É DESSE JEITO!
"Assim Diz o SENHOR"
Seguiu-se a estes outro Anjo, o Terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de DEUS, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos Santos Anjos e na presença do CORDEIRO.
A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome.
Aqui está a perseverança dos santos, os que Guardam os Mandamentos de DEUS e a fé em JESUS.
(Apocalipse 14: 9-12/PALAVRA de DEUS)
A Terceira Mensagem Angélica
Quando CRISTO entrou no lugar Santíssimo do Santuário Celestial para levar a efeito a Obra Final da Expiação, entregou a Seus servos
a Última Mensagem de Misericórdia a ser dada ao mundo. Tal é a Advertência do Terceiro Anjo em Apocalipse 14. Seguindo imediatamente a esta proclamação, o Profeta viu o Filho do homem Vindo em Glória para ceifar a colheita da
Terra.
Conforme foi predito nas ESCRITURAS, o Ministério de
CRISTO no Santíssimo começou com a terminação dos dias proféticos em 1844. A
este tempo se aplicam as palavras do Revelador: “Abriu-se, então, o santuário
de Deus, que se acha no Céu, e foi vista a Arca da Aliança no Seu Santuário.”
Apocalipse 11:19. A Arca da Aliança de DEUS está no segundo compartimento do Santuário. Quando CRISTO ali entrou, para ministrar em favor do pecador, o Santuário interior se abriu, e a Arca de DEUS foi posta ao alcance da vista.
Àqueles que pela fé viram o SALVADOR em Seu trabalho de intercessão, foram
revelados a Majestade e o Poder de DEUS. Enquanto o séquito de Sua Glória
enchia o templo, a luz do Santo dos Santos foi derramada sobre o Seu expectante
povo na Terra.
Pela fé, haviam seguido seu Sumo Sacerdote do Santo para
o Santíssimo, e viram-nO oferecendo Seu Sangue diante da Arca de DEUS. Dentro
da Sagrada Arca está a Lei do PAI, a mesma proclamada pelo próprio DEUS em
meio aos trovões do Sinai, e Escrita com
Seu Próprio Dedo em Tábuas de Pedra. Nenhum Mandamento foi anulado; nem um jota
ou um til foi mudado. Conquanto DEUS concedesse a Moisés uma cópia de Sua Lei,
preservou o Grande Original no Santuário Celeste. Examinando estes santos
preceitos, os investigadores da Verdade encontraram, bem no seio do Decálogo, o Quarto Mandamento, como foi a princípio proclamado: “Lembra-te do dia de Sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas
o Sétimo Dia é o Sábado do SENHOR teu DEUS; não farás nenhum trabalho, nem tu,
nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu
animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque em seis dias fez o
SENHOR os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há, e ao Sétimo Dia
descansou: por isso o SENHOR Abençoou o Dia de Sábado, e o Santificou.” Êxodo
20:8-11.
O ESPÍRITO de DEUS impressionou o coração dos que
estudavam a SUA PALAVRA. Incitava-os a convicção de que haviam ignorantemente
transgredido este preceito, deixando de tomar em consideração o Dia de Repouso
do CRIADOR. Começaram a examinar as razões para a observância do primeiro dia
da semana em lugar do Dia que DEUS havia Santificado. Não puderam achar nas
ESCRITURAS prova alguma de que o Quarto Mandamento tivesse sido abolido, ou de
que o Sábado fora mudado; a Bênção que a princípio aureolava o Sétimo Dia nunca
fora removida. Eles haviam estado sinceramente procurando conhecer e fazer a Vontade de DEUS, e agora, ao se virem como transgressores de Sua Lei, tiveram o
coração cheio de tristeza. Imediatamente evidenciaram sua lealdade a DEUS, Santificando Seu Sábado.
Muitos e tenazes esforços foram feitos para
subverter-lhes a fé. Ninguém poderia deixar de ver que, se o Santuário terrestre era uma figura ou modelo do Celestial, a Lei depositada na Arca, na Terra, era uma transcrição exata da Lei
na Arca, que está no Céu; e que a aceitação da Verdade concernente ao Santuário Celestial envolvia o reconhecimento das reivindicações da Lei de DEUS, e da
obrigatoriedade do Sábado do Quarto Mandamento.
Os que aceitaram a luz relativa à Mediação de CRISTO e à perpetuidade da Lei de DEUS, acharam que estas eram as Verdades apresentadas na Terceira Mensagem. O Anjo declarou: “Aqui está a perseverança dos santos, os que Guardam os Mandamentos de DEUS e a fé em JESUS.” Apocalipse 14:12. Esta declaração é precedida de uma solene e terrível advertência: “Se alguém adora a besta e a sua imagem, e recebe a sua marca na fronte, ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de DEUS, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira.” Apocalipse 14:9, 10. Uma interpretação dos símbolos empregados foi necessária para o entendimento desta Mensagem. Que era representado pela besta, a imagem, e a marca? Novamente os que buscavam a Verdade, voltaram a Estudar as Profecias.
