 9: 24). Daniel 8 indica que o período começa durante o império medo-persa, ao passo que Daniel 9: 24, 25 esclarece que seu primeiro segmento, de "setenta semanas" de anos (= 490 anos) tem início com a ordem para restaurar e reconstruir Jerusalém após o exílio babilônico. Descobrimos (em 9: 25) que esta ordem do rei persa Artaxerxes I entrou em vigor em 457 a.C. Considerando 457 a.C. como o início dos 2.300 anos e lembrando que não existiu ano "0" entre as eras a.C e d.C., o fim deste período fica estabelecido em 1844 d.C. o santuário será purificado. O verbo exprime a ideia de restauração da ordem designada por DEUS por meio de uma obra de purificação e juízo. Nos versículos anteriores, são relatadas atividades do chifre pequeno contra DEUS , seu santuário e a obra sacerdotal diária de CRISTO. Agora, o serviço anual, o Dia da Expiação (ver Levítico 16) é introduzido na visão. O Dia da Expiação era um dia de Juízo no templo israelita. A purificação do santuário mencionada neste versículo corresponde à cena de julgamento em Daniel 7. A purificação inclui uma obra de julgamento no tempo do fim. É importante lembrar que o objetivo geral de Daniel é encorajar o povo de DEUS, ao prever com clareza o Livramento Divino dos justos e a derrota de seus inimigos (ver mais sobre o SANTUÁRIO Celestial em Hebreus 8: 1-5; sobre o JUÍZO no SANTUÁRIO Celestial, ver Daniel 7: 9-14).

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                  * Fiquem com DEUS e se ELE permitir no Próximo Santo Dia, têm +É DESSE JEITO !  (Preceito por Preceito/Especial: O Livro de Daniel 9/ 12 )