A besta e sua imagem
Pela primeira besta é representada a Igreja de Roma, uma
organização eclesiástica revestida de poder civil, tendo autoridade para punir
todos os dissidentes. A imagem da besta representa outra corporação religiosa
revestida de poder semelhante. A formação dessa imagem é obra dessa besta cujo
calmo surgimento e suave profissão de fé traduzem um notável símbolo dos
Estados Unidos. Aqui pode ser encontrada uma imagem do papado. Quando as
igrejas do nosso país, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus
decretos e lhes apoie as instituições, a América Protestante terá então formado
uma imagem da hierarquia romana. Então será a Verdadeira Igreja assaltada pela
perseguição, como o foi o antigo povo de DEUS.
A besta de dois chifres como de cordeiro ordena que “a
todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos,
faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita, ou sobre a fronte, para
que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da
besta, ou o número do seu nome”. Apocalipse 13:16, 17. Esta é a marca a
respeito da qual o Terceiro Anjo profere a Sua Advertência. É a marca da
primeira besta, ou o papado, e, portanto, deve ser procurada entre os característicos
distintos desse poder. O Profeta Daniel declarou que a igreja de Roma,
simbolizada pela ponta pequena, pensaria em mudar os tempos e a Lei (Daniel 7:25), enquanto Paulo o intitulou de homem do pecado (2 Tessalonicenses 2:3,4), que se exaltaria acima de DEUS. Unicamente mudando a Lei de DEUS poderia o
papado exaltar-se acima dEle; todo aquele que com conhecimento observasse a lei
assim mudada estaria tributando suprema honra ao poder, mediante o qual esta
mudança foi realizada.
O Quarto Mandamento, que Roma se empenhou em pôr de lado,
é o único preceito do Decálogo que aponta para DEUS como o CRIADOR dos Céus e
da Terra, distinguindo, destarte, o Verdadeiro DEUS, de todos os falsos deuses.
O Sábado foi instituído para comemorar a obra da Criação, e assim dirigir a
mente dos homens para o DEUS Vivo e Verdadeiro. O fato do Seu Poder Criador é
citado nas ESCRITURAS como prova de que o DEUS de Israel é superior às
divindades pagãs. Tivesse sido o Sábado sempre guardado, os pensamentos e
afeições dos homens teriam sido dirigidos para o seu CRIADOR como objeto de
reverência e culto, e jamais teria
existido um idólatra, um ateu ou um infiel.
Esta instituição que aponta para DEUS como CRIADOR, é um Sinal de Sua justa autoridade sobre os seres que criou. A mudança do Sábado é o
sinal, a marca, da autoridade da igreja romanista. Aqueles, que compreendendo
os reclamos do Quarto Mandamento, escolherem observar o falso em lugar do Verdadeiro Sábado, estão por esse meio rendendo homenagem ao único poder que
isto autorizou.
Uma Solene Mensagem
A mais terrível ameaça jamais endereçada aos mortais está
contida na Terceira Mensagem Angélica. Deve ser um terrível pecado esse que
atrai a Ira DEUS, sem mistura de misericórdia. Os homens não deverão ser
deixados em trevas quanto a este importante assunto; a Advertência contra tal
pecado deve ser dada ao mundo antes da visitação dos Juízos de DEUS, para que
todos possam saber porque são estes Juízos infligidos, e tenham oportunidade de
escapar.
No desfecho dessa Grande Controvérsia, duas classes
distintas e opostas se desenvolverão. Uma classe “adora a besta e a sua imagem,
e recebe a sua marca”, e assim traz sobre si mesma os terríveis Juízos
anunciados pelo Terceiro Anjo. A outra classe, em marcante contraste com o
mundo, “Guarda os Mandamentos de DEUS e a fé em JESUS”. Apocalipse 14:9,12.
Tais foram as momentosas Verdades que se abriram diante dos que receberam a Mensagem do Terceiro Anjo. Quando recapitularam sua experiência desde a primeira proclamação do Segundo Advento até à passagem do tempo em 1844, viram seu desapontamento explicado, e a esperança e a alegria voltaram a animar seu coração. A luz provinda do Santuário iluminou o passado, o presente, e o futuro, e compreenderam que DEUS os tinha conduzido por Sua infalível providência. Agora, com nova coragem e fé firme, uniram-se em dar a Mensagem do Terceiro Anjo. Desde 1844, em cumprimento à Profecia da Terceira Mensagem Angélica, a atenção do mundo tem sido chamada para o Verdadeiro Sábado, e um número em constante crescimento tem retornado à Observância do Santo Dia de DEUS.
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